segunda-feira, setembro 14, 2009

E lá se foi o rádio

Os meus três leitores sabem que tudo cai da minha mão. E, se eles sabem disso, com certeza sabem também que, se tudo cai da minha mão, boa parte das coisas que eu pego terminam espatifadas em algum canto.
Dia desses foi meu Windows...


No fim de semana, foi a vez do meu rádio. É... tão bonitinho e tão delicado que nem combinava comigo. É, não combinava mas era o que eu queria. E ele durou apenas seis meses... sim, porque ontem ele já era... pelo menos até que a assistência técnica me dê um parecer favorável de que há, sim, conserto para aquilo que virou o aparelho.
Na sexta-feira, a negocinho funcionou normalmente. No sábado, eu saí e o deixei em casa, porque não queria encheção de saco e ele sabe bem como fazer isso. Quando voltei, tinha umas chamadas lá. Peguei o bendito aparelhinho bonito, e fui fazer alguma coisa na copa, com ele em uma das mãos (acho que foi este o problema... se eu o tivesse segurado com as duas mãos, ele não teria se acidentado).
Tava um calor monstro e, diante disso, fui eu abrir a janela da copa. Com o aparelhinho bonito não mão. E, antes que alguém me questione, eu acho que me esqueci que ele estava na minha mão, porque se tivesse me lembrado, com toda a certeza deste mundo, eu teria colocado sobre a mesa, na hora de abrir a janela.
Abri a parte direita da janela e, na parte esquerda - coincidentemente o aparelhinho bonito tava na minha mão esquerda - o incrível incidente: o tranco da janela fez meu aparelho voar como um pombinho. Sim, pombinho voa meio desajeitado e foi assim que o rádio voou.
Eu simplesmente não acreditei. Olhei pela janela tão rápido que consegui ver a aterrissagem do aparelho no solo. Ai, ai... por que essas coisas acontecem comigo?
Desci voando como um pombo - sim, lembra que eu disse que o voo dos pombos é meio desajeitado? Foi assim que eu desci aquele mundo de escadas, e com duas esperanças: a primeira, de chegar lá em baixo antes de qualquer pessoa e encontrar alguma coisa. A segunda, que "alguma coisa" que estivesse lá, ainda mantivesse o mínimo de sinal de vida...
Para a primeira esperança eu obtive sucesso: o negócio tava lá embaixo. Para a segunda, porém, o sucesso não foi o mesmo. O que antes tinha sido um rádio bonitinho, estava irreconhecível. Todo lascado. Eu tive que juntar os pedaços, pra conseguir entender, o que tinha acontecido.
A única parte divertida disso foi levar os restos do aparelho pro conserto no dia seguinte. Cheguei lá e expliquei que o aparelho tinha levado um tombo (não disse que tinha sido do terceiro andar. Aliás, nem aqui no post eu tinha falado que o rádio tinha caido do terceiro andar. Desculpem-me os meus três leitores, to muito arrependida). O moço pediu pra ver. E aí foi a surpresa: tirei da bolsa um saquinho plástico com as peças do aparelho.
Ele deu uma risadinha, fez a nota e disse que a Motorola vai tentar resolver o meu problema.
Será que eles substituem o aparelho?

3 comentários:

Thaissa Costa disse...

Amiga, pq vc é assim? Será que nasceu tarde? Dizem que quando falta oxigenação no cérebro...

Anônimo disse...

NEM DÁ PRA ACREDITAR QUE ISSO ACONTECE COM ELA!

Alisson disse...

E agora, josé? rs