quinta-feira, novembro 20, 2014
Pessoas que leem são mais legais
segunda-feira, novembro 17, 2014
A visão dos gringos sobre o Brasil*
O meião das mulheres malhadoras
“Não conseguia perceber a razão daquelas meias de esqui, até o joelho, que as coelhinhas da academia combinavam com macacões elásticos e gritantemente coloridos. Quando se faz um esforço para coordenar a roupa de ginástica com a viseira, a garrafa de água e os tênis, por que estragar o visual com meias abomináveis?” (Jenny Barchfield, americana)
A churrascaria rodízio ‘Big pig’
“Uma noite, levei amigos alemães à churrascaria Porcão, a Big Pig, como costumo chamá-la. Sou vegetariana e há dez anos não botava o pé numa churrascaria, mas a Porcão mantinha-se exatamente igual, a mesma cortina de ar gorduroso e chamuscado, que nos saúda como um soco assim que cruzamos a porta (...) Perguntei se faziam um preço especial para vegetarianos que comessem apenas saladas. O gerente explicou que vegetarianos não têm desconto, mas se levassem um atestado médico comprovando a recente colocação de uma banda gástrica pagavam menos 30%. Essa eu arquivei na categoria ‘Só no Brasil’." (Jenny Barchfield)
O brasileiro gosta de uma fila
“Comecei a prestar atenção a esse ‘gosto’ dos brasileiros por fazer filas quando fui a um bar com música sertaneja e, para minha surpresa, encontrei outra vez fila para entrar. O problema não é a fila em si. Chamou minha atenção o fato de ter que esperar mais de uma hora na fila, em pé, no frio. Um amigo que promovia bares e boates em São Paulo chegou a admitir que contratava pessoas, conhecidas como figurantes, para simularem que estavam na fila e, assim, atrair público.” (Waldheim Montoya, colombiano)
A ‘amizade’ com os porteiros
“É costume tratar bem os porteiros e os maîtres dos restaurantes. Precisamos deles para consertar o cano do banheiro, para conseguir a mesa do canto. Conhecemos essas pessoas há muitos anos, mas as conversas se restringem a brincadeiras sobre times de futebol, como se vivêssemos em países diferentes.” (Julia Michaels, americana)
quarta-feira, novembro 12, 2014
Eu e os livros
E foram trinta dias semanas bem tumultuados, posso dizer. Encostei os dois livros técnicos que eu estava lendo (sim, porque eles eu não abandonei... não podia) e encarei os romances.
Finalizei O Códex 632, que tinha lido 100 páginas há dois meses e deixado, por falta de tempo e de interesse. Terminei também Cem Anos de Solidão, o melhor de todos, pela terceira vez.
E comecei e terminei 1984.
Entre os livros do período, li um que me mostrou que livros podem, sim, ser ruins. Não vou falar dele, deixou para outra postagem, específica pra ele. Prometo!
Continuo....
Dizer que "O Segredo do meu Marido", presente de aniversário da Emilly, foi surpresa, é estranho, porque todos me surpreenderam. "O Segredo" é diferente, ousado e apaixonante. Daqueles que não dá vontade de largar. De jeito nenhum. E aconselho. Quem tiver oportunidade, não perca.
Aí veio Divergente. Se bem que não nesta ordem. Divergente já virou filme e eu só ouvi falar quando ele ganhou as telonas. Foi a Emilly, de novo, quem me trouxe o título. Confesso que eu fiquei um pouco confusa nas primeiras 50 páginas, com aquelas facções que mais me lembravam a Grifinória, Sonserina, Corvinal e Lufa Lufa, do Harry Potter.Não, não é parecido, mas por algum motivo me fizeram lembrar. E confundir.
Só que logo depois tudo se esclarece e a confusão vira fascínio. A mocinha que abdica à família, descobre que tem um grande segredo, que pode lhe custar a vida, se envolve com um misterioso líder e encara o começo de uma guerra é daquelas que a gente imagina física e emocionalmente e não quer largar. Dá vontade de ler de novo, pra Tris não ficar esquecida. Só que não precisa...
O segundo livro da série, Insurgente, já está comigo e parece ser tão envolvente quanto Divergente. Pros que insistem em filmes em vez de livros, talvez valha esperar a continuação...
terça-feira, agosto 05, 2014
Qual foi a biblioteca mais importante que existiu?*
terça-feira, agosto 02, 2011
Namore uma garota que lê*
Encontre uma garota que lê. Você sabe que ela lê porque ela sempre vai ter um livro não lido na bolsa. Ela é aquela que olha amorosamente para as prateleiras da livraria, a única que surta (ainda que em silêncio) quando encontra o livro que quer. Você está vendo uma garota estranha cheirar as páginas de um livro antigo em um sebo? Essa é a leitora. Nunca resiste a cheirar as páginas, especialmente quando ficaram amarelas.
Diga o que realmente pensa sobre o Murakami. Descubra se ela foi além do primeiro capítulo da Irmandade. Entenda que, se ela diz que compreendeu o Ulisses de James Joyce, é só para parecer inteligente. Pergunte se ela gosta ou gostaria de ser a Alice.
É fácil namorar uma garota que lê. Ofereça livros no aniversário dela, no Natal e em comemorações de namoro. Ofereça o dom das palavras na poesia, na música. Ofereça Neruda, Sexton Pound, cummings. Deixe que ela saiba que você entende que as palavras são amor. Entenda que ela sabe a diferença entre os livros e a realidade mas, juro por Deus, ela vai tentar fazer com que a vida se pareça um pouco como seu livro favorito. E se ela conseguir não será por sua causa.
Minta. Se ela compreender sintaxe, vai perceber a sua necessidade de mentir. Por trás das palavras existem outras coisas: motivação, valor, nuance, diálogo. E isto nunca será o fim do mundo.
Você tem de se declarar a ela em um balão de ar quente. Ou durante um show de rock. Ou, casualmente, na próxima vez que ela estiver doente. Ou pelo Skype.
Você vai sorrir tanto que acabará por se perguntar por que é que o seu coração ainda não explodiu e espalhou sangue por todo o peito. Vocês escreverão a história das suas vidas, terão crianças com nomes estranhos e gostos mais estranhos ainda. Ela vai apresentar os seus filhos ao Gato do Chapéu [Cat in the Hat] e a Aslam, talvez no mesmo dia. Vão atravessar juntos os invernos de suas velhices, e ela recitará Keats, num sussurro, enquanto você sacode a neve das botas.
segunda-feira, outubro 18, 2010
Por conhecer a realidade da segurança pública no Rio e por ser este um dos assuntos do meu maior interesse, eu vejo Elite da Tropa como um livro que toda pessoa nascida no estado do Rio de Janeiro precisa ler. Não por abordar, simplesmente, o dia a dia das polícias no estado, mas por mostrar, de forma clara, a realidade política e a ligação desta realidade com o 'lado criminoso' de todo o estado. O livro flagra a anatomia dessas máfias brasileiras, grupos criminosos formados por policiais e mantidos parcialmente com recursos do Estado.
O segundo volume acompanha o dia a dia da DRACO na voz de um inspetor. A narrativa traz a público episódios desconhecidos e inacreditáveis da história política e policial do Rio de Janeiro, permitindo que o leitor compreenda por que as milícias têm uma força crescente e quais são os limites das UPPs.
A obra é uma visão sobre o trabalho e os dilemas de quem lida com segurança pública no Brasil em uma trama ambientada em bairros nobres da capital carioca, municípios da Baixada Fluminense e até mesmo cidades nordestinas. Por meio de personagens cuidadosamente estruturados é possível conhecer as marcas da violência nas suas mais variadas formas ― explícita ou velada, física ou espiritual, objetiva ou subjetiva, coletiva ou individual.
Elite da Tropa 2
Com uma combinação de literatura, jornalismo e denúncia, o livro de Luiz Eduardo Soares, Cláudio Ferraz, André Batista e Rodrigo Pimentel é uma obra construída em diálogo com José Padilha e os criadores do filme Tropa de elite 2. Livro e filme são autônomos, mas compartilham temáticas e fontes, referências e intenções. As duas obras tratam, acima de tudo, de justiça e lealdade em uma sociedade na qual crime e poder caminham lado a lado.
Ainda não tive oportunidade de ver o filme, espero fazer isso esta semana.... aliás, é tudo o que eu quero fazer! O livro, presente de aniversário de uma pessoa especial que anda longe, eu já li.
segunda-feira, fevereiro 01, 2010
Livros da semana
Há muito tempo não conseguia chegar a esta 'marca'.
E olha que to trabalhando e estudando pra caramba.... mas eu me esforcei.
O primeiro deles foi um romance que, digam o que quiserem, é uma continuação de O Reverso da Medalha, de Sidney Sheldon. "A Senhora do Jogo" não deixou passar nem um detalhezinho da história do mestre do romance (tá, brega) americano.
Li "Cale a Bocal, Jornalista - O ódio e a fúria dos mandões contra a Imprensa Brasileira", de Fernando Jorge. Bom. De verdade.
Li também Sushi, de Marian Keyes... comédia boa, praquelas horas de não querer pensar, sabe?
Comecei e terminei de ler "O Símbolo Perdido", de Dan Brown. Bom, mas confuso até mandar parar.
Essa semana eu já comecei lendo Los Angeles, da mesma Keyes do Sushi, e o Grande Livro do Jornalismo, presente da Resende....
sexta-feira, agosto 14, 2009
Agosto
Pois muito bem. Muito bem mesmo. O livro é excelente. Talvez porque eu goste muito de história. Pode ser.
Tendo como pano de fundo os acontecimentos que culminaram no suicídio de Getúlio Vargas, Agosto mistura ficção e realidade. Seu começo é o assassinato de um importante empresário carioca e, a partir daí, uma série de casos, envolvendo a investigação policial, um crime político envolvendo o jornalista Carlos Lacerda e o major do Exército que fazia sua segurança pessoal, amores, traições, dinheiro, poder, a própria Ditadura Militar com todas as suas implicações políticas e homossexualismo, Agosto é sensacional.
De Rubem Fonseca, Agosto é uma série de pistas falsas de crimes - que levam o investigador Mattos ao Palácio do Catete -, pessoas lutando por poder, vaidades à flor da pele, loucura.
Todo ele. Com um final surpreendente.
Agosto vale a pena. E muito.
sábado, março 07, 2009
Lançamento

quarta-feira, março 04, 2009
Lançamento
Meu querido amigo bonitão Jefferson Sarmento lança na próxima sexta-feira, seu segundo romance: Os ratos do quarto ao lado.
Eu já li - aliás, até falei sobre ele aqui no brog - e aprovei.
Vale a pena!

sexta-feira, dezembro 26, 2008
Os ratos do quarto ao lado
Os meus três leitores podem estar se perguntando por quê este livro merece um post especial, já que eu não costumo fazer isso. Eu explico os motivos: pra começo de conversa, o livro é ótimo. Bom mesmo. Daqueles que a gente tem vontade de não largar mais (no meu caso, a vontade teve que passar, porque eu não tinha tempo messsmo).
Depois porque o autor do livro é um cara muito especial na minha vida. O Jefferson divide seu tempo entre a vida de gerente de banco, de pai, marido, amigo dos amigos, vocalista e gaitista de uma excelente banda de blues e ainda escritor. É... quem aí achar necessário que eu aponte mais motivos, me avise, pra eu fazer isso.
Os ratos do quarto ao lado tem um texto envolvente. Uma história com tantos detalhes que faz a gente ter curiosidade de como é que tantas pontas vão se encaixar mais na frente. Personagens reais, com profissões como as nossas - especialmente a minha... eheh -, com vidas comuns e problemas que, se a gente nunca viveu um parecido, com certeza conhece alguém que já.
O livro fala de um série de assassinatos, cujas vítimas são meninos. Com detalhes assustadores, cada crime cometido faz a gente ver um dos personagens como suspeito. Os ratos do quarto ao lado tem um final surpreendente. Assim como todo o seu desenrolar.
Vale. Pela história, por cada detalhe, por cada narrativa que me tirou o fôlego. E por uma pergunta que não quer calar: aquele orfanato existiu?
sábado, novembro 01, 2008
Estudo de caso: Pollyanna - parte II
NEGAÇÃO - OS FATOS
A negação é um mecanismo de defesa geralmente usado por aqueles que consideram desconfortável ter de confrontar-se com verdades dolorosas. Há muitos tipos de negação. Por um lado, ela pode ser um mecanismo de defesa utilizado por muitos de nós em ocasiões nas quais nos recusamos a encarar as conseqüências de algo que fazemos e quando não queremos assumir a responsabilidade por nossos atos. "Aconteceu!", é a exclamação mais comum. Em outros casos, a negação é quase um estado normal da mente, assim como é para Pollyanna, com seu otimismo fora do lugar. Em algumas famílias, por exemplo, um caso óbvio de alcoolismo ou vício em alguma droga, ou outro comportamento desadaptivo demonstrado por um de seus membros, pode ser negado ou minimizado pelo resto da família. Por outro lado, a negação pode estar relacionada a um incidente sério na vida de uma pessoa. Por exemplo, se alguém sofreu uma agressão, pode até reconhecer que o ataque aconteceu, mas negar seu imapacto.
Pollyanna usa a negação como blindagem emocional. Embora a Srta. Harrington não tenha feito qualquer esforço para receber a sobrinha, não demostrando bondade ou afeição, Pollyanna simplesmente se comporta como se a tia estivesse agindo e apoiando-a de maneira adequada. Ter perdido os pais e ir morar com um parente que não se preocupa com ela é simplesmente muito doloroso para Pollyanna aceitar, e então ela nega a dura realidade da situação.
PROGNÓSTICO
A negação é geralmente descrita como um mecanismo de defesa de uma mente imatura. Já que Pollyanna ainda não atingiu a maioridade, é possível que consiga se libertar do uso da negação como forma de enfrentamento. Embora o otimismo de Pollyanna possa estar sendo prejudicial em sua atual situação, já qe ela o usa de maneira indiscriminada, ela pode lhe ser útil a longo prazo. Pessoas pessimistas têm maior probabilidade de sofrer de doenças mentais e físicas do que aquelas que são mais positivas em sua forma de encarar o mundo. Entretanto, no futuro, Pollyanna precisará aprender a considerar os fatos de maneira mais objetiva e ser mais realista em suas expectativas, em vez de se apoiar em um otimismo cego.
TRATAMENTO
Pollyanna recebeu muito pouco apoio desde a morete do pai. Uma orientação em relação ao luto, portanto, seria útil para ajudá-la a lidar com a perda dos pais. Se possível, a tia de Pollyanna deveria participar de algumas sessões com a sobrinha, para que pudesse aprender a lidar com a menina de uma maneira mais branda e dócil.
A terapia familiar também pode ser uma opção. Tanto Pollyanna quanto a tia podem se beneficiar com isso. A Srta. Harrington, obviamente, tem suas próprias dificuldades, como ficou evidente em sua espantosa ausência de empatia, que pode muito bem ter se originado na infância. Além disso, o fato de repentinamente ter de cuidar de Pollyanna pode ter significado um grande peso emocional para ela. Portanto, uma terapia conjunta poderia ser útil para ensiná-las a conviver de uma maneira mais satisfatória para ambas.
Você conhece alguém que vê o mundo da mesma forma que Pollyanna? Essa pessoa...
( ) Parece minimizar os problemas em vez de encará-los?
( ) Ignora questões com as quais outras pessoas se preocupariam, como esconder uma fatura em vez de abri-la?
( ) Tenta escapar dos problemas de modo pouco saudável, como, por exemplo, usando drogas ou álcool?
( ) Mente sobre como estão as coisas em casa? Por exemplo, sustenta que seu casamento está muito feliz, quando está óbvio que há profundos problemas que precisam ser resolvidos?
segunda-feira, setembro 22, 2008
Lobo Mau no Divã
Imagine se Sininho tivesse feito psicoterapia para curar seu Transtorno de Personalidade Anti-Social, se a Bela tivesse reconhecido sua relação de co-dependência com a Fera e se o Mágico de Oz tivesse tratado seu Transtorno de Personalidade Narcisista. Teriam eles vivido felizes para sempre?
Em "O lobo mau no divã", Laura James desvenda os transtornos psicológicos dos nossos personagens infantis favoritos e, com isso, ajuda-nos a perceber as próprias fragilidades e lidar com elas.
Cinderela deveria mesmo ter se casado com um homem com quem se encontrou apenas duas vezes? Estaria ela sofrendo de algum transtorno psicológico subliminar?
Após questionar-se sobre o comportamento de Cinderela, Laura James percebeu que algo estava errado. Para uma criança ingênua e fascinada pelos contos de fadas, a tarefa de analisar seus personagens preferidos sob a ótica da psicologia seria, obviamente, impossível. Porém, ao reler as histórias para os filhos, a autora constatou que, além da princesa, Alice Ursinho Pooh, Peter Pan, Lobo Mau, entre outros personagens, apresentam distúrbios, neuroses e psicoses.
Cansada de vê-los sofrer, Laura James concluiu que faltava um livro que tratasse especificamente dos transtornos das princesas, heróis e vilões da ficção. Em Lobo Mau no Divã, há explicações técnicas muito divertidas sobre o que se passa na mente dos personagens de nossos contos infatis favoritos. Afinal, como o Tigrão poderia encontrar orientações para lidar com seu Transtorno de Déficit de Atenção / Hiperatividade? Quem poderia ajudá-lo?
Seja no Bosque dos Cem Acres ou no Reino Tão, Tão Distante, os habitantes do mundo encantado e os leitores da vida real vão aprender um pouco mais sobre distúrbios psicológicos, reconhecer seus sintomas e, quem sabe, descobrir a melhor maneira de lidar com as próprias questões.
segunda-feira, setembro 15, 2008
O RIO é assim*
O RIO é assim – a crônica de uma cidade (1953-1984) foi organizado por Jason Tércio e lançado pela Editora Agir. Chamado de ‘extensa e variada bibliografia sobre o Rio de Janeiro contemporâneo’, o livro é um reflexo sem teorização, crítico sem aviltamento, documental sem aridez, leve sem superficialismo descartável, subjetivo sem afetação. Nele, mais de 30 anos de vida carioca são vasculhados assim pelo olhar de um cronista irrequieto que perscrutou a cidade em todos os seus meandros.
Por tanta importância -e por venerar a cidade -, vou postar aqui regularmente as crônicas que compõem a obra. No livro, temos o Rio de Janeiro como nunca foi lido, pelo menos com tal intensidade e estilo. Cada texto transpira paixão. Maracanã, samba, carnaval, Esquadrão da Morte, prazeres da praia, loucuras do trânsito, crianças abandonadas, personagens anônimos e célebres, o Solar da Fossa, a paisagem deslumbrante.
Algumas das crônicas, como a série sobre bairros e espaços públicos trazem grande contribuição para o conhecimento das peculiaridades urbanas e sociais, numa linguagem gostosa. As análises da violência – assunto que particularmente me interessa – primam pela coragem e pela lucidez ao apontar causas e propor soluções.
Ah, e o livro me dá a certeza absoluta de que posso continuar dizendo por aí que o Rio à noite é a segunda cidade mais linda do mundo. A primeira? O Rio de dia.
*Texto-base de Jason Tércio
domingo, agosto 24, 2008
Homens fazem sexo? Mulheres fazem amor?

O MASCULINO






