Atraso
Só pra variar, eu to atrasada com este post. Sim, porque ele é "especial", com o evento do qual participei na semana passada, num hotel fazenda de Quatis. O evento foi um seminário sobre PPA, LDB, IPVA, OP e mais um monte de outras siglas.
No decorrer
O dia foi cansativo. Muita informação tendo que ser processada e ainda um telefonema de um falso-eu, claro, e depois de um ou dois homens, pra minha mãe, dizendo que eu tava sequestrada, que queriam resgate, que eu era linda, inteligente, bem humorada e que iriam privar o mundo da minha presença caso ela não se comovesse e pagasse uma quantia inimaginável de dólares. Além da loucura que a minha mãe ficou e da preocupação com a perda irreparável que a humanidade sofreria caso eu morresse, nada mais aconteceu. E a história acabou. Até sem a Síndrome de Estocolmo.... nem pra isso o falso-eu serviu!
O dia
Cansativo, mas produtivo. Aos secretários de governo e funcionários, foram expostas as teorias e a íntegra de leis e planos. Como tudo é muito teórico, a gente acabou ficando cansado, mas foi ótimo. Agora sei tudo de Plano Plurianual, Orçamento Participativo, Lei de Diretrizes Orçamentárias e afins.
No final
Bem, tivemos fotos. Eu nem fiz nenhuma. A Mary é que ralou pra caramba. A parte legal é que ela registrou tudo! Até o pneu do nosso carro furado. Estávamos de carona com a Rural e, na hora de voltar pra Quatis (sim, o hotel fazenda era em Goiás) (como assim? Ué... pra mim, tudo que é longe é Goiás), o pneu do carro tava furado. Inacreditável.
Curioso
E o mais curioso nem era o pneu do carro furado. Até porque isso nem é tão incomum, ainda mais em se tratando de um carro usado, como é o da Rural. O curioso messsmo foi o Thiago, a mais nova aquisição da Prefeitura de Quatis, conseguir, com a força do pensamento, auxiliar o Rodrigo na hora da troca dos pneus. Sim, porque foi isso o que o Thiago fez. E tá registrado. Ó só:
Prestenção na posição dele, nas fotos em que aparece:
Depois do pneu....
Bem, com o pneu trocado, saímos de Goiás rumo a Quatis, com a Mary dirigindo o carro. Nada demais, nem um periguinho. Teria sido assim, se nós não tivéssemos decidido parar no meio do caminho, para registrar as belezas da paisagem. E até que poderia, mesmo assim, não ter tido nada demais, se, para embarcar no banco de trás do carro, nossa querida-amiga-da-Rural, Jussara, não tivesse que ter entrado pela parte da frente. Sim, para sentar no banco de trás, como não conseguimos levantar nem o banco do motorista nem o do carona, ela passou pelo vão entre os dois bancos. E pra sair? Bem, pra sair, teoricamente, seria o mesmo esquema. Isso se ela não tivesse ficado entalada, nos fazendo rir horrores. E a Mary documentando... taí, ó:
Finalmente....
Bem, com sequestro, pneu furado, Thiago servindo de enfeite e Jussara entalada, finalmente alguma coisa deu certo: as fotos que paramos para tirar. Depois, ainda fizemos questão de registrar pontos especiais do carro-da-carona-da-Rural: a Jussara (sim, a anteriormente entalada) exibindo o crachá do Seminário de PPA; o toca-fitas; a Mary e eu (as civilizadas); o volante; a Jussara (anteriormente entalada e nesta, minutos depois do infortúnio), a Mary e o traseiro da vaca; o painel; (sim) o retrovisor direito; a Jussara (anteriormente entalada) e eu; o Rodrigo em seu Fusca, parando pra ver o que tinha acontecido e constatando que era apenas a gente querendo registrar o momento; e, ao centro, o assoalho, meu pé e minha sandália (linda, claro).
E depois de tudo...
Ah, dormi quase seis horas ininterruptas! Merecidas, claro.
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