Depois do fim de semana de correria, viagens, furo em aniversário de amigo - por um motivo justificável - estou eu de volta. Sim, ao trabalho depois de um fim de semana prolongado, à rotina, às matérias, à correria da prefeitura e do jornal... e por aí vai, tudo o que faz a minha vida.
O fim de semana foi quase todo bom. Tirando imprevistos, eu diria que foi bom.
Os e-mails com mensagens sobre a Páscoa chegaram durante quase toda a semana passada.
Os chocolates começaram a chegar na sexta-feira e só pararam hoje. Pelo menos é o que parece. E tomara que tenham parado mesmo, porque se eu tiver que conviver com mais algum chocolate por um período maior que seis meses - tempo estimado para que consumir todos os que ganhei nesta Páscoa - eu vou virar, definitivamente, a Maria Mais Gorda do País. Sim, porque vai ser difícil ser eu como sou com tantos bombons, ovos e delícias da ocasião.
No ano passado eu lancei aqui no brog uma campanha Pró Páscoa de quatro em quatro anos, com o objetivo de conclamar toda a população a lutar comigo por um aumento no intervalo entre uma Páscoa e outra. Por vários motivos, entre os quais, principalmente, a busca pela diminuição na quantidade de chocolate ingerido (de 4 em 4 anos, fatalmente, todos comeriam pelo menos 4 vezes menos chocolate. Pelo menos.) e o fato de que a Páscoa, assim como o Natal e outras datas às quais nós damos tanta importância, é mais uma data comercial que qualquer outra coisa. Esse discurso de ressurreição pode ser falado o ano inteiro, por todo mundo, a todo mundo.
Graças a Deus a Páscoa passou. O meu quarto ta lá, cheio de chocolate. Na prateleira, logo acima da TV, tem uma bombonière cheia. No armário tem uma caixa com dois ovos de chocolate. Na escrivaninha do computador, uma cesta de bombons de Penedo. Lá na geladeira, um carregamento de Amandita e por aí vai...
Na prefeitura tem um ovo recém aberto, uma caixa de bombons e mais outras guloseimas que vieram numa cesta.
Viu só? Tenho ou não tenho razão de querer Páscoa de 4 em 4 anos????
Um comentário:
Ô meu Deus, o enjoo era tanto q só consegui comer um bombonzinho na segunda. Putz. beijão procÊ!
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