quinta-feira, setembro 10, 2009

Aqueles momentos...

Sabe aqueles momentos em que bate um sentimento, um sentimento que eu não tenho uma palavra para definir, que faz a gente ter vontade de voltar ao passado e refazer algo? Sim, refazer. Mudar alguma coisa que pode ter sido errada, ou certa, ou nem uma nem outra. Simplesmente mudar, para que tudo fosse diferente, para que o que a gente vive hoje fosse de outro jeito, para que pessoas não tivessem sofrido, ou simplesmente porque dá vontade de ver que rumo a vida teria tomado, se outra tivesse sido a decisão daquele momento?
Eu, às vezes, tenho esse surto. Obviamente, em quase 100% das vezes não é possível mais mudar alguma coisa, por menor que seja.
Hoje eu tive essa vontade. Não sei bem o por quê, mas tive. Uma vontade inexplicável, daquelas difíceis de nos dissuadirmos a nós mesmos.
E, diante do fato de que não é mais possível mudar, me pus a pensar no que fazer. Então, um post cá no brog foi tudo o que essa minha mente limitada me propôs. O caso é que não é pura e simplesmente um post. É um post específico. O post das desculpas. É, exatamente isso: um post de desculpas. E é isso o que estou me propondo a fazer: o post das desculpas. Devo isso a muita gente. Devo mesmo. Talvez só eu e Deus saibamos disso com tanta profundidade. Ele, certamente, infinitamente mais que eu.
Pra começar a sessão, é impossível que seja por outra pessoa: tem que ser a Tathy. Sim. Há quanto tempo os meus três leitores não leem o nome dela por aqui? Pois é. É exatamente este tempo todo que essas desculpas necessárias ficaram sem ser ditas. O motivo disso, poucas pessoas sabem, mas isso nem vem ao caso. O importante é que as desculpas sejam pedidas. Queira que tudo fosse diferente, pra que ela estivesse compartilhando comigo os momentos especiais que eu estou vivendo na minha vida agora.
Depois dela, o Aroldo, pelo meu sumiço. Sumi sim, porque era necessário, eu precisava. O Aroldo é um homem muito mais que especial que Deus colocou no meu caminho e que eu me esforcei até tirar.
Aí vem o Júnior. Deus! Um dos maiores amigos da minha vida, do qual eu ando desaparecida sem explicações. Além de amigo daqueles de verdade, um homem preparado por Deus, com um coração do tamanho deste mundo e o melhor humor que eu já vi.
À Andressa, as desculpas são por não poder estar ao lado dela neste momento. É uma amigona. Pela felicidade e realização dela, eu dou um dedo. Um dedo, não. Uma mão. O braço inteiro.
Tem também o Fábio Barbosa. Não sei que rumo a vida dele tomou, já faz muitos anos. O que sei é que o que quer que tenha acontecido, foi sob a proteção de Deus, porque pelo Fábio eu oro todos os dias. Sim, por todos os transtornos que minhas decisões impensadas causaram e por certo causam até hoje. Eu arriscaria dizer que o Fábio é um dos homens mais especiais da minha vida.
E o Maurício Panisset? Como pude deixar que nossa amizade chegasse ao ponto que chegou, o fim? Pelo jeito, eu tenho talento pra essas coisas... de "melhor amigo" e segurança pessoal - ele era tão presente que se tornou um na minha vida no cerrado - a um homem casado do qual eu não ouço nem falar.
Aos meus amigos de perto, desculpa pela ausência de sempre. É assim que a minha vida tem sido. Infelizmente.
Aos meus amigos de longe, mesmo com justificativas suficientes para a distância, desculpa também, por ser ausente.
Eu amo a todos. A Tathy, o Júnior, a Andressa e o Fábio, o Panisset. E todos os outros brasilienses, goianos, cariocas, paulistanos, curitibanos, baianos, gaúchos, matogrossenses, italianos, canadenses e de todos os outros cantos deste mundo.
Desculpem-me por este meu jeito que poucos entendem. E bota poucos nisso.

Um comentário:

Thaissa Costa disse...

Tem dia que estamos assim mesmo. Com crise de consciência. Mas isso é bom para que possamos nos repensar e pedir desculpas. Espero que essas pessoas todas tenham sentido a verdade de suas palavras, mesmo que não as tenham escutado. Te amo, viu, moça. Saudades. beijos, muitos