Aquela cruz não escreveu o fim da história,
Pois quando Ele falou "tudo consumado está",
O véu do Templo se rasgou,
A Terra então tremeu, pedras se partiram, o céu escureceu.
E aqueles que zombaram dele perceberam que aquela morte não representava o fim
E ao terceiro dia, quando Ele se levantou,
Em Suas mãos, vitórias trouxe para mim.
Adorado Rei dos Reis, Sua fama corre entre as nações,
Ai Seu nome toda a Terra se prostrará.
Jesus, Filho de Deus!
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domingo, abril 20, 2014
Páscoa
quinta-feira, setembro 27, 2012
Dupla Honra
Quem prepara para mim, mesa frente ao inimigo,
E me põe tranquilo, oculto, em Teu esconderijo?
Para cada lágrima, há um rio de esperança
Para cada dia de vergonha, dupla honra.
És tu, Senhor, quem separa as águas,
Quem estabelece Reis e também os faz cair
Quem se inclina das alturas,
Só para ouvir a minha voz
Refrigera a minha alma, quando penso em desistir
E porque eu me apeguei a Ti
O meu El Shadai tem para mim
Para cada dia de vergonha, dupla honra
E me põe tranquilo, oculto, em Teu esconderijo?
Para cada lágrima, há um rio de esperança
Para cada dia de vergonha, dupla honra.
És tu, Senhor, quem separa as águas,
Quem estabelece Reis e também os faz cair
Quem se inclina das alturas,
Só para ouvir a minha voz
Refrigera a minha alma, quando penso em desistir
E porque eu me apeguei a Ti
O meu El Shadai tem para mim
Para cada dia de vergonha, dupla honra
quarta-feira, março 21, 2012
Águas de Março
Sim, eu sou simplesmente apaixonada por esta música. E hoje eu li um comentário de algum amigo, sobre essa época de chuvas (pelo menos pra alguns, claro) e me lembrei da letra escrita por Tom Jobim. Vale a pena passar os olhos... sempre.
É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã....
Música: Águas de Março
Autoria Letra e Música : Tom Jobim
É pau, é pedra, é o fim do caminho,
É um resto de toco, é um pouco sozinho,
É um caco de vidro, é a vida, é o sol,
É a noite, é a morte, é um laço, é o anzol.
É um resto de toco, é um pouco sozinho,
É um caco de vidro, é a vida, é o sol,
É a noite, é a morte, é um laço, é o anzol.
É peroba no campo, é o nó da madeira,
Caingá candeia, é o matita-pereira,
É madeira de vento, tombo da ribanceira,
É o mistério profundo, é o queira ou não queira.
Caingá candeia, é o matita-pereira,
É madeira de vento, tombo da ribanceira,
É o mistério profundo, é o queira ou não queira.
É o vento ventando, é o fim da ladeira,
É a viga, é o vão, festa da cumeeira,
É a chuva chovendo, é conversa ribeira,
Das águas de março, é o fim da canseira.
É a viga, é o vão, festa da cumeeira,
É a chuva chovendo, é conversa ribeira,
Das águas de março, é o fim da canseira.
É o pé, é o chão, é a marcha estradeira,
Passarinho na mão, pedra de atiradeira,
É uma ave no céu, é uma ave no chão,
É um regato, é; uma fonte, é um pedaço de pão.
Passarinho na mão, pedra de atiradeira,
É uma ave no céu, é uma ave no chão,
É um regato, é; uma fonte, é um pedaço de pão.
É o fundo do poço, é o fim do caminho,
No rosto um desgosto, é um pouco sozinho,
É um estepe, é um prego, é uma conta, é um conto,
É um pingo pingando, é uma conta, é um ponto.
No rosto um desgosto, é um pouco sozinho,
É um estepe, é um prego, é uma conta, é um conto,
É um pingo pingando, é uma conta, é um ponto.
É um peixe, é um gesto, é uma prata brilhando,
É a luz da manha, é o tijolo chegando,
É a lenha, é o dia, é o fim da picada,
É a garrafa de cana, o estilhaço na estrada,
É o projeto da casa, é o corpo na cama,
É o carro enguiçado, é a lama, é a lama.
É a luz da manha, é o tijolo chegando,
É a lenha, é o dia, é o fim da picada,
É a garrafa de cana, o estilhaço na estrada,
É o projeto da casa, é o corpo na cama,
É o carro enguiçado, é a lama, é a lama.
É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã,
É um resto de mato, na luz da manhã,
São as águas de março fechando o verão,
É a promessa de vida no teu coração.
É um resto de mato, na luz da manhã,
São as águas de março fechando o verão,
É a promessa de vida no teu coração.
É uma cobra, é um pau, é João, é José,
É um espinho na mão, é um corte no pé,
São as águas de março fechando o verão,
É a promessa de vida no teu coração,
É pau, é pedra, é o fim do caminho,
É um resto de toco, é um pouco sozinho.
É um espinho na mão, é um corte no pé,
São as águas de março fechando o verão,
É a promessa de vida no teu coração,
É pau, é pedra, é o fim do caminho,
É um resto de toco, é um pouco sozinho.
quinta-feira, junho 23, 2011
Rapte-me camaleoa
Essas coisas de letras de música me confundem um pouco. Agora, com as propagandas do cd gravado em parceria entre Caetano Veloso e Maria Gadú, me ocorreu que alguns trechos da letra me passam meio despercebidos, por isso... cá está ela.
Rapte-me, Camaleoa
Composição: Caetano Veloso
Rapte-me camaleoa
Adapte-me a uma cama boa
Capte-me uma mensagem à toa
De um quasar pulsando lôa
Interestelar canoa...
Leitos perfeitos
Seus peitos direitos
Me olham assim
Fino menino me inclino
Pro lado do sim...
Rapte-me
Me adapte-me
Me capte-me
It's up to me
Coração
Ser querer ser
Merecer ser
Um camaleão...
Rapte-me camaleoa
Adapte-me ao seu
Ne me quitte pas...
Adapte-me a uma cama boa
Capte-me uma mensagem à toa
De um quasar pulsando lôa
Interestelar canoa...
Leitos perfeitos
Seus peitos direitos
Me olham assim
Fino menino me inclino
Pro lado do sim...
Rapte-me
Me adapte-me
Me capte-me
It's up to me
Coração
Ser querer ser
Merecer ser
Um camaleão...
Rapte-me camaleoa
Adapte-me ao seu
Ne me quitte pas...
terça-feira, julho 20, 2010
Dia do Amigo
Hoje é Dia do Amigo... as mensagens começaram a pipocar cedo.
Lembrei-me desta música, que, além de linda, tem uma letra muito especial.
Aos meus amigos, todos, digo que os amo e que não vivo sem cada um deles, cada telefonema, cada foto, cada risada, cada sessão de cinema, cada discussão, cada conversa, cada segredo compartilhado... cada tudo.
Emoção, eu sei floresce
nestes corações amigos
Tantas situações vividas,
tão preciosas nunca mais se esquece
Mas perto estaremos, sempre
como que nada hoje aconteceu
Pois o amor brotou sincero
e vai nos conservar num só.
Ser amigos é pra sempre,
como eterno é nosso Deus
Como amigos nós diremos:
até breve, não adeus.
Eu agora vou partir
sob a mão do Pai seguir.
Mas, amigos nada vai nos separar
Com carinho e fé criados
pela convivência pura
Nos encontraremos sempre.
Na distância só o amor perdura.
Mas perto estaremos, sempre
como que nada hoje aconteceu
Pois o amor brotou sincero
e vai nos conservar num só.
Ser amigos é pra sempre,
como eterno é nosso Deus
Como amigos nós diremos:
até breve, não adeus.
Eu agora vou partir sob a mão do Pai seguir.
Mas, amigos nada vai nos separar
Lembrei-me desta música, que, além de linda, tem uma letra muito especial.
Aos meus amigos, todos, digo que os amo e que não vivo sem cada um deles, cada telefonema, cada foto, cada risada, cada sessão de cinema, cada discussão, cada conversa, cada segredo compartilhado... cada tudo.
Emoção, eu sei floresce
nestes corações amigos
Tantas situações vividas,
tão preciosas nunca mais se esquece
Mas perto estaremos, sempre
como que nada hoje aconteceu
Pois o amor brotou sincero
e vai nos conservar num só.
Ser amigos é pra sempre,
como eterno é nosso Deus
Como amigos nós diremos:
até breve, não adeus.
Eu agora vou partir
sob a mão do Pai seguir.
Mas, amigos nada vai nos separar
Com carinho e fé criados
pela convivência pura
Nos encontraremos sempre.
Na distância só o amor perdura.
Mas perto estaremos, sempre
como que nada hoje aconteceu
Pois o amor brotou sincero
e vai nos conservar num só.
Ser amigos é pra sempre,
como eterno é nosso Deus
Como amigos nós diremos:
até breve, não adeus.
Eu agora vou partir sob a mão do Pai seguir.
Mas, amigos nada vai nos separar
quarta-feira, março 03, 2010
Escudos*
Eu não tenho tempo pra falar teu nome
Eu não tenho nome pra você dizer
Meu café jamais vai matar sua fome
Nada que tu traga vai me apetecer
Sinistro parece que a gente se deu ao desfrute de nada
Tua tanga na manga do mágico falso
Tuas mãos na cartola teu corpo no palco
Traga pra cá tudo
Deixa o seu ser mudo mudo me fazer falar
Traga pra cá tudo
Deixa o seu ser mudo mudo me fazer falar
Traga pra cá tudo
Deixa o seu ser mudo mudo me fazer falar
Não contei ainda teus escudos sujos
Sabe que eu te estudo sem me aproximar
O teu santo gringo me mostrou teu mundo
Vi que no escuro tu fica a chorar
Se Shiva me disse pra ter paciência
Te pego no beco do sino da crença
Te assusto com a ira da minha demência
Traga pra cá tudo
Deixa o seu ser mudo me fazer falar
Traga pra cá tudo
Deixa o seu ser mudo me fazer falar
Traga pra cá tudo
Deixa o seu ser mudo me fazer falar
Se Shiva me disse pra ter paciência
Te pego no beco do sino da crença
Te assusto com a ira da minha demência
Traga pra cá tudo
Deixa o seu ser mudo me fazer falar
Traga pra cá tudo
Deixa o seu ser mudo me fazer falar
Traga pra cá tudo
Deixa o seu ser mudo me fazer falar
Traga pra cá tudo
Eu não tenho nome pra você dizer
Meu café jamais vai matar sua fome
Nada que tu traga vai me apetecer
Sinistro parece que a gente se deu ao desfrute de nada
Tua tanga na manga do mágico falso
Tuas mãos na cartola teu corpo no palco
Traga pra cá tudo
Deixa o seu ser mudo mudo me fazer falar
Traga pra cá tudo
Deixa o seu ser mudo mudo me fazer falar
Traga pra cá tudo
Deixa o seu ser mudo mudo me fazer falar
Não contei ainda teus escudos sujos
Sabe que eu te estudo sem me aproximar
O teu santo gringo me mostrou teu mundo
Vi que no escuro tu fica a chorar
Se Shiva me disse pra ter paciência
Te pego no beco do sino da crença
Te assusto com a ira da minha demência
Traga pra cá tudo
Deixa o seu ser mudo me fazer falar
Traga pra cá tudo
Deixa o seu ser mudo me fazer falar
Traga pra cá tudo
Deixa o seu ser mudo me fazer falar
Se Shiva me disse pra ter paciência
Te pego no beco do sino da crença
Te assusto com a ira da minha demência
Traga pra cá tudo
Deixa o seu ser mudo me fazer falar
Traga pra cá tudo
Deixa o seu ser mudo me fazer falar
Traga pra cá tudo
Deixa o seu ser mudo me fazer falar
Traga pra cá tudo
*Composição: Maria Gadu
quarta-feira, julho 01, 2009
Somos quem podemos ser
Ultimamente, o CD da vez na minha vida está sendo, de novo, o Acústico dos Engenheiros do Hawaii. Sou fã inveterada dos caras, das músicas, dos arranjos, das participações e, principalmente, das letras, que sempre trazem, subentendidos, assuntos sérios, que rendem boas discussões.
Como o meu marcador "Música" tava um pouco esquecido, resolvi colocar essa letra aqui. Vale ler, e - tentar - entender o que quer dizer.
Um dia me disseram
Que as nuvens
Não eram de algodão
Um dia me disseram
Que os ventos
Às vezes erram a direção
E tudo ficou tão claro
Um intervalo na escuridão
Uma estrela de brilho raro
Um disparo para um coração...
A vida imita o vídeo
Garotos inventam
Um novo inglês
Vivendo num país sedento
Um momento de embriaguez...
Somos quem podemos ser...
Sonhos que podemos ter...
Um dia me disseram
Quem eram os donos
Da situação
Sem querer eles me deram
As chaves que abrem
Essa prisão
E tudo ficou tão claro
O que era raro, ficou comum
Como um dia depois do outro
Como um dia, um dia comum...
A vida imita o vídeo
Garotos inventam
Um novo inglês
Vivendo num país sedento
Um momento de embriaguez...
Somos quem podemos ser...
Sonhos que podemos ter...
Um dia me disseram
Que as nuvens
Não eram de algodão
Sem querer eles me deram as chaves que abrem essa prisão
Quem ocupa o trono
Tem culpa
Quem oculta o crime
Também
Quem duvida da vida
Tem culpa
Quem evita a dúvida
Também tem...
Somos quem podemos ser...
Sonhos que podemos ter...
Como o meu marcador "Música" tava um pouco esquecido, resolvi colocar essa letra aqui. Vale ler, e - tentar - entender o que quer dizer.
Somos quem podemos ser*
Um dia me disseram
Que as nuvens
Não eram de algodão
Um dia me disseram
Que os ventos
Às vezes erram a direção
E tudo ficou tão claro
Um intervalo na escuridão
Uma estrela de brilho raro
Um disparo para um coração...
A vida imita o vídeo
Garotos inventam
Um novo inglês
Vivendo num país sedento
Um momento de embriaguez...
Somos quem podemos ser...
Sonhos que podemos ter...
Um dia me disseram
Quem eram os donos
Da situação
Sem querer eles me deram
As chaves que abrem
Essa prisão
E tudo ficou tão claro
O que era raro, ficou comum
Como um dia depois do outro
Como um dia, um dia comum...
A vida imita o vídeo
Garotos inventam
Um novo inglês
Vivendo num país sedento
Um momento de embriaguez...
Somos quem podemos ser...
Sonhos que podemos ter...
Um dia me disseram
Que as nuvens
Não eram de algodão
Sem querer eles me deram as chaves que abrem essa prisão
Quem ocupa o trono
Tem culpa
Quem oculta o crime
Também
Quem duvida da vida
Tem culpa
Quem evita a dúvida
Também tem...
Somos quem podemos ser...
Sonhos que podemos ter...
*Composição: Humberto Gessinger
quarta-feira, abril 15, 2009
Novela. Eu tentei....
Todo mundo tava me dizendo que eu não sou antenada com as coisas que acontecem ao meu redor. Obviamente, ninguém se referia a notícias ou acontecimentos políticos, econômicos ou afins. Tava todo mundo falando de gírias, expressões estrangeiras e tipos novelísticos.
Teve gente - leia-se Gigi e Wandel - que me aconselhou: "Veja um dia, só pra você entender o que estamos falando e poder participar das nossas conversas".
Falaram tanto que eu tentei. E tentei mesmo. Foram dois dias, digo, duas noites de tentativas intensas.
Vi artista desconhecido, previ cenas e dois minutos depois constatei que, mesmo sem ver novelas eu entendo profundamente a mente dos novelistas, vi ator bonito, namoros desfeitos - claro - e mais um monte de coisas. Aquelas gírias que a Gigi, o Wandel e toda a galera ficou cantando lá no aniversário da Kênia e vi mais um monte de coisa.
O caso é que, mesmo depois de ter tentado, eu continuei sem gostar, sem conseguir me interessar por aqui. É tudo sempre a mesma coisa. Aqueles ingredientes: um casal desfeito com ou sem um filho, uma gravidez fora da relação deles, uma armação, famílias inimigas cujos filhos se amam e mais um monte de outras possibilidades, somados a ingredientes novos: uma criança trocada na maternidade, um pai milionário - ou pobre - desconhecido, uma grande empresa, uma viagem de negócios, uma aventura extra-conjugal... e pronto! Está dada a largada para seis meses de mesmice.
E... na boa... seis meses é tempo demais. Não dou conta nem de jeito nenhum.
Ainda mais depois que hoje, dando uma olhada nas trilhas sonoras de novelas - sim, ando procurando alguma coisa nelas pela qual eu possa demonstrar algum interesse e música é sempre uma bela opção pra mim - e encontrei uma que fez parte do grupo de músicas que integraram a trilha da novela de duas novelas da TV Globo.
Achei, no mínimo, curioso.
No máximo... bem, fica por sua conta encontrar a palavra.
Veja a letra e a tradução que garimpei por aí e fala pra mim se tem cabimento eu perder uma hora do meu dia - ou da noite - assistindo a uma programação que canta mensagem como essa.
"Sympathy for the Devil ", de Mick Jagger
"Simpatia Com o Diabo "
Please allow me to introduce myself
I'm a man of wealth and taste
I've been around for a long, long year
Stole many a man's soul and faith
Por gentileza me permita me apresentar
Sou um homem de fortuna e requinte
Estou por aí já faz alguns anos
Roubei as almas e a fé de muitos homens
And I was 'round when Jesus Christ
Had his moment of doubt and pain
Made damn sure that Pilate
Washed his hands and sealed his fate
E eu estava por perto quando Jesus Cristo
Teve seu momento de duvida e dor
Fiz muita questão que Pilatos
Lavasse suas mãos e selasse seu destino
Pleased to meet you
Hope you guess my name
But what's puzzling you
Is the nature of my game
Um prazer em lhe conhecer
Espero que adivinhem o meu nome
Mas o que lhes intriga
É a natureza do meu jogo
I stuck around St.. Petersberg
When I saw it was a time for a change
Killed the Czar and his ministers
Anastasia screamed in vain
Eu aguardei em São Petersburgo
Quando percebi que era hora para mudanças
Matei o Czar e seus ministros
Anastácia gritou em vão
I rode a tank
Held a general's rank
When the Blitzkrieg raged
And the bodies stank
Pilotei um tanque
Usei a patente de general
Quando as blitzkrieg urgiam
E os corpos fediam
Pleased to meet you
Hope you guess my name, oh yeah
What's puzzling you
Is the nature of my game, oh yeah
Um prazer em lhe conhecer
Espero que adivinhem o meu nome
Mas o que lhes intrigam
É a natureza do meu jogo
I watched with glee
While your kings and queens
Fought for ten decades
For the Gods they made
Assisti com orgulho
Enquanto seus reis e rainhas
Lutaram por dez décadas
Pelos deuses que eles criaram
I shouted out
'Who killed the Kennedys?'
When after all
It was you and me
Gritei bem alto
'Quem matou os Kennedys?'
Quando afinal de contas
Foi apenas você e eu
Let me please introduce myself
I'm a man of wealth and taste
And I laid traps for troubadors
Who get killed before they reached Bombay
Permita-me por gentileza me apresentar
Sou um homem de fortuna e requinte
Deixei armadilhas para ministreis
Que morreram antes de chegarem a Bombaim
Pleased to meet you
Hope you guessed! my name, oh yeah
But what's puzzling you
Is the nature of my game
Um prazer em lhe conhecer
Espero que adivinhem o meu nome, oh yeah
Mas o que lhes intriga
É a natureza do meu jogo
Pleased to meet you
Hope you guessed my name, oh yeah
But what's confusing you
Is just the nature of my game
Um prazer em lhe conhecer
Espero que adivinhem o meu nome
Mas o que lhes confunde
É a natureza do meu jogo
Just as every cop is a criminal
And all the sinners Saints
As heads is tails
Just call me Lucifer
'Cause I'm in need of some restraint
Assim como todo cana é um criminoso
E todos os pecadores Santos
Como cara é coroa
Basta me chamar de Lúcifer
Pois estou precisando de alguma restrição
So if you meet me
Have some courtesy
Have some sympathy, and some taste
Use all your well-learned politesse
Or I'll lay your soul to waste, um yeah
Então se me conhecer
Tenha alguma delicadeza
Tenha a simpatia, e algum requinte
Use toda sua polidez bem aprendida
Ou deitarei sua alma para apodrecer Pleased to meet you
Hope you guessed my name, um yeah
But what's puzzling you
Is the nature of my game, um! baby, get down
Prazer em lhe conhecer
Espero que adivinhem o meu nome, oh yeah
Mas o que lhes intrigam
É a natureza do meu jogo
Woo, who
Oh yeah, get on down
Oh yeah
Oh yeah!
Tell me baby, what's my name
Tell me honey, baby guess my name
Tell me baby, what's my name
I tell you one time, you're to blame
Diga-me baby, qual é o meu nome
Diga-me doçura, qual é o meu nome
Diga-me baby, qual é o meu nome
Lhe digo uma vez, é sua culpa
Teve gente - leia-se Gigi e Wandel - que me aconselhou: "Veja um dia, só pra você entender o que estamos falando e poder participar das nossas conversas".
Falaram tanto que eu tentei. E tentei mesmo. Foram dois dias, digo, duas noites de tentativas intensas.
Vi artista desconhecido, previ cenas e dois minutos depois constatei que, mesmo sem ver novelas eu entendo profundamente a mente dos novelistas, vi ator bonito, namoros desfeitos - claro - e mais um monte de coisas. Aquelas gírias que a Gigi, o Wandel e toda a galera ficou cantando lá no aniversário da Kênia e vi mais um monte de coisa.
O caso é que, mesmo depois de ter tentado, eu continuei sem gostar, sem conseguir me interessar por aqui. É tudo sempre a mesma coisa. Aqueles ingredientes: um casal desfeito com ou sem um filho, uma gravidez fora da relação deles, uma armação, famílias inimigas cujos filhos se amam e mais um monte de outras possibilidades, somados a ingredientes novos: uma criança trocada na maternidade, um pai milionário - ou pobre - desconhecido, uma grande empresa, uma viagem de negócios, uma aventura extra-conjugal... e pronto! Está dada a largada para seis meses de mesmice.
E... na boa... seis meses é tempo demais. Não dou conta nem de jeito nenhum.
Ainda mais depois que hoje, dando uma olhada nas trilhas sonoras de novelas - sim, ando procurando alguma coisa nelas pela qual eu possa demonstrar algum interesse e música é sempre uma bela opção pra mim - e encontrei uma que fez parte do grupo de músicas que integraram a trilha da novela de duas novelas da TV Globo.
Achei, no mínimo, curioso.
No máximo... bem, fica por sua conta encontrar a palavra.
Veja a letra e a tradução que garimpei por aí e fala pra mim se tem cabimento eu perder uma hora do meu dia - ou da noite - assistindo a uma programação que canta mensagem como essa.
"Sympathy for the Devil ", de Mick Jagger
"Simpatia Com o Diabo "
Please allow me to introduce myself
I'm a man of wealth and taste
I've been around for a long, long year
Stole many a man's soul and faith
Por gentileza me permita me apresentar
Sou um homem de fortuna e requinte
Estou por aí já faz alguns anos
Roubei as almas e a fé de muitos homens
And I was 'round when Jesus Christ
Had his moment of doubt and pain
Made damn sure that Pilate
Washed his hands and sealed his fate
E eu estava por perto quando Jesus Cristo
Teve seu momento de duvida e dor
Fiz muita questão que Pilatos
Lavasse suas mãos e selasse seu destino
Pleased to meet you
Hope you guess my name
But what's puzzling you
Is the nature of my game
Um prazer em lhe conhecer
Espero que adivinhem o meu nome
Mas o que lhes intriga
É a natureza do meu jogo
I stuck around St.. Petersberg
When I saw it was a time for a change
Killed the Czar and his ministers
Anastasia screamed in vain
Eu aguardei em São Petersburgo
Quando percebi que era hora para mudanças
Matei o Czar e seus ministros
Anastácia gritou em vão
I rode a tank
Held a general's rank
When the Blitzkrieg raged
And the bodies stank
Pilotei um tanque
Usei a patente de general
Quando as blitzkrieg urgiam
E os corpos fediam
Pleased to meet you
Hope you guess my name, oh yeah
What's puzzling you
Is the nature of my game, oh yeah
Um prazer em lhe conhecer
Espero que adivinhem o meu nome
Mas o que lhes intrigam
É a natureza do meu jogo
I watched with glee
While your kings and queens
Fought for ten decades
For the Gods they made
Assisti com orgulho
Enquanto seus reis e rainhas
Lutaram por dez décadas
Pelos deuses que eles criaram
I shouted out
'Who killed the Kennedys?'
When after all
It was you and me
Gritei bem alto
'Quem matou os Kennedys?'
Quando afinal de contas
Foi apenas você e eu
Let me please introduce myself
I'm a man of wealth and taste
And I laid traps for troubadors
Who get killed before they reached Bombay
Permita-me por gentileza me apresentar
Sou um homem de fortuna e requinte
Deixei armadilhas para ministreis
Que morreram antes de chegarem a Bombaim
Pleased to meet you
Hope you guessed! my name, oh yeah
But what's puzzling you
Is the nature of my game
Um prazer em lhe conhecer
Espero que adivinhem o meu nome, oh yeah
Mas o que lhes intriga
É a natureza do meu jogo
Pleased to meet you
Hope you guessed my name, oh yeah
But what's confusing you
Is just the nature of my game
Um prazer em lhe conhecer
Espero que adivinhem o meu nome
Mas o que lhes confunde
É a natureza do meu jogo
Just as every cop is a criminal
And all the sinners Saints
As heads is tails
Just call me Lucifer
'Cause I'm in need of some restraint
Assim como todo cana é um criminoso
E todos os pecadores Santos
Como cara é coroa
Basta me chamar de Lúcifer
Pois estou precisando de alguma restrição
So if you meet me
Have some courtesy
Have some sympathy, and some taste
Use all your well-learned politesse
Or I'll lay your soul to waste, um yeah
Então se me conhecer
Tenha alguma delicadeza
Tenha a simpatia, e algum requinte
Use toda sua polidez bem aprendida
Ou deitarei sua alma para apodrecer Pleased to meet you
Hope you guessed my name, um yeah
But what's puzzling you
Is the nature of my game, um! baby, get down
Prazer em lhe conhecer
Espero que adivinhem o meu nome, oh yeah
Mas o que lhes intrigam
É a natureza do meu jogo
Woo, who
Oh yeah, get on down
Oh yeah
Oh yeah!
Tell me baby, what's my name
Tell me honey, baby guess my name
Tell me baby, what's my name
I tell you one time, you're to blame
Diga-me baby, qual é o meu nome
Diga-me doçura, qual é o meu nome
Diga-me baby, qual é o meu nome
Lhe digo uma vez, é sua culpa
quarta-feira, janeiro 14, 2009
Morro do Dendê ou Rap das Armas
Noite dessas eu tava voltando pra VR com o Yuri e começou a tocar o Rap das Armas, aquela música que faz parte da trilha sonora do filme Tropa de Elite. Confesso que, mesmo tendo visto o filme 14 vezes, nunca tinha parado pra ouvir com atenção a música inteira.
E nessa viagem de Resende a VR, nós dois fizemos isso. O caso é que durante a música, mesmo empregando total atenção às palavras, constatamos que muitas delas são impossíveis de se compreender.
Num trecho por exemplo, o cara canta "Croc" e isso é tão claro que eu, sendo apaixonada por armas de fogo como sou, decidi que era a hora de procurar a letra pra, então, entender o que significavam algumas palavras - ou expressões, como queiram os meus três leitores.
Aí, pra poupar o meu trabalho de busca pela letra, o Yuri me enviou e eu tratei logo de entender tudo o que não tinha compreendido na letra cantada.
To colocando a letra aqui e vou fazer um adendo perto de cada palavra que pode parecer estranha ou desconhecida a algum dos meus três leitores.
Ah, em tempo: "Croc" era referência à Glock, a fabricante austríaca de armas e materiais de cutelaria.
E outra coisa: como eu vou colocar os significados (do que eu achar que os meus três leitores vão querer saber ou ter curiosidade) antes ou depois, vou deixar a letra toda novamente embaixo, pra ninguém se perder na minha obra de arte... rsrsr.
Sem falar que eu posso ter me enganado com alguma das definições... dificilmente eu me confundo, mas com esse tanto de arma e tiro, vai saber...
Composição: Cidinho e Doca
Parapapapapapapapapapa,
papara papara papara clack bum,
Parapapapapapapapapapa!
Morro do Dende é ruim de invadir,
nos com os “alemão” vamos se divertir.
Porque no Dende eu vo dizer como que é,
aqui não tem mole, nem pra D.R.E (Delegacia de Repressão a Entorpecentes)
Pra subir aqui no morro até a BOPE
treme, não tem mole pro exército, civil nem pra PM.
Eu dou maior conceito para os amigos meus, mas
morro do Dende também é terra de Deus.
Fé em Deus! DJ! Vamo lá!
Parapapapapapapapapapa,
Parapapapapapapapapapa,
papara papara papara clack bum,
Parapapapapapapapapapa!
Morro do Dende é ruim de invadir,
nos com os “alemão” vamos se divertir.
Porque no Dende eu vo dize como que é,
aqui não tem mole, nem pra D.R.E.
Pra subir aqui no morro até a BOPE
treme, não tem mole pro exército, civil nem pra PM.
Eu dou maior conceito para os amigos meus, mas
morro do Dende também é terra de Deus.
Vem um de AR15 (carabina, fabricado pela Colt) e outro de 12 (espingarda calibre) na mão,
vem mais um de pistola e outro com 28ão (revólver, calibre).
Um vai de URU (submetralhadora brasileira, calibre 9mm) na frente, escoltando o camburão,
tem mais dois na retaguarta mais tão de glock (pistola) na mão!
Amigos que eu não esqueço nem deixo pra depois,
lá vem dois irmãozinhos de 762 (Fuzil PARAFAL).
Dando tiro pro alto só pra faze teste.
É que eles são bandido ruim e ninguém trabalha,
de AK47 (fuzil de assalto de calibre 7,62X39mm),
e na outra mão a metralha (dora... rs).
Esse rap é manero eu digo pra vocês
quem é aqueles caras, de M16 (fuzil de assalto, derivado do AR15)?
A vizinhança dessa massa já diz que não aguenta,
na entrada da favela, já tem ponto50 (metralhadora, com 1,65 de comprimento e peso total de38 quilos).
E se tu toma um “PAH” (tiro) será que você grita?
Seja de ponto50 ou então de ponto30 (carabina, calibre).
Mais se for alemão eu não deixo pra amanhã
acabo com o safado, dou-lhe um tiro de Paisan (uma espécie de faca grande, que corta com as duas faces... só não entendi o "tiro) .
Porque esses alemão, são tudo safado
Vem de garrucha (arma de cano curto, parecida com um revólver) velha, dá dois tiro e sai voado.
E se não for de revolver, eu quebro na porrada.
E finalizo o rap detonando de granada (bomba pequena, feita para uso em curta distância)!
Parapapapapapapapapapa,
Valew…
papara papara papara clack bum,
Vem um de AR15 e outro de 12 na mão,
vem mais um de pistola e outro com 28ão.
Um vai de uru na frente, escoltando o camburão,
tem mais dois na retaguarta mais tão de glock na mão!
Amigos que eu não esqueço nem deixo pra depois,
lá vem dois irmãozinhos de 762.
Dando tiro pro alto só pra faze teste.
A vizinhança dessa massa já diz que não aguenta,
na entrada da favela, já tem ponto50.
E se tu toma um “PAH” será que você grita?
Seja de ponto 50 ou então de ponto30.
Esse rap é manero eu digo pra vocês
quem é aqueles caras, de M16?
Mais se for alemão eu não deixo pra amanhã
acabo com o safado, dou-lhe um tiro de Paisan.
Porque esses alemão, são tudo safado
Vem de garrucha velha, dá dois tiro e sai voado.
E se não for de revolver, eu quebro na porrada.
E finalizo o rap detonando de granada!
Parapapapapapapapapapa,
papara papara papara clack bum,
Parapapapapapapapapapa!
E nessa viagem de Resende a VR, nós dois fizemos isso. O caso é que durante a música, mesmo empregando total atenção às palavras, constatamos que muitas delas são impossíveis de se compreender.
Num trecho por exemplo, o cara canta "Croc" e isso é tão claro que eu, sendo apaixonada por armas de fogo como sou, decidi que era a hora de procurar a letra pra, então, entender o que significavam algumas palavras - ou expressões, como queiram os meus três leitores.
Aí, pra poupar o meu trabalho de busca pela letra, o Yuri me enviou e eu tratei logo de entender tudo o que não tinha compreendido na letra cantada.
To colocando a letra aqui e vou fazer um adendo perto de cada palavra que pode parecer estranha ou desconhecida a algum dos meus três leitores.
Ah, em tempo: "Croc" era referência à Glock, a fabricante austríaca de armas e materiais de cutelaria.
E outra coisa: como eu vou colocar os significados (do que eu achar que os meus três leitores vão querer saber ou ter curiosidade) antes ou depois, vou deixar a letra toda novamente embaixo, pra ninguém se perder na minha obra de arte... rsrsr.
Sem falar que eu posso ter me enganado com alguma das definições... dificilmente eu me confundo, mas com esse tanto de arma e tiro, vai saber...
Morro do Dendê ou Rap das Armas
Composição: Cidinho e Doca
Parapapapapapapapapapa,
papara papara papara clack bum,
Parapapapapapapapapapa!
Morro do Dende é ruim de invadir,
nos com os “alemão” vamos se divertir.
Porque no Dende eu vo dizer como que é,
aqui não tem mole, nem pra D.R.E (Delegacia de Repressão a Entorpecentes)
Pra subir aqui no morro até a BOPE
treme, não tem mole pro exército, civil nem pra PM.
Eu dou maior conceito para os amigos meus, mas
morro do Dende também é terra de Deus.
Fé em Deus! DJ! Vamo lá!
Parapapapapapapapapapa,
Parapapapapapapapapapa,
papara papara papara clack bum,
Parapapapapapapapapapa!
Morro do Dende é ruim de invadir,
nos com os “alemão” vamos se divertir.
Porque no Dende eu vo dize como que é,
aqui não tem mole, nem pra D.R.E.
Pra subir aqui no morro até a BOPE
treme, não tem mole pro exército, civil nem pra PM.
Eu dou maior conceito para os amigos meus, mas
morro do Dende também é terra de Deus.
Vem um de AR15 (carabina, fabricado pela Colt) e outro de 12 (espingarda calibre) na mão,
vem mais um de pistola e outro com 28ão (revólver, calibre).
Um vai de URU (submetralhadora brasileira, calibre 9mm) na frente, escoltando o camburão,
tem mais dois na retaguarta mais tão de glock (pistola) na mão!
Amigos que eu não esqueço nem deixo pra depois,
lá vem dois irmãozinhos de 762 (Fuzil PARAFAL).
Dando tiro pro alto só pra faze teste.
É que eles são bandido ruim e ninguém trabalha,
de AK47 (fuzil de assalto de calibre 7,62X39mm),
e na outra mão a metralha (dora... rs).
Esse rap é manero eu digo pra vocês
quem é aqueles caras, de M16 (fuzil de assalto, derivado do AR15)?
A vizinhança dessa massa já diz que não aguenta,
na entrada da favela, já tem ponto50 (metralhadora, com 1,65 de comprimento e peso total de38 quilos).
E se tu toma um “PAH” (tiro) será que você grita?
Seja de ponto50 ou então de ponto30 (carabina, calibre).
Mais se for alemão eu não deixo pra amanhã
acabo com o safado, dou-lhe um tiro de Paisan (uma espécie de faca grande, que corta com as duas faces... só não entendi o "tiro) .
Porque esses alemão, são tudo safado
Vem de garrucha (arma de cano curto, parecida com um revólver) velha, dá dois tiro e sai voado.
E se não for de revolver, eu quebro na porrada.
E finalizo o rap detonando de granada (bomba pequena, feita para uso em curta distância)!
Parapapapapapapapapapa,
Valew…
papara papara papara clack bum,
Vem um de AR15 e outro de 12 na mão,
vem mais um de pistola e outro com 28ão.
Um vai de uru na frente, escoltando o camburão,
tem mais dois na retaguarta mais tão de glock na mão!
Amigos que eu não esqueço nem deixo pra depois,
lá vem dois irmãozinhos de 762.
Dando tiro pro alto só pra faze teste.
A vizinhança dessa massa já diz que não aguenta,
na entrada da favela, já tem ponto50.
E se tu toma um “PAH” será que você grita?
Seja de ponto 50 ou então de ponto30.
Esse rap é manero eu digo pra vocês
quem é aqueles caras, de M16?
Mais se for alemão eu não deixo pra amanhã
acabo com o safado, dou-lhe um tiro de Paisan.
Porque esses alemão, são tudo safado
Vem de garrucha velha, dá dois tiro e sai voado.
E se não for de revolver, eu quebro na porrada.
E finalizo o rap detonando de granada!
Parapapapapapapapapapa,
papara papara papara clack bum,
Parapapapapapapapapapa!
quarta-feira, junho 11, 2008
segunda-feira, junho 09, 2008
quinta-feira, junho 05, 2008
Zero Ora! abre show dos Titãs
Banda de Volta Redonda se apresenta na Ilha São João nesta sexta-feira
A banda Zero Ora! abre amanhã o show dos Titãs, no terceiro dia da XVI Exposição Agropecuária e Ambiental de Volta Redonda. A Exposição começou ontem e vai até domingo, na Ilha São João.
A Banda Zero Ora! foi criada em 2003, por três amigos despretensiosos, que queriam apenas tirar um bom som. “Nós queríamos arranhar uns blues enraizados nos gostos de cada um. Talvez até levássemos alguma coisa, mas a idéia era mesmo colocar pra fora a vontade de imitar Muddy Waters, Steve Ray Vaughan e Eric Clapton”, explicou o vocalista Jefferson Sarmento.
À época, a banda não tinha nome. Em três ensaios, surgiu a idéia de “Zero Hora”, ainda com ‘agá’, com uma dúzia de músicas no repertório, quase todas covers de blues clássicos e clássicos do rock’n’roll. A partir daí, uma gravação demo foi o passo seguinte e o resultado foi tão bom que a banda gravou mais duas. Os testes fizeram sucesso e em menos de dois anos haviam gravado o CD.
O nome da banda perdeu o ‘agá’ e ganhou um ponto de exclamação, virando Zero Ora! e hoje, com seis anos de idade, aposta no que gosta. “A gente sabe que fazer blues e rock’n’roll em terras tupiniquins é um osso danado de roer, mas é isso o que a gente gosta. E apostar no que a gente gosta é sempre a melhor atitude pra quem quer levar a vida na arte. E a gente leva”.
A XVI Exposição Agropecuária e Ambiental de Volta Redonda terá exposição de pequenos animais, concurso leiteiro, parque de diversão e shows todos os dias. O evento acontece na Ilha São João.
A Banda Zero Ora! foi criada em 2003, por três amigos despretensiosos, que queriam apenas tirar um bom som. “Nós queríamos arranhar uns blues enraizados nos gostos de cada um. Talvez até levássemos alguma coisa, mas a idéia era mesmo colocar pra fora a vontade de imitar Muddy Waters, Steve Ray Vaughan e Eric Clapton”, explicou o vocalista Jefferson Sarmento.
À época, a banda não tinha nome. Em três ensaios, surgiu a idéia de “Zero Hora”, ainda com ‘agá’, com uma dúzia de músicas no repertório, quase todas covers de blues clássicos e clássicos do rock’n’roll. A partir daí, uma gravação demo foi o passo seguinte e o resultado foi tão bom que a banda gravou mais duas. Os testes fizeram sucesso e em menos de dois anos haviam gravado o CD.
O nome da banda perdeu o ‘agá’ e ganhou um ponto de exclamação, virando Zero Ora! e hoje, com seis anos de idade, aposta no que gosta. “A gente sabe que fazer blues e rock’n’roll em terras tupiniquins é um osso danado de roer, mas é isso o que a gente gosta. E apostar no que a gente gosta é sempre a melhor atitude pra quem quer levar a vida na arte. E a gente leva”.
A XVI Exposição Agropecuária e Ambiental de Volta Redonda terá exposição de pequenos animais, concurso leiteiro, parque de diversão e shows todos os dias. O evento acontece na Ilha São João.
quarta-feira, maio 28, 2008
Musicando
Ele me diz sempre que esta música é a minha cara. E fala tanto que eu fui verificar a letra e vi que, de fato, eu me encaixo em boa parte do que o autor quis expressar. A grande diferença é que eu não queria ser Cássia Éller. Eu queria ser Flávia Anastacio, e pronto, final!
Como eu amo música, gostei desta e sempre arranjo umas e outras diferentes - ou iguais - achei interessante criar esta série de posts...
Pra inaugurar, nada melhor...
Eu Queria Ser Cássia Éller
Péricles Cavalcante
Eu poderia ser ator e me dar bem
Ser um poeta que escreve versos como ninguém
Eu poderia ser um general da banda
Uma modelo, um herói da propaganda
Eu poderia ser escravo do trabalho
Ser um banqueiro, um estilista do baralho
E não há nenhuma outra hipótese
Que eu não considere, mas
O que eu queria mesmo ser
É a Cássia Eller
Eu poderia ser um mágico ilusionista
Um domador, um gigolô, um psicanalista
Eu poderia ser um campeão de golfe
De luta-livre, de xadrez e do que quer que fosse
Eu poderia ser um escritor da moda
De quem se fala muito mal (e ele nem se incomoda)
Eu poderia ser um alto funcionário
Um balconista ou um bandido sangüinário
E não há nenhuma outra hipótese
Que eu não considere, mas
O que eu queria mesmo ser
É a Cássia Eller
Eu poderia ser um físico nuclear
Um astronauta, um explorador do mar
Eu poderia ser um rei do futebol
Um vagabundo ou um professor de "scol"
Eu poderia ser um grande cineasta
Um detetive e ter segredos numa pasta
Eu poderia ser um monge do Nepal
Um jardineiro, um marinheiro, etc e tal
E não há nenhuma outra hipótese
Que eu não considere, mas
O que eu queria mesmo ser
É a Cássia Eller
Como eu amo música, gostei desta e sempre arranjo umas e outras diferentes - ou iguais - achei interessante criar esta série de posts...
Pra inaugurar, nada melhor...
Eu Queria Ser Cássia Éller
Péricles Cavalcante
Eu poderia ser um padre ou um dentista
Um arquiteto, um deputado ou jornalistaEu poderia ser ator e me dar bem
Ser um poeta que escreve versos como ninguém
Eu poderia ser um general da banda
Uma modelo, um herói da propaganda
Eu poderia ser escravo do trabalho
Ser um banqueiro, um estilista do baralho
E não há nenhuma outra hipótese
Que eu não considere, mas
O que eu queria mesmo ser
É a Cássia Eller
Eu poderia ser um mágico ilusionista
Um domador, um gigolô, um psicanalista
Eu poderia ser um campeão de golfe
De luta-livre, de xadrez e do que quer que fosse
Eu poderia ser um escritor da moda
De quem se fala muito mal (e ele nem se incomoda)
Eu poderia ser um alto funcionário
Um balconista ou um bandido sangüinário
E não há nenhuma outra hipótese
Que eu não considere, mas
O que eu queria mesmo ser
É a Cássia Eller
Eu poderia ser um físico nuclear
Um astronauta, um explorador do mar
Eu poderia ser um rei do futebol
Um vagabundo ou um professor de "scol"
Eu poderia ser um grande cineasta
Um detetive e ter segredos numa pasta
Eu poderia ser um monge do Nepal
Um jardineiro, um marinheiro, etc e tal
E não há nenhuma outra hipótese
Que eu não considere, mas
O que eu queria mesmo ser
É a Cássia Eller
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