sexta-feira, julho 06, 2018

Rápidas

Nada mudou

Como não poderia deixar de ser, após vários meses sem notícias por aqui, cá estou novamente, pra dar uma atualizada básica nos acontecimentos... e tentar voltar à rotina de postagens, notícias, novidades.... enfim. Meu desaparecimento, desta vez, ocorreu devido à falta de tempo, por causa de trabalho, e à falta de ânimo, por causa do frio. Sim, eu fico beeeem desanimada no frio. Pra tudo. E por aqui, o frio dura sete meses!

Aurora linda

Quem está comigo no instagram ou no facebook, vem acompanhando a evolução, as coisas engraçadas, as falas, as pérolas... e pra quem não está, informações: Aurora está cada dia mais linda, falante e cantante. Fica feliz em ir à igreja, ama as pessoas que estão mais próximas - chama a cada um pelo nome - e sabe a ordem de todos os aniversaários até fevereiro próximo, quando é o dela. 

Rachel linda

A Rachel é a sobrinha linda, "a melhor pessoa", como eu mesma a defino. Esperta, gulosa, divertida... ela nunca se abate - a não ser quando está com sono. Se alguém faz alguma coisa para deixá-la irritada, ela simplesmente desconsidera. Deixa pra lá. Procura outra companhia ou outra ocupação. Coisa mais linda da vida! Ah, e o próximo parabéns é dela, a Quel.


Inverno

Da última vez que fiz uma postagem aqui, o frio tava castigando. Ele sempre castiga... é desses. Agora, o verão acabou de começar oficialmente, mas os dias vem sendo quentes há um mês, mais ou menos. E os dias de verão estão beeeem quentes. Embora as temperaturas no termômetro fiquem na casa dos 30 graus, permanecer ao ar livre é tarefa complicada. 


Como assim, você pode se perguntar

Daí os meus três leitores podem se perguntar como eu ando sofrendo com 30 graus, se venho de terra muito mais quente que isso... e minha resposta é a única que consigo encontrar: o frio é tão intenso e dura tanto tempo, que a gente acaba se acostumando a ele. E este costume deixa a gente mais sensível às temperaturas mais altas. Não sei se isso procede... é coisa da minha cabeça.

Explicação

E essa explicação, eu encontrei ainda no inverno. Lembro de ter que sair de casa para ir ao médico com a Aurora. Não estava nevando, mas a temperatura era de 4 graus. Venho de uma terra que sofre com frio de 19 graus, gente! Pois muito bem... pra sair de casa, agasalhei a Aurora pro frio de 4 graus, Botei meia calça, calça comprida de flanela, body de manga comprida, blusa de frio por cima, outro casaco, gorro, cachecol, luva... e pronto. Rua! E para a minha surpresa, Aurora reclamou que tava calor. Sério! Tirei gorro, luva, cachecol e até o casaco mais pesado, e ela ficou bem. Inacreditável! Por causa disso, passei a achar que a gente se acostumou ao invernão...

Novidade do ano


A maioria dos meus amigos já sabe, mas provavelmente meus três leitores ainda não... porque só falei da maior novidade do ano no facebook e no instagram, not here. Então.... estamos à espera do segundo baby. Sim, no final de novembro teremos outro bebê em casa. A notícia nos pegou de surpresa, mas ficamos muito felizes. 

Sobre o pré natal

O assunto não faria sentido aqui, não fosse toda a diferença que existe do pré natal no Brasil para este feito aqui. Primeiro e bem curioso é o fato de que o obstetra só atende a paciente grávida após oito semanas de gestação. Achei isso bem estranho, já que no Brasil, os médicos pedem para a mulher procurar pelo obstetra tão logo descubra a gravidez. Como em qualquer especialidade, quem faz quase tudo durante uma consulta médica, é uma enfermeira. Afere pressão arterial, pergunta se ta tudo bem, informa sobre os próximos exames e ultrassom, coloca o aparelho pra gente escutar o coração do bebê e tal... ela anota tudo e depois vem o médico, só pra ter certeza de que tudo está bem. Reforça algumas perguntas e pronto. Acabou.

Ultrassom

Como eu não tenho mais 20 anos, os exames de imagem são mais regulares na gravidez. Antes dos 35 anos, as gestantes fazem três ou quatro exames destes durante toda a gravidez. Após esta idade, a mulher faz um por mês. To nessa média. E outro fato curioso é em relação a isso. Só é possível descobrir o sexo do bebê, na ultra das 20 semanas! Fiquei chocada! No Brasil, com 12 semanas, a médica arriscou que a Aurora era uma menina e com 15 semanas, ela confirmou! Aqui, só com 20... sabendo disso, marquei a ultra do mês para a próxima semana, quando estarei na casa das 20 semanas... difícil é segurar a ansiedade!

Novos textos

Como sempre faço depois de um tempo sem dar notícias, prometo passar sempre por aqui. O tempo anda apertado, os afazeres tomando bastante o meu tempo e a gravidez me deixando muito cansada e com sono a maior parte do tempo. Mas refaço a minha promessa de passar mais por aqui. Tenho novas ideias e preciso renovar as velhas... farei isso. Prometo!

segunda-feira, janeiro 15, 2018

Aqui é assim... coisas incomuns (que fazem diferença)

Sabe aquelas coisas pequenas, gestos simples, mas que fazem uma super diferença na vida de todo mundo? Pois é.... parece chover no molhado, mas são questões meramente culturais, mas que pra nós, brasileiros, representam bem mais que isso: chegam a ser mostra de civilidade e até de honestidade.
Quem aí já esqueceu o telefone celular em um lugar público, bem movimentado? O celular, ou a carteira, ou algum documento, um par de óculos. Teve uma pessoa que esqueceu em uma loja, uma sacola de compras feitas antes, com roupas, óculos escuros e um relógio. Quem imagina que tudo pode ser recuperado facilmente? E é. Provavelmente, brasileiro nenhum consegue imaginar isso... mas é o que acontece em quase todos os casos. Sim, “quase”, porque honestidade e empatia não são qualidade de 100% das pessoas.
Esses exemplos que eu citei, são fatos que eu presenciei ou soube por alguém próximo. Se for relatar aquilo que eu já ouvi falar, de gente que eu não conheço, haverá, com certeza, outras situações que fogem completamente à realidade dos brasileiros.
Quando o assunto é gentileza no trânsito, são muitos exemplos de educação. E não estou falando de faixa de pedestres e acessibilidade. São outras situações. Motoristas que param para as pessoas atravessarem, mesmo que não sejam idosos ou pessoas com crianças, pessoas que passam pelas outras e dão bom dia, carros que mesmo na madrugada param nos cruzamentos por alguns segundos.... e por aí vai.
Gente educada é bonito. Educação cabe em qualquer espacinho... e sobre a gentileza... já dizia o profeta:


terça-feira, janeiro 09, 2018

Aqui é assim... compras

Se o assunto são compras, quaisquer que sejam elas, aí o assunto é bom. E se as compras forem nos Estados Unidos, aí o assunto é ainda melhor. Primeiro, porque a oferta de produtos é infinita, de todos os tipos. Depois, porque com moeda forte e impostos justos, comprar (ou pagar) não é sinônimo de sofrimento, como no Brasil.
Nos supermercados, a gente chega a ficar perdido. Sabores, marcas e produtos e sequer existem em outros lugares do mundo. Comida é barato. Frutas, legumes, leite, ovos. Nas lojas de roupa, faz-se enxovais inteiros, para adultos, crianças ou bebês, com relativamente pouco dinheiro.
Outro item do qual nós, brasileiros, chegamos a sonhar, é comum e muito acessível por aqui. Eletrodomésticos de última geração, que têm funções inacreditáveis (pelo menos para nós, meros mortais), televisões enormes, computadores, telefones celulares.... nada disso é luxo. Quem trabalha, pode comprar tranquilamente.
Produtos de marcas mundialmente famosas, que no Brasil precisam de anos de planejamento financeiro para serem adquiridos, nos Estados Unidos não chegam, jamais, a ser sonho de consumo. Exatamente por terem preços acessíveis. Um par de tênis “venerado” por jovens brasileiros, que pode custar 800 ou 1000 reais no Brasil, é facilmente comprado aqui por menos de 100 dólares. Convertendo, o que a gente aprende a não fazer mais, esse par de tênis custa 300, 320 reais...
E outra coisa... americano, ao contrário do que muita gente pensa, em sua maioria, não esbanja. Exemplo claro é uma rede de lojas chamada Dollar Tree. É como aquelas de 1,99 no Brasil, mas aqui, vendem absolutamente tudo por 1 dólar. E raramente a gente encontra uma loja dessas vazia. Produtos de limpeza, de festa, de escritório, beleza, alimentação, brinquedos, enfeite, doces, frios, ovos.... tem de tudo. Até camarão e salmão.


É o povo daqui, valorizando o próprio dinheiro. E sabendo onde e como gastar.

quarta-feira, janeiro 03, 2018

Carta para 2017

Pra começo de conversa, to atrasada. É, aqui com essa carta, que foi um meio que eu encontrei de conversar com o ano que acabou de acabar. Na verdade, quando tive a ideia e comecei a conceber esse texto, ainda faltava algum tempo para o 2017 acabar... só que a vida não ta fácil, e eu nunca mais consegui terminar. Aliás, consegui sim. Agora, três dias depois do limite. E como eu não me dou bem com limites, vou postar assim mesmo.
2017, querido, você foi difícil pra caramba. Não todo, mas pelo modo como começou e andou por alguns meses, te coloco no nível 9, numa escala que vai até 10. E como esses alguns meses difíceis foram, tipo, bem difíceis, o ano inteiro pode ficar como difícil.
A nossa adaptação, aqui nos Estados Unidos, foi, de longe, o maior problema que enfrentamos. Chegamos no começo do inverno e quando nos mudamos para a nossa casa, em janeiro, éramos só dificuldade. Sério. Sem exagero. Se você queria ser difícil, se superou. Aurora foi um desafio a cada hora. Desaprendeu a comer e a dormir. Visto que essas duas coisas eram as únicas que ela sabia fazer aos 9 meses.... voltamos à estaca zero. Cada hora, literalmente, era algo diferente pra gente vencer. E fomos vivendo cada hora. E elas foram passando, passando. E passaram. Ó, digo sem medo de errar, que foi uma das maiores provas da minha vida. E nós conseguimos. Aurora, hoje, está adaptada. E nós, consequentemente, também. Ela dorme bem, come, deixou de mamar no peito no dia em que completou 19 meses, sem que eu fizesse absolutamente nada. Pensando bem, querido 2017, você pode não ter sido tão cruel assim.... vou pensar melhor se mudo essa palavra.
E como você foi nosso primeiro ano fora do nosso país e longe dos nossos amigos e familiares, a saudade foi outro grande mal vivido em todos os seus meses. Saudade de tudo. De andar na rua e cumprimentar as pessoas, de ir à casa da vizinha que virou amiga, de levar a Aurora no parque da rua, de encontrar as amigas íntimas, de conversar - em português - com um desconhecido no supermercado e reclamar do preço da batata, de ter o vovô e a vovó da Aurora ali, a uma porta de distância, de dirigir meu próprio carro, de ir almoçar na Birinha e ficar por lá a tarde toda sem fazer nada e comendo os doces mais gostosos do mundo, de tomar banho de piscina piscina da Neguinha.....
Mas nem só de saudade você foi feito, 2017. Os seus dias foram de descobertas também. Boas e ruins. Descobri que me desafiar é sempre bom. Vencer desafios é ainda melhor. Descobri que o maior bem que a gente tem na vida chama-se Família. A que mora na casa com a gente e a que mora longe também. Descobri que ter paz é o melhor que se pode ter. Descobri que dinheiro é necessário pra gente viver, mas não é o mais importante (muitas vezes, antes de você, 2017, eu cheguei a trocar a ordem na escala da importância).
Descobri que trabalho é mais que necessário, é fundamental, mas que ele não pode ocupar um lugar que não pertence a ele. Isso significa que família, filhos, amigos, risos e mais um monte de outras coisas também precisam ter lugar cativo no nosso tempo. Descobri que faço o melhor empadão do mundo, que tenho a filha mais linda, que cada sorriso dela me traz lágrimas aos olhos, e que cada conquista que ela faz me deixa lotada de alegria.
Descobri que por mais frio que faça por dias seguidos, o sol volta a brilhar. E, por mais que demore, o verão chega, trazendo dias de alegria infinita, parques lotados, praias cheias de gente feliz, cabelos ao vento..... e, como não falar do verão com a vovó? Sim, minha mãe veio e ficou por aqui por seis dos seus doze meses, fazendo a alegria das duas netas mais lindas do mundo! Pena que o verão se foi e ela precisou voltar pro meu pai...
Descobri, em épocas diferentes do seu decorrer, que casar uma grande amiga e não estar perto quando outra grande amiga tem um bebê, são dois acontecimentos importantes e que eu daria um dedo - ou dois - para estar com elas....
E você, 2017, também me trouxe decepções. A maior delas foi aquela, da família que foi embora pro sol e deixou pra trás o chamado de Deus, a obrigação espiritual com os filhos dEle. Essa decepção nos afastou do Pai por um curto período de tempo. E Ele, em sua infinita misericórdia, nos mostrou o caminho a seguir e colocou pessoas comprometidas na nossa vida. Hoje, eu O louvo e agradeço, de coração, por todo cuidado que nos dispensou durante todos os seus 365 dias.
Alguns dias foram amargos. Descobrimos de uma forma bem ruim, como é ser vítima de fofoca. É... não vem ao caso os detalhes do caso, mas foi bem chato. A parte boa é que a gente aprendeu que, para se confiar em alguém, é preciso cautela. E se esse alguém for da nossa terra, cuidado redobrado.
Pensando bem, 2017, você não foi tão ruim como eu pensei no começo desta carta. Agora, após lembrar das - muitas - coisas boas que vivemos me faz repensar mesmo. Você foi um ano de aprendizados. Sim, lutas muitas, mas vencidas. 
E em vez de agradecer a você e aos seus 365 dias, eu agradeço a Deus e O louvo por cada momento, cada lágrima, cada vontade de ir embora, cada hora de busca, cada alegria, cada sorriso...... cada movimento feito em 2017 foi minuciosamente planejado por Deus. E tenho absoluta certeza de que estamos no caminho certo e que este 2018 será infinitamente melhor. Infinitamente mesmo.









Tchau, 2017... até nunca mais!

quinta-feira, dezembro 21, 2017

Aqui é assim... Trânsito

Pra começar o assunto, nada mais propício que o Trânsito. Não, não é caótico ou curioso como em alguns lugares. Aonde moro, é até bem tranquilo, se eu comparar com cidades próximas. E, quando o assunto é trânsito, carros são o que há de mais interessante, como em qualquer lugar do mundo. O meu carro, o do vizinho, o da outra rua, o desconhecido. É sempre bom de falar.
Como a grande maioria dos bens, carro é, digamos, fácil de comprar. Fácil pelo preço, pelo menos. Um veículo considerado de luxo no Brasil, que custa em torno dos R$100 mil, pode ser retirado da agência, zero quilômetro, por menos de U$20 mil. Não, não é exagero.
Depois de pago o carro (ou financiado), é necessário pagar pela placa. Sim, o emplacamento é pago à parte. Normalmente, as agências e concessionárias cobram uma taxa de cerca para este fim. A placa então passa a pertencer àquela pessoa. Se o carro for vendido amanhã, o dono tira a placa e guarda em casa, ou coloca no outro veículo que comprar. Depois de dois anos com a placa, o proprietário precisa 'renovar' o direito de usar aquela placa. Tem um custo e vale sempre por dois anos. As placas traseiras dos carros têm um selo pequeno, adquirido em cada renovação, indicando o ano do vencimento.
Antes de sair da agência, o carro precisa estar segurado. Não é como no Brasil, onde o seguro não é obrigatório. Lembro que no Brasil, obrigatório mesmo eram só aqueles valores que vêm incluídos no IPVA, tipo Dpvat. Nos Estados Unidos não. Aqui, todos os carros só podem sair das lojas devidamente segurados. E isso não é barato. E o valor muda, dependendo de alguns fatores específicos, como no Brasil. Tempo de habilitação, acidentes anteriores... essas coisas.
Carros usados são bem baratos, se a gente usar como base o preço dos carros no Brasil (é este o meu referencial pra tudo... rsrsrsr). Com U$2 mil, é possível comprar um carro razoável, bom às vezes. Mesmo usado, o trâmite é o mesmo: placa, seguro, habilitação.
Outra coisa muito interessante, e curiosa, é quanto às marcas dos carros que rodam por aqui. Enquanto no Brasil, Fiat, Volkswagen, Ford e Chevrolet fabricam os carros mais vendidos, nos Estados Unidos, essas marcas têm pouca ou nenhuma visibilidade. Fiat, por exemplo, acho que não existe aqui. As outras três são um pouco mais comuns, mas não há muitos modelos disponíveis.
As marcas populares comuns aqui são Toyota, Nissan, Mazda e Honda. Além das comuns no mundo inteiro: BMW, Mercedes, BMW e outras de alto luxo. Ah, e quase não há veículos com câmbio manual. Praticamente todos são automáticos.
Motocicletas, a gente só vê nos meses de calor. E não são muitas.
Bicicletas, acho que só vi duas ou três.
Quem compra um carro novo, dificilmente se desfaz dele rapidamente. A grande maioria dos carros usados disponíveis para a venda em lojas especializadas estão com o odômetro nas alturas. Acredito que isso também seja cultural. No Brasil, conheço muita gente que troca de carro a cada ano ou, no máximo, dois. Aqui isso parece não acontecer muito.
E, como aqui faz muito frio por quase oito meses e temos neve por uns quatro meses, quase todo mundo tem no porta malas, uma pá pra rapar neve. Como no inverno passado, nós ainda não tínhamos carro, precisamos providenciar a nossa pá e fizemos isso há alguns dias. Pagamos uns U$ 10 na nossa. Essa pá vai ser usada quando a gente precisar tirar o carro depois de um ou vários dias de neve caindo. Se o volume de neve for grande, ela precisa ser retirada do redor do carro, pra que a gente consiga sair. Lembro de ter feito isso bastante no inverno passado.... quando ainda usávamos o carro da minha irmã.
Ah, e falando em neve, é infração grave andar com neve sobre o carro. Nos vidros, para brisa e teto.
Nos dias de muita neve, só é permitido estacionar do lado esquerdo das ruas. Isso, porque o carro que rapa a neve vai passar, retirar a neve do meio da via e jogar, necessariamente, do lado direito. Todo mundo já sabe disso, claro, e quando a previsão do tempo indica neve intensa, com acumulação, ninguém (ninguém mesmo) para o carro do lado direito.
Cadeirinha de bebê e/ou criança é outra regra importante. E ninguém (sendo redundante, ninguém mesmo) desrespeita. E todos têm cuidado com a idade e peso da criança, para que estejam usando a cadeira indicada.
Motoristas, invariavelmente, respeitam as regras. Sinais fechados, travessia de pedestres - em qualquer ponto do perímetro urbano e não somente em locais destacados para quem está a pé -, parada obrigatória em cruzamentos - mesmo que seja possível avistar que não haja outro carro vindo -, parada obrigatória atrás de veículos de transporte escolar (aqueles amarelos, como nos filmes) dos quais estejam desembarcando alunos...


Cinto de segurança, cadeirinhas para bebês e/ou crianças maiores... enfim, as regras são claras e cumpridas. A principal vantagem disso é o baixo número de acidentes. Quase não há atropelamentos, colisões ou simples abalroamentos. Nem preciso entrar em detalhes sobre a importância disso. Estamos acostumados a assistir reportagens de televisão no Brasil, com o repórter flagrando motoristas furando sinais fechados, falando ao celular, estacionando em locais proibidos.... e todos têm explicação para tentar justificar a própria infração. É lamentável que este tipo de comportamento seja tão comum e, pior, tão aceitável por todos (não penso assim porque estou fora do país. Passei mais de 35 anos morando no Brasil e conheci diversos estados. Sempre tive esta postura. Quem conviveu comigo, sabe exatamente do que estou falando).
Aonde moro, ainda não utilizei o transporte público, mas parece que o serviço é razoável. Eu passei boa parte da vida andando de ônibus, na cidade em que nasci e cresci, em outras que estudei, na capital do meu estado, na capital do estado vizinho, na capital do país. Em cidades onde fiz turismo. Sei do que estou falando. Acho que conheço o sistema de transporte público em, pelo menos, trinta cidades brasileiras. Em algumas, por utilizar muito. Em outras, nem tanto. Mas sei do que falo. E aqui onde moro, apenas vejo os ônibus circulando, mas não conheço trajeto, origem e destino, situação física dos veículos... nada. Sei que em cidades maiores bem perto de mim, como Boston e outras mais distantes, como Nova Iorque, ônibus, trens e metrôs são infinitamente mais estruturados e conseguem atender à população. Por aqui, não sei. O fato é que transporte - seja público ou não - é bem necessário. Poucas coisas a gente consegue fazer sem depender de carro. A cidade é ótima, o trânsito é organizado, as vias são bem sinalizadas. No calor, é mais "fácïl" viver sem carro. No inverno, porém....
Bem.... certamente há muito o que falar sobre trânsito... mas, pra inaugurar o marcador, acredito que tenha conseguido reunir algumas questões que considero bem curiosas.
E, agora, colocando mais informações no forno...

domingo, dezembro 10, 2017

Aqui é assim...

Não é de hoje que penso em falar aqui no brog sobre alguns fatos muito interessantes - ou simplesmente diferentes do que eu vi e vivi a vida inteira no Brasil - sobre o lugar em que estamos vivendo agora. Não são poucos... por isso eu acho que vai render mais de uma postagem. Trânsito, datas comemorativas, frio, família, natal, programas de televisão, bens, tecnologia, imigração..... a forma como o povo norte americano lida com tudo isso é muito peculiar. Talvez por isso pareça, pra mim, tão diferente, ao ponto de merecer estar aqui.
Cada dia que passa, eu vou descobrindo uma coisa mais interessante - ou bizarra - sobre a vida, a cultura e os costumes das pessoas que nasceram aqui. E também daquelas que, como eu, não nasceram, mas escolheram este país pra viver.
Tem determinados costumes que são bem engraçados, outros nem tanto. A verdade é que muitos deles, todos nós já vimos em algum filme. Sim, Hollywood retrata muito bem a cultura norte americana. Como? Gorjeta, café, rosquinhas do famoso Dunkin Donuts, vans pra todo lado, noites lindas, natal cheio de neve e com a musiquinha Jingle bells tocando o tempo todo, a tradição do Dia de Ação de Graças, a formatura do High School, aqueles casamentos doidos firmados em Las Vegas, a violência de certos estados, a comida e os fast foods.... e muitos outros assuntos, são tratados em muitos filmes e seriados que todos nós já vimos.
A primeira postagem, sobre Trânsito, já está quase pronta. E a seguinte, já está devidamente pensada e montada na minha cabeça. Quero colocar logo tudo aqui.... e compartilhar com os meus três leitores um pouquinho do que vou descobrindo aqui!

quinta-feira, novembro 23, 2017

Obesidade e produtos industrializados

O americano é um dos povos mais gordos do mundo. Por aqui, há alguns anos, a obesidade passou a ser questão de saúde pública.... isso é sempre lembrado pela imprensa mundo afora. Mas por que? O que eles fazem de tão diferente?
Pra começo de conversa, as redes de fast food, ou aquelas lanchonetes que nem fazem parte de uma grande rede, mas existem. Lembro-me de passar toda a minha infância e quase a adolescência, sem que houvesse um exemplar de uma dessas lojas na cidade onde morava. Algumas delas, muita gente só conhecia de propagandas de televisão. Aqui, não é assim. Por menor que seja a cidade, há ali uma loja do Mc Donalds ou outra qualquer... todo tipo de comida rápida, não só sanduíches, como a maioria das que existem no Brasil. Frango frito, frango empanado, carne no espeto, tacos, batatas, sorvetes, doces e, claro, sanduíches. Comida vinda de vários países, tudo feito para ser consumido rapidamente. Como uma pessoa gorda que sou – é, vim engordar as estatísticas, estou sempre experimentando um tipo e posso dizer com a mais absoluta certeza: é tudo muito saboroso (pelo menos pro meu paladar, que não é 100% saudável), muito mais do que os irmãos brasileiros. Muito mais mesmo, que fique destacado.
Mas não é só isso, não são só os fast foods.
Quem come em casa, começa o dia errado. Em todas as casas, o consumo de sucos artificiais vendidos em garrafas de 3 litros, manteiga de amendoim, biscoitos de todo jeito, cor e sabor, café com diferentes tipos de leite em pó (que, pasmem, tem sabores diferentes). No prato, nada de arroz com feijão (claro). Salsichas, bacon, muffins, bolos recheados. Tudo, comprado em caixas enormes, nos supermercados. Quase não se faz bolos em casa.
Hora do almoço. Carne de hamburguer, mais bacon e alguns legumes, além de purê de batata, que, inclusive, é vendido em pó, no pacote ou na lata. Basta misturar à água.
Nos supermercados, que quase sempre são super mesmo, corredores imensos oferecem um sem-número de congelados. Coisas que a gente nunca imaginaria encontrar num freezer: doces, pães, churros, sorvetes, milho verde, batata frita, mandioca, cupcakes, marshmallows.
Outro corredor, duplicado às vezes, mostra um mundo de cores chega a ofuscar a visão. Não são legumes coloridos. São biscoitos, vendidos em botijas. Isso mesmo, como na foto. Biscoitos recheados e bolos que não daria pra contar. Sucos, refrigerantes, chocolates, balas... tudo é vendido em “family size”. Ou seja, dá pra uma família inteira comer.... mas será que come?
Legumes e frutas, não tem preços baixos. Muitos, não são nem tão saborosos como os nossos brasileiros.
E pra completar, falta tempo e sobra trabalha. Sobra correria. E com isso, o cardápio se completa, infelizmente. No inverno, então... piora. Porque é muito mais difícil sair de casa para praticar um exercício físico ao ar livre. Crianças e adultos, cada vez mais gordos. E o governo, cada vez mais preocupado.

segunda-feira, novembro 20, 2017

O frio chegou

Definitivamente não tem mais jeito. Agora o frio chegou de vez. E veio pra ficar, afinal, os quase oito meses de temperaturas baixas que temos por aqui ainda vão demorar a terminar.
Até assustei um dia desses, quando acordei e olhei o aplicativo do celular que mostra a temperatura. Eram seis horas da manhã e estava marcando -4º. Não era possível... alguns dias atrás, estávamos curtindo 28º no parque, Aurora se divertindo nos brinquedos e um calor daqueles! Se bem que era possível sim, estamos em novembro. No ano passado, chegamos quase nessa época, e o frio já estava de lascar.
Depois desse susto de 4 negativos, as temperaturas máximas não passaram mais dos 12º. As mínimas ficam perto de zero todos os dias. Quando se afastam do zero, descem..... ou seja, negativo na certa.
Ao contrário do inverno passado, eu vou me esforçar pra sair mais de casa com a Aurora. Claro que na medida do possível, já que tem dias que isso é impensável, com as ruas cobertas de neve.
Nos meses frios do inverno (e outono e primavera... rsrsrs) passado, eu saí muito pouco. Primeiro, porque ainda estávamos sem carro. Depois, porque Aurora era muito bebê e me faltava coragem de colocar ela na rua com tanto frio. Agora, ela já ta maiorzinha... e, se eu tomar por base o tanto que ela gosta de sair de cada de luva e touca, com aquele 'fonezinho' de lã que protege os ouvidos, acredito que vamos ter diversão de sobra nos dias frios.
E já prometi pra mim mesma, que na primeira acumulada de neve, vou criar coragem e sair com ela. Quero que ela se divirta com as crianças fazem nesses dias. Só me resta esperar, pra ver se vou dar conta de cumprir a promessa.
Dias frios têm sol. Lindo, claro, num céu muito azul. Ta, mas que não esquenta. Aqui em casa, ele até ajuda o aquecedor a dar uma esquentada. Logo cedo, quando ele começa a brilhar, abro as persianas da sala e ele preenche todo o espaço possível, pela minha janela grande do ambiente. Tem dias que eu me arrumo pra sair e até esqueço das temperaturas baixas, de tão quentinha que fica a casa. Só que, como já nos acostumamos a checar os termômetros antes de sair, não dá pra esquecer de vez.
Estamos em novembro e os dias frios estão apenas começando. Vamos ver como será o começo de dezembro. No ano passado, a primeira neve do inverno foi no dia 6.
Aguardando ansiosamente....


sábado, novembro 18, 2017

Vivendo o sonho americano

O tal sonho, há muito tempo, tira o sono de muita gente, nos quatro cantos do mundo. Famílias querendo curtir o clima quase tropical da Florida, outras querendo os preços bons de Miami. Há quem prefira sonhar com o glamour de parte da California ou com o interior desenvolvido do Texas. E tem ainda Nova Iorque, desejada por dez entre dez dos que não dormem, pelo sonho americano.
A realidade, porém, vai além do que as pessoas pensam sobre cada região do país. Como em qualquer lugar do mundo, tem problemas e, a olho nu, se comparamos com a realidade do Brasil... hum.... melhor até deixar pra lá.
Eu sou jornalista, saí do estado do Rio de Janeiro, e vim morar em uma pequena cidade no estado de Massachusetts, distante 400 quilômetros de Nova Iorque. Vim estudar e trouxe, além dos objetivos, marido e filha, de, agora, quase dois anos.
As coisas ainda estão acontecendo, claro, mas muito já aconteceu. E é isso o que eu quero mostrar com esse marcador. Rotina, clima, moradores, as diferenças gritantes – outras nem tanto – daquilo que estamos acostumados a viver no Brasil.
Vamos nessa, porque tem muito o que falar!



quinta-feira, setembro 28, 2017

As novidades

Tanto tempo

Pois é... parece piada, mas não é. Depois de tanto tempo sem aparecer, confesso que cheguei a pensar que este brog estaria aposentado. Então, como uma providência divina, alguns dias antes do meu aniversário, Devan chega com um laptop todinho pra mim. Siiiiim! Meu sumiço se deveu, principalmene, ao fato de que escrever postagens pelo ipad não é a coisa mais agradável do mundo. Claro que eu ando sem tempo também (e sobre isso eu falo já já), mas estava mesmo era sem ânimo. E pra comemorar mais uma volta, vamos às novidades mais importantes (até porque não vou dar conta de falar de todas).

Mudança

Como a maior novidade de todas foi e está sendo a nossa mudança do Brasil, a primeira nota tinha que ser a este respeito. Desde novembro do ano passado, estamos vivendo nos Estados Unidos. São quase doze meses de uma experiência incrível, enriquecedora, gratificante e que nos está fazendo um bem enorme. Graças a Deus tudo está correndo muito bem.

Adaptação

Todos nós precisamos nos adaptar a uma mudança, ainda mais a uma tão grande. Só que pra Aurora, a adaptação foi muito difícil. Ela parou de comer, passou a acordar seis vezes durante a noite e, pra piorar tudo, chegamos aqui no auge do inverno, ou seja, ela passou vários meses indo pouco à rua, vendo poucas pessoas. Só quando chegou o verão, as coisas melhoraram. Demorou, mas tudo entrou nos eixos. Hoje, Aurora já dorme a noite inteira, come bem, está completamente adaptada e, muito recentemente, abandonou a amamentação. Agora, não mama mais no peito. É praticamente uma mocinha!

Frio

Nossa maior dificuldade, sem dúvida nenhuma, foi o frio. Como disse, chegamos aqui em pleno inverno. Aliás, pleno não. Um pouquinho antes de toda sua plenitude, porque ele começou pra valer mesmo, em dezembro. Mesmo assim não foi fácil. O frio, eu aprendi, é muito pior do que tudo o que eu já tinha sentido e imaginado. E mesmo assim, eu ainda gusto dele. E aqui, embora faça muito frio (mesmo, de verdade), a gente acaba sentindo menos do que no Brasil. Por que? Porque aqui, em todo lugar, há aquecedores. Todo lugar: comércio, bancos e casas. Todas. Carros também. Então, frio, de fato, só quando estamos na rua, andando. Mesmo assim, não foi fácil. A parte boa é que, sete meses depois que começa, o frio acaba.



Verão

Lá pelo meio de abril deste ano, nevou pela última vez. Se não me engano, no dia 16. Depois disso, mais alguns dias de frio, e algumas semanas de preparação para o verão. Os dias quentes chegaram, com força mesmo, só no final de maio, começo de junho. Aí foi só alegria. Sorvete, tardes inteiras no parque, banho na piscina da prima Rachel, praia e muita diversão. E, diferente da demora que levou pra chegar, rapidamente o verão acabou. E agora estamos no outono. As temperaturas ainda ficam na casa dos 25 ou 26 graus, o que é quente... mas a contagem para o frio já está regressiva. No ano passado, já fazia frio na primeira semana de outubro.... vamos ver o que nos aguarda nas próximas semanas.


Dificuldades

Quem acha que só o frio e o idioma são barreiras "citáveis", eu esclareço: não é. Há outras. Pra mim, manicure. Meus queridos três leitores (se é que depois de tanto tempo eles ainda querem "me" ler) sabem como eu amo (ou amava) as minhas unhas feitas. Meu Deus! Jamais imaginei que seria tão difícil encontrar este serviço por aqui. Claro que tem, aos montes. Brasilerias, americanas, portuguesas, hispanas. Só que, pra mim, não basta ser manicure. Tem que fazer o serviço bem feito. porque sou um pouco exigente. Aí, depois de algumas tentativas, eu acabei desistindo. Em vez de sofrer, pagando 25 ou 30 dólares, eu guardo a grana e faço eu mesma as minhas unhas. Fútil essa reclamação? Pode ser pra alguns. Pra mim, não é.

Quer empadão?

Sempre amei empadão. De verdade. Desde que me lembro por gente, faço empadão. E como cheguei aqui sem conhecer muita gente e sem muita disposição pra deixar a Aurora com uma babá pra eu trabalhar, precisava arranjar alguma coisa pra fazer, sem sair de casa. E com uma ajudinha da irmã, to fazendo empadão pra vender. E faço um sucesso danado! Depois de alguns meses, já ofereço vários sabores e tamanhos. E como quero mais e mais, vivo testando novos sabores e novos prato. Pro inverno, terei novidades (só entrego num raio de 10 milhas, a quem interessar possa... rsrsrsrs).

Igreja

Outra grande dificuldade com a qual nos deparamos aqui, depois que os dirigentes da igreja que íamos desde que chegamos, fechou as portas, vendeu tudo que havia no templo e foi embora pro verão desejado da Florida (sim, muita gente que vive no inverno, sonha em morar no sul do país e curtir o clima brasileiro daquelas bandas). Ficamos sem congregar por mais de seis meses até que, recentemente e depois de muita procura, uma denominação que se encaixa na fé que professamos. Graças a Deus.

Novos textos

Agora que o computador chegou, vou voltar com força total pra minha rotina do brog. Talvez não com força total mesmo, porque tenho empadões pra fazer e Aurora pra cuidar, mas vou me esforçar pra estar sempre aqui. Inclusive, vou colocar algumas crônicas daqui... são textos que fiz sobre a vida aqui, e vou transcrever em postagens. Promessa é dívida.

quarta-feira, junho 29, 2016

Rápidas

Demora

Claro que pra eu optar por um “Rápidas”, há sumiço. Essa vida de maternidade toma muito tempo e, embora eu tenha feito rascunhos e planos, não consegui postar nenhum texto nesses quase dois meses. A parte boa é que hoje sobrou um tempinho e cá estou.

Tudo é ela

É, é bem possível que todas as minhas novidades de hoje sejam relacionadas à maternidade e à Aurora. Não há como ser diferente. Ela ocupa todos os minutos da minha vida e me faz amar isso cada vez mais.

                   Amamentação

Apesar de estar preparando uma postagem especial sobre o assunto, não posso deixar de destacar hoje, já que estou num Rápidas. Amamentação. Em pouco mais de quatro meses, descobri que não há nada mais sublime do que amamentar. E como os meus três leitores sabem, não sou de demagogias. Digo isso porque é, de fato, o que eu sinto. Não sei como acontece com as mamães que não conseguem amamentar no peito, mas uma coisa eu digo: não abra mão de ter o bebê nos seus braços, mesmo no momento da mamadeira. É perfeito.



Cabelo

Os cabelos da Aurora continuam caindo, mas em menor proporção. E, não sei se é normal, novos fios também estão nascendo. Resultado disso é que a cabecinha dela está com pouco cabelo nas laterais e muito em cima (dá até pra prender! rs). Mas, mesmo com pouco dos lados, os novos estão começando a disfarçar. E sobre a ‘natureza’ dos cabelos, estou no aguardo....

Fotos

Nunca vi uma criança mais à vontade para tirar fotos do que a Aurora. Ela sorri, mostra lingua, vira os olhinhos, grita..... e passa a impressão de que está gostando. Claro que é impressão, não dá pra ter certeza, mas com tantas carinhas lindas é difícil ter dúvidas. Não sei a quem me saiu essa menina!

Emburrada

É, ela adora fotos. Ou simplesmente fica bem nelas. Só que isso não acontece em dia de vacina. Essa semana foi assim. Parece que ela sabia que uma hora depois desse clique, ela seria vacinada. E justamente aquelas picadas dos quatro meses. Ai, que dó! Olha a cara de quem sabe o que vem por aí!



Visita

A visita do último fim de semana foi mais que especial. Os primos Jane e Eliezer vieram de Niterói pra conhecer a princesa. Nós nos encontramos em Morro Azul e passamos juntos o sábado e o domingo. Foi uma delícia!

Vovô babão

Ta todo mundo babando na Aurora, mas ninguém tanto quanto o meu pai. Ele chega e a primeira coisa que faz é procurar por ela. Como sai cedinho, avisa, no dia anterior, pra eu levá-la pra ele ver, assim que ela acordar. É inacreditável como ele fica bobo! Adora fazer cócegas e vê-la dar gargalhadas!



Aplicativo

Desde a gravidez, acompanho a evolução do bebê por meio do app BabyCenter. O aplicativo dá informações sobre gravidez, parto, amamentação, dieta e, depois do nascimento, sobre as fases do bebê. E exatamente como “prevê” o app, a Aurora está dando gargalhadas, acha que tudo no mundo é brincadeira, acabou de descobrir os dedinhos das mãos e fica olhando, sempre intrigada, levanta os dois pezinhos o tempo todo e já atende quando ouve o nome. É muito delícia!

Trabalho

Mas nem tudo são flores nesse negócio de maternidade. Ela fez quatro meses e eu... bem, eu tive que voltar ao trabalho. Para isso, adotei alguns hábitos, como amamentar a Aurora enquanto ela dorme. Por que? Bem, porque ela não aceita a mamadeira nem a custo de reza brava (mas isso é assunto pra texto específico, prometo). Nesses primeiros dias, ela mamou às 5h da manhã e só mamou novamente às 9h40, quando eu voltei.

Viagem

Em julho, vamos tirar férias. Bem, esse é o plano. E, ainda segundo nossos planos, a ideia é fazer uma super viagem. Claro que, como ainda são planos, vou manter segredo. Prometo que assim que confirmarmos, eu conto aqui, em primeira mão.

Mudando

Bem, a Aurora é assunto principal, mas não é o único assunto. A Rachel também é. Minha sobrinha está quase chegando. A Aline está lá, grandona, com um nariz enorme, e sofrendo ainda mais com o calor desta época nos Estados Unidos. A parte boa é que no final de julho a gente vai ter outro bebê na família. #VemRac #titiaama

Outro baby

O mês de junho já era especial pro meu querido-padrinho Júnior, mas este foi muito mais. Muito, infinitamente mais. No dia 13, nasceu sua filha Alice. Pelos planos dele e da mamãe Lohana, a princesa nasceria no dia 14, mas a última palavra foi dela. O casal está em êxtase. E nós também, claro, afinal de contas, a Alice, com toda certeza, será amiga da Aurora. Beijo especial aos queridos! Monte de bençãos de Deus sobre a família.

Casamento

Enquanto uns têm filhos (no caso, eu, a Aline e todas as amigas), outros se casam. E 2016 será o ano da Vaninha, amiga linda. Estamos aguardando ansiosamente a chegada de outubro para estrear a Aurora no mundo das festas. Ai, que ansiedade! Estamos contando os dias!

Casamento II


Vaninha e Fabiano casam em 2016, certo. Em 2017 será a vez da Fernanda e do Marcelo, que estão morando em Fortaleza e se casam em pleno carnaval. Tomara que esses meses passem logo! Parabéns, amigas! Que Deus abençoe desde já.

Credencial internacional

Embora minha região não tenha um sindicato reconhecido pela Federação de Jornalistas (e pela categoria, que fique claro), eu consegui minha credencial internacional. Deu trabalho, porque precisei ir a Niterói fazer a solicitação, levar documentação, assinar e tal, mas consegui!

domingo, maio 08, 2016

Mães, não é exagero

Confesso que eu tinha mania de julgar "exagero"  muita coisa que eu ouvia na vida. Não, nem só as coisas ligadas à maternidade, mas tudo. Achava exagero as gentes que dão  importância desenfreada a algo que, ao meu ver, seria perfeitamente relevável, achava exagero gargalhadas e choros extremos, achava exagero roupas de frio tiradas do armário devido às chuvas de março, achava exagero festas de um ano homéricas e mais um monte de costume de pessoas por aí.
Agora, tudo mudou. Certamente tem a ver com o fato de que eu mudei depois que a Aurora chegou. Pra mim, hoje, nada mais é exagero. Ou talvez a colocação certa seja "eu, hoje, não julgo mais nada". É, é isso. Vai ver, muitas das situações continuam sendo exagero, mas agora não me importam mais.
E não me importam, porque vi que, nas questões ligadas à maternidade, nada é exagero. Nada mesmo. E nas outras questões da vida, cada um vive como quer, ninguém - leia-se "ninguém", tem nada a ver com isso. 
E, quando o assunto é a  maternidade, nada mais exagerado, pra começar, como o que sempre ouvi de todo mundo: esse negócio de amor além do entendimento. Talvez pelo fato de me considerar razoável com as palavras, sempre acreditei que as pessoas diziam que o amor por um filho é inexplicável, eram as pessoas que não tinham muita capacidade de definir algo. Tadinha de mim. Em dois meses e meio, eu constatei que é exatamente o que todo mundo sempre disse: não há palavras para explicar. E não há exagero nenhum nisso. Dá pra tentar chegar perto, mesmo tendo certeza de que ficará longe.
Palavra como "perfeito" é uma delas, mas tenho a sensação de que não exprime com exatidão esse amor que passou a arder no meu peito. Perfeito é pouco. É um sentimento que enche de alegria e, no momento seguinte, de temor. Alegria por existir e temor por algo que possa fazer essa pessoinha sofrer, ou chorar. É uma alegria tão grande que dá vontade de chorar. E eu faço isso. Faço quando olho pra ela e ela sorri. Faço quando sinto a cabecinha dela relaxar no meu braço. Faço quando ela está mamando e, me olhando, larga o peito e sorri. Faço isso quando ela chora por algo que eu ainda não compreendo. Faço quando levanto de madrugada para ver se ela ainda respira, e, no quarto dela, a encontro adormecida serena, com os dois bracinhos posicionados ao lado da cabeça. Choro quando escrevo sobre ela, como agora. Choro sem motivo, embora tenha a clara sensação de ter ficado mais forte desde que ela chegou.


Achava exagero ouvir uma mãe dizer: "meu filho é a minha vida". Imagina se isso seria possível.no meu julgamento! "Claro que esse negócio de maternidade é intenso, lindo e cheio de amor", mas "meu filho é a minha vida" é, obviamente, um exagero, dito apenas por quem não consegue colocar esse amor em palavras. Ah, que inocência a minha... esse negócio de "meu filho é a minha vida" é literal. Sem exagero. Dizer que a Aurora é a minha vida é bem comum pra mim. Digo isso a ela o tempo todo. E repito quando alguém pergunta "e aí? Como é ser mãe?". Repito, sem medo de as pessoas pensarem que é exagero. Ainda mais se essas pessoas não tiverem filhos. Eu já julguei exagero, então, deixo que me julguem. Não me importo. A Aurora é a minha vida. E nada do que não quero pra mim, quero pra ela. Aliás, aprendi que há, sim, alguém mais importante que eu nessa vida. Alguém que merece só coisas boas, mesmo que isso custe renúncias. Aprendi que o amor que a gente tem pelo nosso pai ou nossa mãe é imenso e igualmente inexplicável, mas é menor que o amor que temos por um filho, se é que isso é possível. Quem discordar, me julgue. Não ligo.
"O choro do meu filho dói em mim", Outro célebre exagero que cansei de ouvir por aí. Bem, exagero, até que a Aurora chorou pela primeira vez. Claro que no começo, os choros todos são complicados. E ficam assim, até que a gente aprenda - ou ache que aprendeu - a entender cada choro e eliminar as possibilidades de causa. Só que, mesmo entendendo um choro como fome, frio, calor ou cansaço, qualquer que seja o choro, dói mais em mim do que nela. Com toda a certeza. Dói mesmo, de verdade. Dói como se alguém me estivesse machucando. E se o choro for sentido, daqueles com beicinho, aí a dor é de cortar. Lembro que nos primeiros dias de vida da Aurora, uma vez, enquanto dormia - e eu velava seu sono, ela fez um beicinho e começou a chorar. Não havia nada de errado, mesmo assim ela continuou com aquele choro sentido, como se estivesse triste, mas dormindo. Eu fiz o que? Tirei do berço e a acordei. É, não precisava, eu sei, mas estamos falando de exagero, certo? Na minha cabeça,  naquele momento, se eu a acordasse, a tiraria daquele - qual? - sofrimento. E eu fiz, sem pensar. Ela acordou, resmungou por alguns segundos e voltou ao sono sereno. Pronto, eu consegui tirá-la daquele sofrimento. Qualquer que fosse. Se é que era mesmo.
E se alguém dizia que se arrependeu de ser mãe,  mas não de ter aquele filho? Pra mim,, além de exagero, aquele sentimento era, no mínimo, burro. Como assim alguém pode se arrepender de ser mãe, mas não de ter tido aquele filho? Hoje eu entendo que é perfeitamente aceitável ouvir essa loucura. É possível, sim, que alguém pode se arrepender de ter decidido - ou não - por ter um filho. Entendo que isso é, de fato, uma decisão muito séria, e que vai mudar pra sempre a vida de alguém. Mas se arrepender de ter tido aquele filho, não, não é possível. Confuso, né? Pois é. burro, eu disse. Não há meio de eu me arrepender de ter tido a Aurora. De forma alguma.
Certa vez, quando ainda estava grávida, uma amiga me disse que eu acordaria para dar de mamar de madrugada, cansada, querendo dormir e, logo que visse o rostinho da Aurora, ou que começasse a dar de mamar, eu esqueceria tudo e viveria aquele momento. Mais um exagero Pelo menos até que eu vivi isso. Aquele sono pesado, das 2 horas da manhã, despertado pelo choro do mamá, que se dissipa assim que eu abro o mosquiteiro do berço e vejo aquele sorriso banguela da Aurora, me olhando e pedindo mamá. No minuto seguinte, ela nos braços, sugando freneticamente e me olhando antes de fechar os olhos e voltar a dormir. É, sim, de esquecer tudo: o sono, o frio, os problemas, o mundo. Não há nada mais maternal que o momento de amamentar. Seja na mamadeira, no copinho, na chuquinha ou no seio. Aquele olhar de agradecimento me faz a pessoa mais feliz do mundo, com a certeza de que Deus não poderia ter criado nada mais perfeito que o ciclo da vida.
E quando o assunto é o sorriso de um filho? Ah, mas decididamente não há exagero nenhum nisso. O sorriso da Aurora me faz a pessoa mais feliz que pode haver no mundo. Cada sorrisinho dela é como se o tempo parasse, como se os planetas se alinhassem, o que quer que isso signifique. Pra mim, é como se o mundo inteiro estivesse contemplando a beleza do olhar dela, a serenidade do sorriso e toda a graça daquela boca banguela. E fazer ela sorrir é pelo que eu vivo hoje. Vê-la arreganhar aquela gargalhada é a cena mais linda que eu já presenciei e com toda a certeza, me faz sorrir só de pensar. Tem como não achar isso exagero? Duvido!
E esses exageros que deixaram de ser exageros passam também pela renúncia ao trabalho para viver a maternidade durante 100% do tempo, da forma como cada mulher lida com a gravidez, a escolha do tipo de parto, como cada mãe encara e vive a amamentação, como escolhe o que dar e o que não dar de comer ao bebê, o que vestir, o que ensinar, como o faz dormir, os argumentos para convencê-lo do que é certo e errado... e por aí vai. 
Todo exagero deixou de existir no exato momento em que eu passei a experimentar o quão linda e perfeita é a benção da maternidade. E nesse negócio de Dia das Mães, percebo que a maior verdade de todas é que cada uma de nós, com seu devido exagero, com seus julgamentos, com suas possibilidades e maneiras de criar seus filhos, vive a maternidade de forma intensa. Ou, pelo menos, deveria. Com talento, como a minha mãe, minha avó e minha sogra, essas duas últimas que já dormem no Senhor, ou sem talento, como eu achava que era - e devo ser mesmo. Ou como minha querida irmã Mônica, que nasceu para ser mãe, mas Deus a recolheu antes de realizar este sonho. Não importa a habilidade de cada uma, apenas o tamanho do amor dispensado em cada momento. E não, não é exagero querer mostrar ao mundo o tamanho desse amor, o quanto ele é sublime, o quanto ele é contagiante, emocionante, verdadeiro e, mais importante que isso, simplesmente puro.
Não ligo se dizem que isso ou aquilo é exagero ou errado. Não me importo que digam que eu não deveria fazer deste ou daquele jeito. Não quero saber o que pensam sobre a "minha maternidade", caso essa opinião não vá me acrescentar nada. Não quero ouvir o que têm a dizer sobre maternidade, se essa opinião é teórica. Quero, sim, saber o que outra mãe já viveu, já sentiu. Quero saber como dorme a mãe que perdeu um filho e o que ela vive na pele. Porque, com absoluta certeza, ela não sabe explicar a dor da perda. assim como eu não sei explicar o amor. Quero que as pessoas tentem definir este sentimento, se esforcem pra colocar em palavras algo tão sublime, tão perfeito, tão sem-palavra. E se não o fizerem, que vivam. De verdade. Intensamente. Sem julgamentos. E, de preferência, da forma mas exagerada possível.


Ah, à minha mãe, toda a minha gratidão, e o meu amor. Hoje eu entendo tudo! Nada era exagero!

quinta-feira, abril 14, 2016

As novidades

Muita coisa!

Desta vez, a minha justificativa plenamente aceitável, é muito simples: a vida ta bem corrida e a falta de habilidade pra lidar com tanta correria está me deixando bem ocupada. A vida com a Aurora é uma delícia, mas não é fácil. Por isso,depois de tanto tempo, cá estou eu, com meu já manjado Rápidas.

A outra mãe



Ainda não falei isso publicamente....  mas farei isso agora. Todos dizem que quando nasce um bebê, nasce uma mãe. Provavelmente meus três leitores já ouviram isso por aí. Aqui, aconteceu um fato curioso. Em mim, a mãe ta nascendo. Um pouquinho a cada dia. Mas isso não significa que a Aurora está "órfã" de mãe. Por que? Ora, simplesmente porque a mãe nasceu completa no Devan. Verdade, gente. Nunca vi um pai com tanto talento de mãe! Banho - de chuveiro!, fraldas, cólicas, unhas, combinação de roupas com laços, hora de dormir, cabelo, remédios, vacinas.... inacreditavelmente, o pai, que antes de Aurora não tinha coragem de pegar um bebê, teve um surto e agora é mãe também!


As visitas

A parte mais legal, envolvendo gente de fora, desse negócio de ter um bebê em casa é, sem dúvida nenhuma, as visitas. Gente que a gente ama, mas que fica algum tempo sem ver, porque todo mundo tem muito o que fazer, aparece! Desde que chegamos em casa, Aurora e eu estamos recebendo cada gente linda.... obrigada a todos e todas. Amamos muito vocês!


A rotina

A vida com a Aurora, como eu disse, ta uma delícia. Não tem nada mais perfeito neste mundo inteirinho. E a rotina, embora eu já esteja me acostumando, não é simples. Nos primeiros dias, ela dormia quase o tempo todo. Depois, passou a ficar mais tempo acordada. Agora, o tempo dela "ligadona" aumentou mais um pouquinho. E isso fez a mamãe aqui ficar meio doida no começo. Passou. Até as noites, com mamadas de duas em duas horas, em média, já estão na lista dos "costumes".


Falando nisso...

Ah, falei em mamada e me lembrei que não posso, de jeito nenhum, deixar de falar no assunto. Rapidamente, claro. Não há nada mais sublime na face da terra, quando o assunto é maternidade. É perfeito e agradeço a Deus todos os dias por me permitir ter essa sensação. Ter a Aurora nos meus braços, independentemente do meu cansaço, é a parte mais linda desse negócio de ser mãe. O olhar dela, fixo em mim, é de dar vontade de chorar. Saber que eu a estou alimentando, que ela é 100% dependente de mim e que dar o peito a ela é estreitar o vínculo entre nós duas, é de emocionar. De verdade.




Crescendo

E é tanto mamá que essa menina quer todos os dias, que ela está na casa dos cinco quilos. Deliciosamente fofa! Bochechas enormes parece que estão sendo sua marca registrada. E isso vem deixando todo mundo apaixonado!



Pés
Ela ta crescendo sim. Lindamente. De um jeito que deixa todo mundo boquiaberto. O único problema, que nem é tão problema assim, são os pés dela. Com 50 dias - a idade dela hoje, quase todos os bebês já usa sapato. A Aurora, não. E não tem nada a ver com ter ou não ter sapatos (ela tem 32 pares). Tem a ver com os pés delas serem muito magros e ficarem dançando dentro de todos os sapatos. Eu não vejo a hora de começar a usar aquelas maravilhas... tem verde, preto, lilás, rosa, de verniz, de flor, de laço, tênis, bota, sapatilha.... Ai, Deus!


Família

E nós, que antes éramos um casal, agora somos uma família. A sensação de que somos mais, é muito boa. E melhor ainda é sabermos que todos os nossos parentes estão nos ajudando nessa nova composição. Meus pais, a Aline - mesmo longe, minhas tias e primos, os irmãos do Devan, os sobrinhos.... todo mundo presente. E babando, claro. Nunca vida tanta gente boba junto, quando o assunto é um bebê. Obrigada a todos.


Cuidados

A Aurora ta linda. Vive cheirosa, sempre bela, usa brinco, pulseira personalizada e, claro, já tem nos lábios um sorriso que cativa a todos. Eu, em compensação, ando quase pedindo socorro. Os cabelos andam gritando por química, como nunca antes na história deste país. E pra evitar assustar as pessoas, especialmente a Aurora, essa crina encaracolada está sempre presa, por um elástico e muito gel. É, não tem outra forma de segurar a brabera dos fios. Que Deus nos ajude por mais alguns meses....


Saídas

Essa semana, depois de dois meses, eu voltei a dirigir. Não que eu estivesse esperando completar este tempo para voltar ao volante. O caso é que, como o Devan tirou férias em março, acabei não precisando dirigir, porque estava sempre com ele. E como ele já voltou ao batente, ou eu voltava, ou voltava. E voltei com força total! Já levei a Aurora pra conhecer as titias Celuta e Angela, pra ver as titias da escola Valdir Bedê, pra almoçar no restaurante da tia Birinha. Ela já foi à casinha da tia Eliete, à rádio... sempre muito comportada!



Amiguinhos

A Aurora nasceu no dia 23 de fevereiro, no mesmo dia do Logan, dos queridos padrinhos Rony e Daniela. Antes dela, vieram outros amiguinhos...vários. O Pedro da Gisa, a Melissa da Vivi, A Helena da Aline, o Francisco da Guiliane, o Marcelinho do Marcelo, a Letícia da Patty, a Valentina da Abinoã, o João Norton da Kenia, a Mariana do Leandro e mais alguns. Depois dela, vieram o Theo da Cris e do Betinho, e o Israel da Angélica. E estão chegando a Alice da Lohana, o Carlos Henrique da Jaque, a Rachel da minha Aline, o outro do Marcelo e o primeiro da Iza e mais outros vários. Daqui a alguns anos, vai ser difícil segurar essa galera!


Fotos

E meus três leitores sabem bem da minha paixão por fotos. Não, não estou falando de tirar fotos nem se sair em fotos. To falando de revelar fotos! Sim, aquela minha paixão que já me rendeu algumas centenas de fotos no papel. E agora que a Aurora nasceu, o negócio ficou mais sério! Essa semana, chegam pra mim 200 fotos reveladas, quase todas dela. Aliás, as que não têm ela, propriamente dita, têm ela na minha barriga e ela nas mãos do médico, na hora da cirurgia. Ai, que não to aguentando de curiosidade e expectativa. Prometo texto especial sobre isso!