quarta-feira, maio 28, 2014

A saga do beijinho

Sei que to devendo notícias da dieta... e tenho uma justificativa aceitável para isso. Ando trabalhando tanto, que ta me faltando tempo. E como ainda não arranjei alguém que queira vender, arrendar, alugar ou me dar alguns minutos para acrescentar ao meu dia, fico sem poder aparecer.
Essa postagem não é pra isso, pelo menos não diretamente, mas posso adiantar que continuo firme no propósito. Ou nem tanto, como no último fim de semana, mas isso é assunto pra outra postagem.
To há vários dias ensaiando vir contar como foi a experiência do beijinho dietético. É, isso mesmo. Mas não se empolgue com a ideia.... acompanhe os acontecimentos!
Desde o início da Parceria com a Clínia Magrass, eu passei a garimpar receitas de pratos dietéticos. Como eu passei a vida inteira dando dedos por doces, eles são, claro, a minha preferência. Só que eu quase nunca me animo a ir para a cozinha testar as delícias. Que podem nem ser tão deliciosas assim.
Aí eu tava em casa, numa daquelas noites de completo desespero por alguma coisa com o mais leve sabor doce... não precisava ser algum pra to que me fizesse arrepiar... bastava um leve sabor adocicado, tamanho era o meu desespero!
Ta, mas no auge da vontade de comer uma colher de açúcar com pão integral (pra dar uma disfarçada), dá-lhe lista de receitas que eu consegui em algum lugar que não sei qual. Foram tantos....
E se a pessoa está desesperada e encontra a receita de um beijinho (aquele doce que, tradicionalmente, é feito com leite condensado e coco) dietético, com ingredientes que estão, naquele momento, no armário? É, a resposta não poderia ser outra: faz. Na pior das hipóteses, o beijinho ficaria, digamos, dietético, então, não tinha muitos riscos.
E lá fui eu. Desesperada e já pensando em comer o negócio quente. É, ia no fogo.
Leite de coco, uma gema, coco ralado, margarina (que não faz mal ao coração, não a tradicional) e "adoçante à gosto". Primeiro, pela crase, depois pela expressão, em si. Esse negócio de poder colocar quiser adoçante não pode ser séria....
E o que poderia dar errado?
Fui eu pra cozinha... não poderia ser tão ruim... (era eu tentando me convencer).
Mistura bem, acrescenta, bate, acrescenta, mexe e leva ao fogo.
Exatamente como dizia a receita, o beijinho ficou com a "aparência muito semelhante ao beijinho tradicional". Ponto pra mim.
Mas foi só.
A aparência semelhante. Nada mais.
O sabor era amargo. Não tinha nada que lembrasse, mais remotamente que fosse, aquele beijinho que todo mundo conhece. A não ser pelo coco, que era coco.
Depois disso, eu precisei me render a um pedaço da torta do aniversário da prima Bia, no domingo. Ainda to com a consciência pesada, mas fazer o que? Não tinha escolha! Ninguém mandou o beijinho ser amargo!

Um comentário:

Guiliane Carraro disse...

Oi Flávia... estou conhecendo seu brog hj! Rsrs e adorei!
Manter-se na dieta não é fácil não!
Agora vc imagina eu que iniciei negócios na área de brigadeiros gourmet? Tô até imaginando o desastre desse seu beijinho! Kkk