domingo, outubro 18, 2009

O hoje é da minha rimã

O hoje de domingo é da minha rimã mais velha. Ou a primeira, como ela mesma sempre diz.
A Mônica que, como eu digo, poderia ter sido Monaliza.
A minha rimã que escolheu meu nome e me acolheu carinhosamente quando nasci, quando voltei do cerrado, quando quis colo, quando quis chorar, rir ou simplesmente ficar em silêncio.
A minha rimã. Meu exemplo. Meu espelho. Meu coração fora do corpo.
Minha rimãzinha. Sim, ela é pequenininha e desde muito antes de ter este tamanho, já era aquilo que eu queria ser.
Não sou, aliás, nem chego perto do que ela é, da garra que tem, da determinação que transmite no olhar, da vontade que emprega em tudo o que se dedica, do amor que tem pelos outros, da sinceridade que faz dela única.
Também não sou nada se comparada ao sentimento que usa para realizar um sonho. E nem posso contá-los a todos que já realizou.
O hoje de domingo é dela. Todinho. Até que ele termine e recomece outro ano, outra contagem de uma nova primavera. Uma nova primavera de sonhos, de vontades, de realizações, de muito trabalho, de vida reta e sincera diante do nosso Deus.

O hoje de domingo, dia 18, ta acabando. Eu nem ligo. E sei que a dona dele também não liga. O dia, pra ela, pouco importa. O que importa mesmo é o recomeço. O novo dia. E tudo de melhor que, tenho certeza, ele vai trazer.
Querida amiga-irmã, amo a sua vida. De verdade. E oro para que Deus a conserve linda, amável, sonhadora, lutadora e tudo o mais que Ele colocou na sua forma.
Parabéns por este seu outro dia. E que venham outros!

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