O domingo é um dia que passa rápido mesmo. Nunca conseguimos fazer nada neste dia, mas não porque o domingo seja um dia destinado à preguiça, e sim por ser o dia de domingo mais corrido, daqueles que a 24 horas não parecem ser, na prática, mais que seis. Ou um quarto dos outros dias. De trabalho, especialmente.
Ah, e que fique claro que isso não é uma reclamação, mas uma constatação, apenas.
Hoje eu, só pra copiar todos os dias, acordei cedo. Antes das 8. E, como em todos os outros domingos, sem vontade absoluta de me dedicar a alguma coisa interessante. Ou que me rendesse algum fruto. Pelo menos algum fruto prático.
Às 8 e 20 abri minha gaveta de DVDs. Sim, nem precisa fazer essa cara de "não to acreditando", porque foi exatamente isso o que eu fiz, para fazer exatamente isso o que qualquer ser humano normal não faria num domingo antes das 8 e meia da manhã.
Muitas novidades na minha gaveta, mas nada que despetasse o meu interesse imediato. Queria um título que me segurasse por horas em frente à TV.
Peguei O Senhor dos Anéis, mas desisti, afinal, queria só algumas horas e não alguns dias. Descartei.
O seguinte foi Identidade Bournie. Sim, são três filmes: Identidade, Supremacia e Ultimato. Era uma possibilidade.
Próximo: Matrix. Bela opção, mas assisti aos três domingo desses. Descartei.
Residente Evil. Bom. Bom, não. Excelente. Outra possibilidade.
A minissérie Engraçadinha. Nããão, não pra um domingo de manhã. Descartei.
A segunda temporada de 24 horas, que nunca me animei pra assistir. Ah, não... muita ação e prisão de respiração para uma manhã fria como a de hoje. Descartei.
Friends. Sim, Friends! Tem pelo menos seis temporadas pra eu assistir ainda. É, mas só de pensar que preciso pensar em qual foi o último episódio que assiti... descartei.
A opção seguinte foi Harry Potter. Tem os cinco aqui, mas acabei desistindo, pra guardar minhas forças pra ver O Enigma do Príncipe esta semana. Descartei.
A minissérie O Quinto do Infernos. Boa opção, mas logo me lembrei que da última vez que comecei a assistir, parei com um bom argumento. E como não me lembrei do argumento, descartei.
Carrie, Miranda, Sam e Charlotte me cansaram na semana passada. Preciso de pelo menos oito meses pra me animar a ver outras duas temporadas. Descartei.
X-Men. Sim, X-Men! São três filmes, não muito grandes. Decidido.
Daquela hora até agora há pouco eu estava embaixo do edredon, com um xícara de chocolate quente e a trilogia X-Men.
Tinha me esquecido como é bom! Extremamente bem produzido, bem dirigido, roteiro ótimo, efeitos especiais supreendentes, gente bonita, tramas sensacionais!
Empreguei bem as horas da minha manhã que seriam dedicadas ao ócio.
Domingo, Julho 19, 2009
Manhã de cinema
Quinta-feira, Julho 16, 2009
Festa
É. Essa semana teve o Prêmio Mérito Lojista. Quase como no ano passado, a festa foi legal. Mais, eu diria, pelo povo que, diferente do ano passado, que eu não permaneci lá por muito tempo por motivo de força - muito - maior, eu encontrei nesta edição da festa.

Quarta-feira, Julho 15, 2009
Por que tem que ser assim?
Eu sempre pergunto isso. Sempre mesmo. Em qualquer situação eu pergunto por que tem que ser assim. Pode ser engraçado, sério ou dramático. No começo, a pergunta tinha um questionamento sincero, e era feita buscando, de fato, uma explicação, mas hoje, confesso, ela sai naturalmente, como o "desculpa, to muito arrependida" ou o "como assim?", que já viraram mania entre os meus amigos.
Essa semana, eu separei uns DVDs do seriado americano Sex and the city, que eu tenho aqui faz um tempão e nunca tinha tido ânimo pra assistir. Como já tinha assistido a primeira temporada, assim que eu comprei toda a série, separei a segunda e terceira temporadas para, como diria meu querido amigo Luis Cláudio, pras horas difíceis.
E não foram poucas as horas difíceis na última semana. Muitos problemas, viagens e pessoas me tiraram o sono. Resultado? Era só ligar o DVD e já entrava lá, no ponto exato que eu havia deixado pra me dar uma estimulada a assistir (sim, aquelas introduções todas sempre me desanimam).
As horas difíceis passaram, assim como pela minha TV as duas temporadas do seriado inteiras. É... em três ou quatro noites insones e preocupadas eu assisti a segunda e terceira temporada completas. Nem viria ao caso, mas posso até incluir aqui que são 22 episódios cada uma, com uma média de 28 minutos cada um deles. Quem quiser, termine o seguinte cálculo: 22 em cada temporada, 44 episódios ao todo, multiplicado por 28 minutos... dá aí... ah, sei lá. To com preguiça e nem quero saber ao certo quantas horas de sono perdi.
Ta, mas o assunto deste post não tem nada a ver - pelo menos não é a intenção - com as colunas da minha agora querida Carrie Bradshaw. O assunto passou despercebido por mim muitas vezes, mas não desta. Chamou tanto a minha atenção uma das colunas "O Sexo e a Cidade", da simpática e neurótica personagem da Sarah Jessica Parker, que eu anotei o assunto no caderninho que tenho na cabeceira da minha cama. Por dois motivos: pra eu, no dia seguinte, saber se era mesmo um tema a ser questionado na minha vida e pra eu não esquecer, como faço com quase tudo o que penso.
Todo mundo já ouviu que "quando a esmola é muita, o santo desconfia". É... muita gente fala isso por aí. É um ditado empregado em diferentes situações. E foi isso o que me chamou a atenção.
Tava lá a Carrie no episódio chamado "Carma", em que ela passa por uma maré de azar depois de começar um romance com seu ex, o Senhor Big, agora casado. Talvez a pergunta nem coubesse, se não fosse o fato de que, na ocasião, ela estava namorando um homem lindo, que a amava, lhe dava tudo, a fazia feliz... enfim. Ela diz exatamente: "Se não é difícil, você não acredita que é verdade. Quando as coisas são fáceis demais, nós suspeitamos. Precisam ser complicadas para que acreditemos que são reais?".
Na semana passada, uma amiga me pegou de surpresa com uma pergunta sem o menor fundamento: "E se eu chegar lá e ele aparecer com a namorada dele?". A minha resposta: "Ele te convidou pra sair! Tudo o que ele não quer é que você descubra que ele tem uma namorada, não acha? Se é que ele tem uma". Aparentemente, ela aceitou o meu argumento e fechou a conversa: "Eu sou neurótica mesmo".
Talvez neurótica não seja a palavra, mas que não tem o menor cabimento alguém não acreditar num fato, só por estar fácil demais ou por não se achar merecedor, ah, isso não tem mesmo.
Dia desses eu me peguei numa situação. Nem cabe aqui detalhar, mas o que aconteceu foi que, por me julgar pouco merecedora, abri mão. Simplesmente abstrai-me da oportunidade.
E depois fiquei pensando.
Por que todo mundo insiste em se achar não merecedor? Por que pra ser verdade, tem que, necessariamente, ser difícil? Caramba! Não tinha que ser assim.
Se a esmola é demais, o santo que deixe essa preocupação pra outro beato qualquer e aproveite os benefícios que aquela esmola pode proporcionar (não literalmente, gente, pelo amor de Deus!).
Se ta difícil, que chato, vamos nos dedicar a trabalhar para que algo aconteça: mudança, melhoria... sei lá.
Mas se está fácil, temos que fazer diferente. Temos que viver, simplesmente. Não há motivos para se julgar "i"-merecedor. Não há nessa vida algo que nos faça não merecer algo bom.
Sou suficiente boa para ter aquilo de melhor que a vida tem pra me oferecer. E suficiente ruim para ter aquilo nem tão bom que ta me esperando por aí.
Só preciso me conscientizar disso. E esperar essa TPM passar!
Terça-feira, Julho 14, 2009
Melhor que o certo
"Femenino" é como "estrupo". Pensa comigo... a palavra "estrupo" traduz com muito mais clareza a brutalidade do crime, diferente de "estupro", que transmite uma preocupação desnecessária com a cultura. Sobre o "femenino", a palavra que a origina não é fêmea? Então... "femenino" é como "estrupo": melhor que o certo!Erro apoiado. E perdoado, já que eu mesma tratei de justificá-lo.
....
Ta bom, gente. Retiro o apoio. Mas mantenho o perdão.
Segunda-feira, Julho 13, 2009
EREJAC
Para alguns dos meus três leitores que solicitaram informações sobre o Encontro Regional de Jornalistas em Assessoria de Imprensa, é só clicar aqui para ter acesso a tudo sobre o evento.
Vale lembrar que o EREJAC está sendo organizado pelo Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Rio de Janeiro, com o apoio da Prefeitura de Quatis.
Nos vemos lá!
Sofrendo o Twitter
Eu só tinha ouvido falar muito mal. Daqueles “ouvido falar” que a gente nem se lembra de onde veio, mas sabe que veio.
Dia desses eu tava no MSN com minha querida Danna Montana, e ela pra mim: “Você precisa de um twitter” (como se fosse algo parecidocom oxigênio, vitamina, sais minerais ou uma dieta qualquer, coisas das quais a gente precisa messssmo). Eu: “que trem é isso?”. Ela deu aquelas risadinhas cínicas que todo mundo dá no MSN, com um questionamento subentendido: “Ah... você não sabe?”. Eu disse que já tinha ouvido falar, mas que não sabia absolutamente nada do assunto. No íntimo do meu coração, sem porém dizer, eu até cheguei a questionar se esse negócio seria um novo Orkut, como vários outros que surgiram depois que o pioneiro foi lançado, ou um novo MSN... sei lá... ao menos parecido. Mas não expus minha dúvida pessoal à Danna.
E ela me explicou. O que ela me disse, confesso, não me convenceu muito a ingressar no território twitteano, mas me aguçou a curiosidade e o negócio de “escrever 140 caracteres, que ficam visíveis a todos” me estimulou a ir ver “qualéra”.
Preenchi aquele monte de coisa que todo cadastro pergunta. Aliás, assim como agora inventaram uma central virtual de e-mails, deviam inventar uma central – segura – de dados, para todas as vezes que a gente fosse preencher um, surgisse aquele preenchimento automático. Sério que ia poupar um trabalho emenso!
Reclamações à parte, eis que surge o meu Twitter. Isso já faz uma semana. Eu criei e como estava sem paciência (jura?), acabei deixando pra entrar outro dia e configurar tudo. Esqueci daquilo, até começar a receber e-mails dizendo que Fulano de Tal “is now following you on Twitter”. Eu absolutamente não sei o que ta dizendo essa frase e foi isso o que me fez entrar de novo no site, mas não antes de pensar: “Que saco! Onde foi que eu me meti? Mais um cadastro pra me encher a caixa de e-mails... como se eu já não sofresse e-mails diários suficientes.
E lá fui eu. Contei até dez, fiz o sinal da cruz, dei três pulinhos pra trás e me agarrei a superstições que eu nunca tive: pés de coelho, figas, trevo de três (ou seriam quatro?) folhas e tudo o mais que encontrei pelo caminho, e só então acessei o treco.
Isso foi no sábado. E, no sábado, na primeira vez que eu acessei, já tinha gente lá, me followindo.
Com toda a paciência que me é peculiar, com a internet lenta da minha casa – porque o laptop eu deixei passar o fim de semana se divertindo em Quatis – lá fui eu. Fuçando, fuçando, navegando, entrando aqui e ali, vendo o que o povo diz, o que o povo quer, o que o povo acha... dei uma mexidinha no meu profile. Nesses passeios de porco (sim, quem fuça é porco) e surfista, descobri um monte de polícia dos meus tempos áureos de Brasília por lá, monte de jornalistas amigos ou nem tanto, famosos, escritores, donas de casa, empresários e vááários fakes também, por certo.
Hoje, assim que acessei a internet, logo às 8 horas da manhã, já tratei de deixar o meu Twitter aberto. Com uma foto by Mary de Paula, pra todo mundo ver. Vendo as coisas acontecerem.
Já até tenho planos pra ele... colocar uma foto bem legal no ‘fundo’ da tela, mudar a cor e outras cositas más.
Quero ver até onde eu vou dar conta. Até onde eu vou conseguir manter mais isso pra tomar um pouco do tempo que já andava tão escasso na minha vida.
Quem dos meus três leitores quiser, é só ‘me acessar’ (dá, não dá?). To lá como flanastacio. Isso ajuda alguma coisa? Não sei... até porque a Danna mesmo, eu nunca mais consegui encontrar.
De todo jeito, essa é minha nova fase. A fase de sofrer um Twitter.
Domingo, Julho 12, 2009
Domingão
Querido Diário,
O fim de semana chegou e acabou. Aliás, pra quem eu tenho que ligar, pra que os dois dias do fim de semana durem um pouquinho mais? Nãão, não quero que a segunda se una e se transforme num terceiro dia de descanso, mas que as 48 horas que compõem a nossa folga semanal demore um pouco mais pra acabar. Ah, passa muito rápido....
Hoje já é domingo à noite! Só de pensar que há dois minutos eu tava postando a chegada da sexta-feira... e agora já to postando que daqui a pouco mais de oito horas eu já vou estar em Quatis, e depois em Resende e depois em Volta Redonda e logo logo já será sexta-feira de novo.
O fim de semana passou mais rápido ainda, porque foi cheio por aqui. Ontem eu fui à Festa Julina do Waldir Bedê, em Santa Rita do Zarur, lá na escola que a minha mamãeginha trabalha. Foi ótimo! Além de todas as comidas que fazem parte do evento - e que me fazem feliz nesta época do ano - eu reencontrei um povo que andava sumido na minha vida. Adorei revê-los... especialmente a Beth, que há muito eu não via.
Como levei o Devan, foi também a noite das apresentações, porque as meninas ainda não o conheciam.
A noite de sábado foi de pizza frita, feijão amigo, torta de chocolate, salsichão, canjica e mais um montão de coisas. A minha foi só de pizza frita e torta de chocolate, porque, apesar de amar todo o resto, não cabia... rsrsrs.
Depois, passadinha na casa de vovoginha, pra dar um alô. E o cansaço chegou tão rápido que nem fomos lá pra fogueira do Frad. Tava até com vontade de sentar pertinho do fogo e dar gargalhadas, vendo o povo tomar vinho e assar marshmallows e espigas de milho, mas nós não demos conta.
O domingo, claro, foi dia de não fazer nada. Casinha, almoço com papai, mamãe e Devan, jogo do Flamengo, culto, Devan trabalhando, providências para o dia de amanhã e... cama!
Com direito a mensagem antes de dormir. Adoro!
Sexta-feira, Julho 10, 2009
A sexta-feira chegou...
Querido Diário,
Hoje já é sexta-feira. A semana passou tão rápido que eu nem vi.
Todos os dias foram de muito trabalho e algumas novidades também. Umas boas, outras nem tanto...
Preciso descansar no fim de semana, porque o volume de trabalho deve pelo menos dobrar na próxima semana. Tomara que eu consiga.
E eu nem sei como vou conseguir descansar... o fim de semana promete! Hoje, pelo andar da carruagem, tem encontrinho com o Rafael, que veio do Sul visitar a região e estamos com saudade. Só vamos vê-lo se ele desistir de um futebol piorado, com amigos piorados dele... quero só ver.
Amanhã tem Festa Julina lá na Escola Valdir Bedê. Minha mãe está trabalhando para caramba desde a semana passada, pra tudo correr bem. E eu vou lá, só desfrutar....
E vou levar a Thais também. Ela ta precisando espairecer. E comigo, é diversão garantida ou o dinheiro de volta!
Se eu der conta, passo por aqui no fim de semana para abastecer meus três leitores de novidades. Se não, fica pra segunda...
Quinta-feira, Julho 09, 2009
EREJAC
Quarta-feira, Julho 08, 2009
A crise

Segunda-feira, Julho 06, 2009
Domingo, Julho 05, 2009
O meu domingo

Como não bastasse eu furando toda a beira do campo com o salto, a Mary fez questão de atuar como uma rainha, quando o povo foi transferir a tenda para o local onde seria a assinatura do contrato. Os meninos (o Devan, inclusive) atravessaram o campo carregando a tenda com a Mary embaixo dela, fugindo do sol e carregando o troféu, só pra disfarçar. Dá pra acreditar? Eu imaginei que não daria, por isso fiz a foto...

Ainda bem que logo o domingo terminou, sem que eu conseguisse registrar um monte de outras coisas erradas que apareceram...
Sábado, Julho 04, 2009
Você sabe?*
Quem costuma culpar a voz ou garganta por desafinar sempre que se arrisca a cantar no chuveiro ou numa roda de violão, além de errar o tom na hora da cantoria também se engana ao escolher o culpado por estragar a música.
O verdadeira vilão nesses casos é o cérebro do cantor, segundo a fonoaudióloga especialista em voz Ligia Motta. Isso porque a habilidade de cantar na nota correta de uma música está ligada à capacidade mental de identificar, por meio da audição, a nota que está sendo executada, e articular a voz adequadamente para acompanhar a melodia.
Apesar das diferenças de voz entre um pessoa e outra, todas que têm o aparelho fonador saudável detém capacidade física para cantar de forma afinada, mas para isso é preciso desenvolver a percepção auditiva e a colocação da voz. "E isso pode ser desenvolvido estudando instrumentos musicais, por exemplo", diz.De acordo com o professor Claudio Paiva, vice-diretor da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, dependendo da temperatura e do tempo de exposição ao calor, o corpo humano pode não resitir. O médico explica que um dos principais perigos do calor excessivo é a desidratação.

"Quando o corpo começa a perder líquido, ocorre a desidratação, a diminuição do volume. O coração precisa bater mais rápido, o rim pode parar de funcionar, causando insuficiência renal". Outra ameaça é a lesão de tecidos. Além dos raios solares, que podem danificar a pele, a respiração de ar muito quente pode destruir o tecido pulmonar, impedindo a troca de oxigênio.
"O corpo humano está preparado para funcionar normalmente em 30 e poucos graus. Cada grau acima de 38 graus, ele perde 10% de calor", diz o médico, acrescentando que os grandes riscos aparecem quando a temperatura atinge cerca de 45 graus. Em locais onde é comum chegar a tanto, como no deserto, é fundamental manter-se na sombra e ingerir liquidos.
Sexta-feira, Julho 03, 2009
Quinta-feira, Julho 02, 2009
Quarta-feira, Julho 01, 2009
Somos quem podemos ser
Ultimamente, o CD da vez na minha vida está sendo, de novo, o Acústico dos Engenheiros do Hawaii. Sou fã inveterada dos caras, das músicas, dos arranjos, das participações e, principalmente, das letras, que sempre trazem, subentendidos, assuntos sérios, que rendem boas discussões.
Como o meu marcador "Música" tava um pouco esquecido, resolvi colocar essa letra aqui. Vale ler, e - tentar - entender o que quer dizer.
Um dia me disseram
Que as nuvens
Não eram de algodão
Um dia me disseram
Que os ventos
Às vezes erram a direção
E tudo ficou tão claro
Um intervalo na escuridão
Uma estrela de brilho raro
Um disparo para um coração...
A vida imita o vídeo
Garotos inventam
Um novo inglês
Vivendo num país sedento
Um momento de embriaguez...
Somos quem podemos ser...
Sonhos que podemos ter...
Um dia me disseram
Quem eram os donos
Da situação
Sem querer eles me deram
As chaves que abrem
Essa prisão
E tudo ficou tão claro
O que era raro, ficou comum
Como um dia depois do outro
Como um dia, um dia comum...
A vida imita o vídeo
Garotos inventam
Um novo inglês
Vivendo num país sedento
Um momento de embriaguez...
Somos quem podemos ser...
Sonhos que podemos ter...
Um dia me disseram
Que as nuvens
Não eram de algodão
Sem querer eles me deram as chaves que abrem essa prisão
Quem ocupa o trono
Tem culpa
Quem oculta o crime
Também
Quem duvida da vida
Tem culpa
Quem evita a dúvida
Também tem...
Somos quem podemos ser...
Sonhos que podemos ter...
Segunda-feira, Junho 29, 2009
Rápidas
No fim de semana, foi dia de receber o povo em casa. Flávia e André, Samanta, Moti, Tha e Eduardo, Haline com agá, Thaissa e Carla, Gigi, o Milton, que sumiu de repente e o Max, que nunca mais deu as caras.
Muita coisa pra fazer com o povo. Comer o tanto de comida que todo mundo providenciou, beber todas as cervejas e vinhos que tinha, cantar parabéns à meia-noite pro Eduardo e, a parte mais importante da noite: jogar Imagem e Ação.
Nossas partidas de Imagem e Ação são sempre, sempre, sempre, cheias de gargalhadas, revisões de desenhos e raizes que parecem mais o perfil do corpo da Gigi. Desta vez não foi diferente. Teve muita gargalhada, mímicas de matar todo mundo de rir e o André que, em vez de fazer o gesto, insistia em compartilhar com a equipe dele a palavra que tinha lido na cartinha.
Como não bastasse toda a bagunça do povo, depois do cansaço que o Imagem e Ação causou, tem uma galera que se reuniu na sala, para jogar adedanha. Dá pra acreditar? Naquele esquema de sentar, escrever num papelzinho "nome, cidade, cigarro, carro, cor, objeto" e mais um monte de coisas, sortear uma letra e escrever rapidinho.
Nessa adedanha, apareceu o carro Zafira, começando com a letra "s" e outras pérolas inenarráveis. O autor dessa troca de z pelo s aí, explicou: "Só queria ver se tava todo mundo atento".
À meia-noite em ponto, nós cantamos parabéns para o Eduardo. Ele tava fazendo 31 aninhos, com direito a bolo confeitado, presente e tudo o mais....
Tinha gente querendo agitar uma partida de War Império Romano, mas quem disse que o resto do povo deixou? O que aconteceu, na verdade, é que o povo pró War iria ficar lá quatro horas jogando, e todos os outros (os contra War) ficaram com medo de serem deixados pra escanteio.
Depois de um tempão, a Haline com agá se uniu a nós. Tinha vários meses que ela não aparecia. A parte chata é que ela ficou meio tímida e não quis participar conosco do nosso Imagem e Ação. Que pena... ela é boa no negócio!
O Milton, também conhecido como Zero Um, tinha sumido antes de tudo começar. Quando todo mundo estava indo embora, ele apareceu. Inacreditável!!! Ele tinha um montão de novidades e nós ficamos de papo até 4 horas da manhã. Eu tava com saudade dessas conversas....
Entre as piadas que surgiram, alguém disse que vai tentar a carreira de jornalista. Sim, agora todo mundo pode!
Sexta-feira, Junho 26, 2009
O que você mudaria?
Acho que nunca perguntei isso aos meus três leitores: se você tivesse a oportunidade de corrigir um erro na sua vida, o que você faria?
Sempre pergunto isso a um monte de gente e já ouvi várias respostas diferentes.
Talvez a resposta de cada um varie conforme o dia. Se hoje a pessoa acordou bem, sem preocupações, ela nem deve querer mudar nada, mas se acordou num daqueles dias lascados, vai querer mudar até o dia da criação.
Eu já quis mudar um monte de coisa. Já quis nascer homem. Aliás, todos os meses eu tenho vontade de ter a oportunidade de corrigir um erro e nessas épocas, eu sempre queria ter nascido homem.
Eu também já quis nascer cinco anos depois. É... em vez de nascer quando nasci, queria ter nascido cinco anos depois. Eu estaria mais longe dos 30.
Já quis ter um irmão. E já quis ter um filho.
Eu já quis ter namorado mais. Hoje, queria ter namorado menos.
Já quis ter aprendido mais, mas também já nem liguei pra essa coisa de aprendizado.
Já quis ter mordido a língua antes de falar aquilo. E já quis me enforcar por não ter dito quando precisava.
Também já quis ter nascido rica. Ou magra. E depois queria ter nascido como nasci mesmo, sendo a criança mais bonita do mundo.
Já quis esganar aquela chata. E também já amei ter ouvido aquilo que ela disse.
Dia desses eu quis mesmo voltar atrás. E eu quase fiz isso. Deveria ter feito. E se errasse, seria só mais um dentre tantos que cometo.
Já quis pegar o telefone, esquecer tudo e ligar. Quis muito ouvir "alô" do outro lado...
Eu quis uma vez, que o mundo fosse engolido e não sobrasse nada. Nada mesmo. Nessa mesma ocasião eu quis esquecer tudo. Tudo mesmo.
Eu já quis sorrir naquele dia. E também já quis morrer de raiva.
Já quis amar muito mais. E quis também poder continuar amando, sem me preocupar com nada.
Eu já quis ter tudo. E um dia eu quis ter nada. E ser tudo? Eu quis. E também ser nada.
Já quis tanta coisa. E olha que sempre que eu penso nisso, é em resposta a uma pergunta que eu mesma faço pra mim.
Confuso, né?
A parte chata é que a oportunidade de corrigir um erro, do jeito que eu penso, como se fosse possível voltar no tempo, nunca me foi dada.
As que me foram dadas, não voltando no tempo, claro, eu aproveitei.
As outras...
PEC prevê diploma para jornalistas
Brasília - A proposta de emenda à Constituição (PEC) que exige diploma de curso superior de comunicação social para o exercício da profissão de jornalista “será apresentada no mais tardar até as 18 horas da próxima quarta-feira, 1º de julho”. A informação é do autor da proposta, senador Antônio Carlos Valadares (PSB-SE).
“Pretendo ampliar ainda mais o apoio à proposta e, com isso, criar condições para que sua tramitação ocorra de forma ágil”, explica o senador. A expectativa é de que, no início da próxima semana, a PEC já conte com pelo menos 50 assinaturas de apoio dos senadores para a sua apresentação.
A emenda precisa ser aprovada por três quintos dos senadores em dois turnos, o que corresponde a 49 dos 81 votos. Antes, terá de passar pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
“Não acredito que a proposta venha a ser considerada inconstitucional, porque é uma situação bastante similar à PEC da Verticalização Política. Na época o STF julgou que as alianças entre partidos nos estados teria de, obrigatoriamente, ser estendida a todo o país. Mas por meio de uma PEC o Congresso Nacional conseguiu mudar a situação”, disse o senador à Agência Brasil.
Na opinião do ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Maurício Corrêa, a estratégia de tornar obrigatória a exigência do diploma por meio de emenda constitucional pode ser bem sucedida. “Isso é possível, mas há que se ter cuidado para que ela não seja interpretada como repreensão à decisão do Supremo”, disse à Agência Brasil.
A PEC a ser apresentada pretende acrescentar o Artigo 220A na Constituição, estabelecendo que o exercício da profissão de jornalista como privativo de portador de diploma de curso superior de comunicação social, com habilitação em jornalismo. Acrescenta também um parágrafo único ao artigo, tornando facultativa a exigência do diploma para os colaboradores.
Quinta-feira, Junho 25, 2009
Ouvido direito é mais eficiente, indica estudo
o, que é reconhecidamente mais eficiente no processamento de pedidos.Na segunda etapa da pesquisa, os pesquisadores falaram palavras sem sentido e indistinguíveis no ouvido das pessoas, esperando que elas oferecessem o ouvido direito ou esquerdo para poder ouvir melhor. Os autores do estudo observaram, então, que 58% das pessoas ofereceram o ouvido direito, enquanto 42% ofereceram o esquerdo.
Na terceira parte, os pesquisadores pediram cigarros falando a qualquer um dos ouvidos das pessoas e receberam mais cigarros das pessoas que escutaram o pedido pelo ouvido direito do que pelo esquerdo. Condescendência"Fale no ouvido direito e você envia suas palavras a uma parte mais condescendente do cérebro", afirma o artigo dos pesquisadores. "Os resultados parecem ser consistentes com a hipotética especialização dos hemisférios direito e esquerdo [do cérebro]."A professora Sophie Scott, do Instituto de Neurociência Cognitiva da University College London, concorda com as conclusões do estudo.
"Muitas pessoas processam fala e linguagem no lado esquerdo do cérebro e, apesar de isso não ser uma regra rígida, muito do que chega ao ouvido direito é processado pelo lado esquerdo do cérebro", diz Scott.
"O outro lado do cérebro é mais envolvido com coisas como interpretar emoção, e é por isso que temos esse tipo de descobertas", acrescenta. "Nós também podemos observar essa tendência com o telefone, já que a maioria naturalmente usa o gancho no ouvido direito."
Quarta-feira, Junho 24, 2009
Curso
Essa semana, participei de um curso de Marketing na Administração Pública. Durante dois dias, estive num hotel, reunida com jornalistas (diplomados), políticos e profissionais de mídia, aprendendo sobre o assunto. Foram dezesseis horas perfeitamente aproveitadas, com um conteúdo de excelente nível, pessoas interessadas, novos contatos e muito, mas muito aprendizado mesmo.
Os principais temas do curso foram ministrados pelo Consultor Político Carlos Augusto Manhanelli. Um cara fera, autor de cinco livros sobre o assunto. Com ele, aprendemos a diferença entre Marketing Político e Marketing Eleitoral, as leis do Marketing (simplificação, ampliação e desfiguração, orquestração, transfusão e contágio), assessoria de imprensa e seus objetivos num plano de Marketing Político e "Como enfrentar Jornalistas com Êxito"... um dos temas mais sugestivos do cronograma, dentre outros..jpg)
O curso foi ótimo. Em todos os sentidos. Pelas ministrações, pelos participantes, pelos momentos ótimos que passamos, pelas instalações do hotel, pelas gargalhadas dos intervalos, pela boa mesa, pelas novas amizades, pelas fotos lindas que fizemos, pela equipe de organização (todos de parabéns), pelo livro que ganhei no sorteio e por tudo o mais que tivemos nestes dois dias.
Foi bom. Aliás, mais que bom. Foi ótimo.
Algumas das fotos, eu coloquei nesta montagem, mas depois coloco outras...

Terça-feira, Junho 23, 2009
Domingo, Junho 21, 2009
E o povo continua dizendo
O assunto está repercutindo. Essa semana, uma companheira jornalista Cristine Pires criou um blog para a exposição de opiniões, divergências e discussão da decisão do STF que suspende a necessidade do diploma de Jornalista para o exercício da profissão.
"A Cozinha do Gilmar" traz uma apresentação inteligentíssima e de ótimo gosto. Agora, lá será nosso espaço para expor aquilo que pensamos, aquilo que nos indigna. Lá, é o lugar para discussão. A conha do Gilmar, de verdade. Olha só o texto que 'ilustra" o banner:
A cozinha do Gilmar
Larguem as canetas, gravadores,
microfones. Peguem as panelas, colheres, aventais.Estão abertas as
vagas na cozinha do Gilmar!
O blog nasce um dia depois da derrubada do diploma de
Jornalista pelo STF, no triste 17 de junho de 2009.
A idéia surgiu durante troca de emails entre cozinheiros, digo, costureiiros… não… não… de jornalistas de todos os cantos do País, inconformados com esse grande ato de desrespeito com
os profissionais de imprensa.
Agora, a conversa segue aqui… na cozinha do Gilmar!
Vale conferir o espaço. E enquanto isso, eu continuo abrindo o brog para a exposição da opinião e rejeição dos companheiros de profissão.
As últimas:
"Por certo, nenhuma atividade existe na dependência exclusiva de um diploma, seja lá ele de que nível for. E isso vale também para o Jornalismo. Mas em países como o Brasil, onde o peso do poder econômico é imenso e imponderável, regras são necessárias. E essas regras foram, por força da decisão do STF, se não quebradas, ao menos, dificultadas.
Como na Intercom convivem diferentes posições a respeito da exigência do diploma de jornalista para o exercício da profissão, não cabe à entidade pronunciar-se a respeito. Mas a entidade expressa, sim, sua preocupação pelos termos e expressões utilizadas pelos Exmos. Srs. Integrantes do STF quando do julgamento da causa, assim como o aparente desconhecimento do que seja, de fato, a essência da atividade do Jornalismo, em qualquer lugar do mundo. Reduzi-lo à cozinha é, deveras, lamentável. Verificar que, para os integrantes do STF, a prática do jornalismo não é especialidade nem demanda conhecimento específico, é preocupante.
De qualquer modo, a INTERCOM – Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação tem confiança na qualidade de ensino que vem sendo desenvolvida em nossas Universidades e, particularmente, em nossas Faculdades de Comunicação; na responsabilidade de nossos profissionais do jornalismo; no idealismo e na confiança dos estudantes de Comunicação Social, e, por isso, acredita que este debate pode ser revertido em prol da real liberdade, não apenas da expressão, tão mencionada pelo STF, quanto na verdadeira liberdade de informação, tão esquecida pelo mesmo tribunal", Direção da INTERCOM
“Os jornalistas brasileiros enfrentam, neste momento, uma das piores situações da história da profissão no Brasil”, afirmou a deputada estadual Ana Lucia (PT) na plenária da Assembléia Legislativa de Sergipe, nesta segunda-feira, 22. A parlamentar se posicionou contrária à decisão do Superior Tribunal Federal - STF -, que no último dia 17 acatou, por maioria, o voto do ministro Gilmar Mendes considerando inconstitucional o inciso V do artigo 4 do Decreto-Lei 972 de 1969, o qual fixa a exigência do diploma de curso superior para o exercício da profissão de jornalista.
"A decisão do STF caracteriza um retrocesso institucional e somente favorece os interesses da elite brasileira e, neste caso, dos grandes proprietários dos meios de comunicação. Esta decisão atende apenas ao setor privado e ameaça as bases da própria democracia brasileira. A desregulamentação das atividades de imprensa no Brasil não atende aos princípios da liberdade de expressão e de imprensa nem aos interesses da sociedade”, explica Ana Lucia.
Não acredito nas “garantias” e no “compromisso” com os jornalistas formados em universidade que as grandes empresas de comunicação estão afirmando ter. Parece mais uma medida para tranquilizar estudantes em “ebulição”. Pode ser mais uma jogada para esfriar uma luta que se já esboça entre estudantes, sobretudo entre aqueles que nunca se envolveram nos movimentos estudantil e sindica e se viram agora na necessidade de se unir para se mobilizar por uma causal. Talvez tenham visto que a atitude do STF criou o “argumento” que os estudantes precisavam para se aproximar dessa luta, e de outras, do movimento sindical e de outros movimentos pela democratização da comunicação".
"No dia 17 de junho, o Supremo Tribunal Federal (STF) negou as conquistas de uma categoria e deu as costas para a sociedade brasileira.
Sob o argumento de que o jornalista não necessita de conhecimento científico, oito ministros votaram pelo fim da obrigatoriedade do diploma para exercício da profissão.
É revoltante a postura da última instância nacional, que representa a lucidez da Justiça no país.
Na opinião do relator do processo, ministro Gilmar Mendes, a Constituição Federal de 1988, ao garantir a ampla liberdade de expressão, não recepcionou o decreto-lei 972/69, que exigia o diploma. O jornalista Lucídio Castelo Branco presidia a Federação dos Jornalistas (Fenaj) quando o Jornalismo foi regulamentado em 1969.
Na época, houve uma grande luta para criar uma lei que regesse a atividade. Castelo Branco, um dos maiores defensores da regulamentação, afirma que a profissão começou a existir efetivamente com o decreto-lei de 69: “Ganhamos qualidade e passamos a entender que a comunicação é um serviço que pode ajudar ou prejudicar o cidadão”.
O fim da exigência do diploma significa a degeneração da profissão, o aviltamento de salários e a redução de empregos.
Pelo visto, o ensino no Brasil não é levado a sério. A qualificação profissional é um mero instrumento de decoração. Após memorizar algumas expressões em latim, qualquer um pode ser ministro do STF. Se é para votar contra a educação e para ficar esbravejando “eu não sou um dos teus capangas” (episódio em que Mendes e Joaquim Barbosa discutiram em plena sessão), não sabemos para que serve esse “entulho” Judiciário.
É preciso não desanimar. Não é por causa de um golpe das entidades patronais, sustentado pelo o que é de mais “legítimo” na Justiça nacional, que vamos deixar a apatia tomar conta dos estudantes, dos professores e dos profissionais em Jornalismo. É o momento da categoria se unir e lutar por nossa bandeira. Nota Oficial - Uniceub, Centro Universitário de Brasília, aos seus alunos do curso de Jornalismo, e compartilhada por Carla Lisboa , jornalista (diplomada).
"O Colégio de Presidentes de Conselhos Seccionais da Ordem dos Advogados do Brasil, por unanimidade, lamentou hoje (19) a decisão do Supremo Tribunal Federal que pôs fim ao diploma de jornalista, bem como ao registro profissional no Ministério do Trabalho.
Em sessão plenária dos 27 presidentes da OAB dos Estados e Distrito Federal, conduzida pelo presidente nacional da OAB, Cezar Britto, o Colégio expressou sua preocupação com as consequencias de
tal decisão para a sociedade brasileira, em seus aspectos técnicos e, sobretudo, éticos. " Colégio de Presidentes da OAB lamenta decisão do Supremo contra jornalistas
"Infelizmente, já não existe quem consiga dar o tratamento adequado ao Festival de Besteiras que Assola o País, como fazia seu heterônimo Stanislaw Ponte Preta.
Nem alguém capaz de transmitir fielmente o horror e o nojo que o Brasil oficial inspira nos homens civilizados, como o grande Glauber Rocha fez em Terra em Transe.
Reconhecendo de antemão não estar à altura da tarefa, tentarei cumpri-la assim mesmo. O pior é sempre a omissão.
Em tese, concordo plenamente com a avaliação feita há décadas pelo Paulo Francis: o jornalista precisa é de uma sólida formação cultural, principalmente nas áreas de história, sociologia, psicologia, política, antropologia, filosofia e artes.
Já para o aprendizado das técnicas jornalísticas, bastaria um mês (dois, no máximo, para os menos brilhantes) num liceu de artes e ofícios.
Só que a formação de cidadãos, no sentido maior do termo, há muito deixou de ser priorizada pelas universidades brasileiras. Ensinam-se, exatamente, as técnicas, as ferramentas, as ninharias.
Por quê? Pelo óbvio motivo de que ao capitalismo atual não interessa formar indivíduos com capacidade crítica e visão universalizante, aptos a refletir sobre o conteúdo e as conseqüências de sua atuação, mas, tão-somente, apertadores de parafusos que cumpram as tarefas que lhes são designadas sem as contestarem.
Então, não vejo o motivo de tanta obstinação da federação e dos sindicatos de jornalistas em defenderem diplomas que hoje são fornecidos a granel por instituições mercenárias", Celso Lungaretti, Jornalista (diplomado)
Sábado, Junho 20, 2009
Sábado! Uhull!
Sim, Querido Diário! Hoje é Sábado!
A minha semana foi tão cheia, que quase nem percebi o passar dos dias. Muita coisa acontecendo, mensagens importantes chegando no celular, entrevistas, matérias, resgate de amizades antigas...
Ontem à noite saímos e comemos comida japonesa. Delicius!
Hoje, o meu dia começou com aquela vitória linda do Brasil contra a Finlândia no vôlei, num jogo disputado pela Liga Mundial, lá no Nilson Nelson em Brasília... saudade.
O sábado foi tão produtivo que eu nem consegui passar aqui mais cedo pra postar minha comemoração pela chegada do fim de semana.
De dia, até vi o Anderson! Rapidinho, porque tinha várias coisas a fazer, mas vi. Tava com saudade dele! Não o via há mais de um mês. Ele até saiu de férias e até voltou!
À tarde, visita do Rony. Muitas novidades rolando. E algumas por acontecer ainda.
Mamãe e papai estão lá por Morro Azul. Deve estar um frio insuportável...
Agora à noite tem festa de aniversário da Moti. Vou pra lá com o Devan. Ainda bem que ela 'derrubou' a obrigatoriedade do traje caipira.... rs.
Amanhã, domingo, é dia de fazer nada, lembra? Dia da preguiça.
Na segunda e terça, eu talvez nem passe por aqui. Farei um curso de Marketing na Administração Pública. Se eu conseguir, passo e conto as novidades. Se não, prometo contar tudo, com fotos, depois dos dois dias envolvida com aprender sobre Marketing.
Té mais...


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