O sol do dia de hoje nem deveria ter nascido. Aliás, sóis são assim... não têm a menor noção de que em determinados dias eles tinham que permanecer escondidos, sem dar o ar da graça. Hoje foi um desses dias.
Um dia em que a natureza deveria parar. Além do sol ficar dormindo e deixar pra brilhar só amanhã, seria preferível que as flores murchassem por 24 horas, as borboletas não brilhassem, os pássaros não batessem suas asas, as abelhas não produzissem mel. Seria melhor se tudo parasse, em luto.
Sim, o dia hoje foi de luto.
Luto por um amigo. Um amigão do peito. Daqueles que a gente não encontra dois num mesmo ano. É. Desses mesmo. O Max, meu querido amigo jornalista, relações públicas, promoter, ombro amigo, preocupado com todos, psicólogo, entendedor de mente feminina e muito mais de mente masculina, um componente do BBB que o país só perde por não tê-lo conhecido.
Hoje às 11 horas da manhã, o Max perdeu sua mamãeginha. "Perdeu" é uma forma errada de dizer, mas foi a palavra que surgiu neste momento na minha mente e que poderia ser trocada por "se separou". É, eles só se separaram.
Ela se foi e está deixando um vazio na vida do nosso amigo-irmão. Por esse vazio, nós, todos os amigos que eu me sinto representar neste post, estamos sofrendo. Pela mamãeginha do Max e pelo próprio Max.
Querido, estamos todos prontos, com a vida a postos para ajudá-lo neste momento e em outros que virão a partir de hoje. Daqui a pouco esta dor lancinante que está, com absoluta certeza, ardendo no seu peito, vai se transformar em saudade. E nós estaremos contigo. Como sempre estivemos.
Amamos você.
2 comentários:
Lindo post, digno do nosso amigo.
Max, estaremos sempre com vc.
Te amo!
Com certeza estaremos sim.
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