A história é boa. Hum... boa não. Ótima. Pra quem queria saber onde surgiu o Wolverine, o filme explica. Alguma coisa, a montagem fica a dever. Por exemplo, como surgiram as garras nas mãos do menino. É... mas isso fica esquecido diante da excelência de todo o resto.O filme é excepcional. Cada detalhe, cada personagem. E tem a origem de vários da turma por lá.
O menino que mata o próprio pai, sem saber que era seu filho, e depois disso foge com o irmão, para ‘proteger e ser protegido’. E a partir daí tudo pode acontecer. Ow... e acontece.
O irmão dele, Victor, se revela ‘posteriormente’ é o Tigre Dente de Sabre. A relação entre os dois é conturbada. São dois inimigos, ao ponto de Victor se aliar a um grupo para, depois de enganar Wolverine – que ainda nem é Wolverine – com a morte de sua esposa e envenena-lo com desejo de vingança, transforma-lo, então, na máquina que ele é. Com todos os ossos do corpo enriquecidos por uma substância que faz dele indestrutível.
O irmão dele, Victor, se revela ‘posteriormente’ é o Tigre Dente de Sabre. A relação entre os dois é conturbada. São dois inimigos, ao ponto de Victor se aliar a um grupo para, depois de enganar Wolverine – que ainda nem é Wolverine – com a morte de sua esposa e envenena-lo com desejo de vingança, transforma-lo, então, na máquina que ele é. Com todos os ossos do corpo enriquecidos por uma substância que faz dele indestrutível.

O melhor do filme é o roteiro. É prefeito. Sem brechas, com detalhes que não se perdem. É tudo extremamente bem costurado. Direção é um show à parte. São cenas otimamente posicionadas. As cenas de brigas, que não são poucas, são as melhores. De bem dirigidas, nos deixam a sensação de verdadeiras.
A trilha sonora também é muito boa. Os sons combinam com cada cena, com cada personagem e com cada ‘quê’ de ação que o filme mostra. E, ávida por fotografia como sou, não poderia deixar passar em branco este ‘quesito’. É apaixonante! O cenário da moradia de Wolverine, antes de sua esposa ser assassinada, é tudo o que há de mais bonito no filme. É daqueles lugares que dá vontade de ir lá v
er se é verdade.
E outro detalhe que me chamou a atenção – que sempre chama, aliás, mas eu nunca falo sobre ele – é a abertura do filme. Aquela na qual aparecem os nomes dos atores e dos principais produtores e diretores. Gente..... são tomadas de tirar o fôlego e que nos dão a certeza, alguns segundos antes, de que o filme promete.
Segundos depois a gente tem a certeza de que a promessa é cumprida.
Wolverine (ou X-Men Origens, como também é chamado) vale a pena. Por cada cena, por cada briga, cada soco, cada detalhe. Pelas músicas, pelos atores, pela história e até pela memória do personagem de Hugh Jackman, que se perde nos últimos segundos da história. Pra mim valeu a pena por isso e pela companhia, claro (eu acho que já disse isso). O Devan é sempre ótima companhia.
Ah, com apenas uma sala de exibição em Volta Redonda, três horas antes do filme não tinha mais ingressos. Precisamos ir pra Barra Mansa. Essa foi a única parte chata da noite.
A trilha sonora também é muito boa. Os sons combinam com cada cena, com cada personagem e com cada ‘quê’ de ação que o filme mostra. E, ávida por fotografia como sou, não poderia deixar passar em branco este ‘quesito’. É apaixonante! O cenário da moradia de Wolverine, antes de sua esposa ser assassinada, é tudo o que há de mais bonito no filme. É daqueles lugares que dá vontade de ir lá v
er se é verdade.E outro detalhe que me chamou a atenção – que sempre chama, aliás, mas eu nunca falo sobre ele – é a abertura do filme. Aquela na qual aparecem os nomes dos atores e dos principais produtores e diretores. Gente..... são tomadas de tirar o fôlego e que nos dão a certeza, alguns segundos antes, de que o filme promete.
Segundos depois a gente tem a certeza de que a promessa é cumprida.
Wolverine (ou X-Men Origens, como também é chamado) vale a pena. Por cada cena, por cada briga, cada soco, cada detalhe. Pelas músicas, pelos atores, pela história e até pela memória do personagem de Hugh Jackman, que se perde nos últimos segundos da história. Pra mim valeu a pena por isso e pela companhia, claro (eu acho que já disse isso). O Devan é sempre ótima companhia.
Ah, com apenas uma sala de exibição em Volta Redonda, três horas antes do filme não tinha mais ingressos. Precisamos ir pra Barra Mansa. Essa foi a única parte chata da noite.
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