sexta-feira, setembro 14, 2012

Sentimentos que nos confundem...

Difícil entender pessoas. Uma, outra, algumas, todas.
Mais difícil ainda aquelas que me cercam, que me ligam à noite para pedir um favor e ligam pela manhã para agradecer.
Tanto mais complicado aquela que diz que fala com você, com mais ninguém, sobre o problema que encontrou no trabalho que você desenvolveu, ou que diz a você quando há algo errado. Ou a você, pessoalmente, suas impressões pessoais. Porque, com tanta ênfase ao "digo a você e a mais ninguém", há que se acreditar que a pessoa, realmente, diz somente a você e a mais ninguém. Certo? Errado.
E de repente, você descobre que aquela ligação, o e-mail e a mensagem de sms, assim como tudo o que a pessoa pensa a seu respeito, é público. Literalmente. O porteiro, o encanador, o vizinho, o taxista, o chefe, o eletricista, o padeiro, o leiteiro e mais uma infinidade de pessoas comuns já sabem. Aliás, o "já" nem combina com a ação.
Vai ver, não há o que entender. As pessoas agem como são, como a índole lhes permite.
E muita gente é vítima disso todos os dias. Hoje a amizade flui. Amanhã ela vira, sem que haja motivo aparente, o inexplicável.
Culpa disso? A vaidade, a falsidade, o medo, a inveja. Sentimentos comuns. Normalmente, andam de mãos dadas, puxando a pessoa pelo braço, agarrando-lhe o colarinho, ameaçando-lhe, fazendo-a lembrar-se de quem realmente manda na sua pobre existência.

Um comentário:

Giovana Damaceno disse...

hhuumm... rolou problema neste âmbito por aí, hein?!