Ontem eu estava nas Lojas Americanas com o Anderson e a Gi. Até aí nada demais, claro, afinal, eu sempre passo por lá. As companhias nem sempre são tão especiais, confesso...
Desta vez, porém, foi um pouquinho diferente. Estava eu lá na fila do caixa, olhando tudo e falando de todos (ÓVIO!) que estavam à nossa volta, até que instalou-se um silêncio sepulcral no interior do estabelecimento. A que se deveu este silêncio, eu soube logo depois, quando a voz feminina que 'canta' os preços e promoções da loja repetiu seu último anúncio:
- Você não pode perder! PRAY STATION por apenas 499 reais.
Vocês, meus três leitores, sabem que eu tenho olhos clínicos e ouvidos facilmente 'atraíveis' por pronúncias e grafias de naturezas semelhantes, mas confesso que na hora eu achei que aquilo não tinha sido pronunciado. E eu ficaria na minha ignorância e com certeza não proporcionaria a vocês três o prazer de ler este post, se o Anderson não tivesse gritado lá do outro lado da loja:
- Frávia, você quer um Pray Station?
Pronto. Bastou para eu ter certeza de que a voz feminina - cujo rosto nunca ninguém viu - tinha sim, pronunciado aquilo.
Fiquei meio passada, mas depois eu me senti até, digamos, aliviada. Sim, aliviada. Poderia ter sido muito pior! Imagina se ela tivesse anunciando outra coisa, que necessitasse de uma frase mais ou menos assim:
- Criente querido, aqui nós oferecemos prantas e frores, brusas craras, chicrete Proc e croro!
Que bom que ela só tava ofertando Pray Station!
4 comentários:
Cê ta de sacanagem!
Não é brincadeira não, eu tava lá "craro"!!!!
Tô rindo de doer a cara!!!!! Eu e meu filho...!!! Putz, isso é demais!!
Flavinha
Isso já e normal, por incrivel que possa parecer.
Beijocas
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