quarta-feira, novembro 12, 2008

Mais caso Eloá

Desde que aconteceu o seqüestro da menina Eloá, eu tenho lido - muito mais - e buscado - ainda mais - informação acerca de situações parecidas, formas técnicas de atuação da polícia, treinamento policial necessário ao negociador, perfil do autor e da vítima do crime, motivação para o crime... e tudo o mais que o assunto requer. Primeiro porque Segurança Pública é um tema que me fascina - não à toa a minha escolha pela área na minha primeira especialização - e depois porque o caso que chocou o país abrange muito mais que mais um na estatística. É um caso peculiar, com características diferentes de casos da mesma natureza.
Como não bastasse toda a ação desastrada e as decisões tomadas sem o mínimo de treinamento e técnicas, hoje o Instituto de Criminalística de Santo André tornou público o fato de que os disparos feitos por Lindemberg foram, sim, efetuados após a invasão da casa, feita pelos homens da polícia militar. Ah, mas isso a outra menina - Nayara, né? - já tinha dito no depoimento dela.
O coronel que comandou a operação, na ocasião, declarou que a invasão só teria ocorrido porque os disparos foram ouvidos.
Bem... os disparos não foram ouvidos, claro.... não teve tiro!

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