Querido Diário
Hoje é segunda. Segundona. Depois do fim do carnaval, esta é, de longe, a melhor notícia dos últimos meses.
Melhor ainda seria se tudo tivesse corrido bem. É, porque alguém aí sabe como é ter um dia em que tudo, tudo mesmo, dá errado? O hoje está sendo assim. Caramba! E olha que ainda está na metade do dia... há muitas horas até o dia terminar e, enfim, chegar a terça-feira que, na minha opnião, é o dia mais cheio de trabalho da semana.
Hoje está sendo um daqueles dias que amanhecem errado.
Pra começo de conversa, acordei com uma dor do lado esquerdo do pescoço inexplicável. Ah... talvez nem seja tããão inexplicável assim, mas pra mim é. Dormi na mesma posição, na mesma cama, com os mesmos travesseiros (e mania de trocá-los de tempo em tempo), sem companhia (não que isso aconteça, mas achei necessário dizer porque estou enumerando minhas rotinas dormísticas). Foi tudo igual.
Até aí, eu superaria. Dor no pescoço pra quem tem cólicas monstruosas, é simples simples.
O caso é que não foi só isso.
O celular começou a tocar logo cedo, com os problemas aparecendo antes do começo do expediente no trabalho: publicação que o Estado não fez, embora todos os procedimentos tenham sido tomados na sexta; Boletim Oficial de emergência que sempre deixa o Carlos de cabelos ainda mais brancos; novas publicações para amanhã; pagamentos prometidos que não foram feitos; matéria da TV agendada na semana passada e que por pura incompetência de funcionários de uma das secretarias envolvidas não estava pronta pra ser gravada. E mais um tantão de coisas que sequer tenho paciência pra colocar aqui. Até porque ainda tenho que, além de resolver essas, cuidar das que vão aparecer depois das 13 horas.
Ai, ai... chega logo, terça!
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