quarta-feira, julho 14, 2010

Mães

Nossas mães são o máximo... aquelas que já se foram, foram o máximo. Com toda a certeza.
Todas são o máximo... cada uma com aquilo que lhe é - ou foi - peculiar.
Tava falando disso hoje cedo com a Iza e decidi que, de tão curioso, mereceria um post.
E andei lembrando o que meus amigos dizem sobre suas mães.
E tem cada coisa....
A minha, por exemplo, como dizia a Aline, não pode ver o portão aberto, que foge. É... nunca vi gostar mais de rua do que ela. Caramba! Se quiser se esconder dela, é só baixar lá em casa.
Ela também adora cozinhar... inventa novidades a cada dia. O curioso disso é que ela não gosta de cozinhar, quando está sozinha em casa, ou seja, só faz quando eu estou em casa com ela, fato que, invariavelmente, acontece à noite. Isso significa que durmo menos do que eu gostaria, pra fazer companhia a ela...
Quando ela fazia faculdade, parecia adolescente: o caderno era todo colorido, com adesivos em todas as páginas. Ela copiava tudo o que o professor dizia num rascunho e "passava a limpo" em casa. A rotina dela era: trabalho de manhã, cadernos à tarde e faculdade à noite.
Ah, e nunca vi outro alguém gostar tanto de contas. Quando ta em casa, sempre tira um tempo pra ficar à mesa da copa, calculando e rasgando papéis... nunca vi!
A mãe da Iza pede carona pra todos os carros que vê, sendo dirigidos por um conhecido. "Vai pra onde?", pergunta o motorista. "Prali", responde ela. E embarca...
Ela também põe o travesseirinho embaixo do braço, pra fazer companhia aos dois filhos que estão dormindo no mesmo quarto ultimamente... "meus filhos"... ela sempre diz, segundo a própria Iza.
A mãe da Thais sempre tem um conselho. É incrível...
A do Marcelo cabelo reconhecia a minha voz ao telefone, mesmo sem nunca ter me visto.
A mãe da Flávia Resende é consultora de beleza. Aquele armário no canto da sala é a perfeição encarnada.
A mãe do Diego dá presentes de aniversários ótimos aos filhos. O pior - pra ela - é agüentar as cobranças de cada um, quando a vez é do outro.
A mãe da Gigi era uma companhia perfeita. Tomar chá com ela à tarde era o melhor programa que a gente tinha.
A mãe do Max era divertida... e e sempre ficava encabulada quando o Max fazia perguntas sexuais a ela. Essas histórias rendem muitas gargalhadas!
As mães são tudo de bom mesmo. Sempre. Todas elas se preocupam, dão carinho, querem saber...
A mãe do Dê deixou saudades. A mãe do meu pai também.
A mãe da Danna lê meu brog. A mãe da Thaissa também. As duas dizem que se divertem...
A mãe da Lu é simpática e mãezona das amigas da filha.
A mãe da minha mãe é carente e adora pé de moleque diet.
A mãe da Eliane foi nossa mãezona enquanto estivemos em Curitiba.
A da Ju colocou no mundo a minha querida amiga, que casou-se com o Marcelo. Outro afortunado, que teve uma mãe pra lá de especial.
A mãe da Beatriz (sim, a Larissa) não come carne, mas de vez em quando dá uma mordidinha num salgadinho de presunto. E até arrisca umas lascas do bife que ficam no fundo da frigideira.
E tem mais um montão de mães perfeitas por aí... as que eu não me lembrei e as que eu não conheço também.

2 comentários:

Thaissa Costa disse...

Minha mãe é sua fã e eui até fico com ciúmes.

Richard disse...

A minha mãe te adorava... lembro disso muito bem. adorei este texto. beijo em todo mundo!