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quinta-feira, dezembro 31, 2015

Em 2015, eu me cansei

Não, esta postagem não tem nada a ver com votos de um 2016 melhor. Aliás, faz algum tempo que risquei da minha lista de metas essa coisa de desejar Feliz Natal e bom ano novo. Os desejos acerca do Natal, por motivos que já falei aqui: não acho que tem algo de pertinente em desejar felicidades para o 25 de dezembro, data em que nós, cristãos – e quase todo o resto do mundo também – comemoramos o nascimento de Cristo. E o ano novo, porque os desejos de felicidades para os próximos 365 dias não serão lembrados. Então, "desejar", de verdade, é fazer dos dias dos outros, melhores.
E voltando à motivação da postagem, esta é pra falar de coisas e atitudes que me cansaram em 2015. Vai dizer que você não se cansou de nada..... duvido!
Pra começar, redes sociais. Eu me cansei delas, especialmente do Facebook. Não to dando conta de tanta gente chata. São fotos artificiais, mensagens hipócritas, vidas mentirosas, gente montada para vender imagem de perfeição, corpos falsamente construídos, treinos que nunca existiram, mas rendem curtidas. Ai, que isso me cansou no decorrer do ano. Em 2016, prometo não me dar conta dessas coisas. Se bem que não me dou conta disso já há algum tempo... no ano que vem vou me dedicar a prosseguir ignorando.
Falta de profissionalismo. Cansei também. É, é sério. Cansei de gente que esquece de avaliar o nível do profissionalismo da pessoa e prioriza outras coisas. E esse cansaço é tão tão grande, que as mudanças vão começar cedo cedo, bem antes da Aurora nascer. Prometo!
E nessa lista de cansaços tem gente chata. É, gente chata. Quem  não conhece gente chata? Eu me cansei, porque conheço chatos demais. Gente que se mete na vida dos outros - neste caso, a minha -, gente que prega o que não vive, gente que fica dando indiretas para o resto do mundo, gente que tem certeza que é a bala que matou John Lennon, gente que jura que o mundo gira em torno do umbigo delas e mais um monte de tipos de chatos por aí. Cansei deles tanto, mas tanto... acredito que boa parte dos chatos tenha se revelado, com a gravidez. É gente que entende tudo, sabe tudo, tem resposta pra tudo, já viveu tudo... aff... como me cansa esse povo.
Cansei da imprensa burra. Pode ser que o fato de eu também fazer parte da área me faça ser mais crítica, mas não com mais direito de sair por aí criticando. Por isso não faço tudo o que me dá vontade, ao ler jornais, sites de notícias, matérias de assessoria de imprensa, e assistir a programas de televisão. É tanta falta de talento e sobra de "quem indica", "contato", ou sei lá o que, que chega a dar vontade de chorar. E é vontade de chorar mesmo, muito. Matérias mal produzidas, textos pessimamente escritos, assuntos sequer discutidos, uso de expressões e 'pedidos' absurdos, entrevistas sem que nem porquê.... enfim, gente que está no mercado, fazendo jornalismo e publicidade sem qualidade, enchendo os veículos de comunicação de lixo e irritando gente como eu, chata. É, sei que sou, reconheço publicamente, mas não abro mão de ser assim.
Cansei das fofocas, do disse-que-me-disse, de gente que sorri aqui e ali, quando vira as costas, fala mal, deturpa, aproveita pra massacrar, age errado, com falsidade, com dissimulação. Cansei mesmo.
Em 2015, me cansei da política brasileira, me cansei de acreditar que os erros crassos eram cometidos pela minoria e passei a ter certeza de que, por aqui, só uma bomba, daquelas bem potentes, pra acabar com tudo. E se desse pra recomeçar, bom. Se não desse, melhor ainda. Falta não ia fazer.
Meu 2016 será um dos mais especiais da minha vida. Provavelmente o mais especial. Além de ter mantido amizades lindas, que não me cansam jamais, tive vitórias no casamento, muitas no trabalho, conquistas que eu acreditava que demorariam mais, experiências incríveis com Deus, reativação de contatos que estavam perdidos, teve, claro, a Aurora, que ainda não está nos meus braços, mas já está no meu coração de um jeito tão incrível, que parece que sempre existiu. Só que sobre isso, escrevo outro dia.
Esta postagem foi só pra falar do meu cansaço desse 2015. Graças a Deus ele está acabando. E outro novinho está chegando. Bora viver cada minuto, sem cansar desse povo que insiste em ser chato, sem inconveniente, ser falso, ser fraco.

quinta-feira, julho 09, 2015

Faltando paciência

Não ando sem paciência por causa da gravidez. Que nada! Sempre fui assim e os meus três leitores sabem disso. É claro que não saio por aí explodindo com todo mundo, aliás, não faço isso com ninguém. Pelo menos não por falta de paciência. Por outros motivos sim. Quando me falta paciência, eu simplesmente falo, mesmo sozinha, do absurdo que aquilo é pra mim, ensaio desabafar em alguma postagem minúscula, mas só algumas vezes faço isso. Não sempre. E mais nada.
Só que de uns dias pra cá, ta me faltando muita paciência. Assuntos com os quais eu já não tinha, mas que estão ficando tão comuns por aí, dito e compartilhado por gente que não tem a mais vaga noção de nada, que andam me tirando do sério.
Quer exemplos? Certo. Vamos aos exemplos.
Casamento. Na minha vida, casamento foi uma bênção, é uma delícia e eu não consigo me imaginar solteira. É claro que tem a ver com o fato de eu amar o Devan, gostar da companhia dele e ser fascinada pelo bom humor diário que ele tem. Mas não é só isso. Tem a ver com o fato de que temos em Deus a nossa base e que a nossa união está sendo construída sobre a Rocha. Tem a ver com o fato de que não somos mais crianças e a maturidade é um dos fatores mais importantes para o sucesso de qualquer relação. Tem a ver com renúncia, com respeito, entendimento. E tem a ver com mais um monte de coisas.
E ver as pessoas se casando e dando-se em casamento pelos motivos mais banais, é de assustar. E me tira a paciência. Meninas de 19, 20 anos, rapazes de 22. Querem se casar, mas não querem estudar ou trabalhar. Querem ter filhos, mas não sabem o quanto custa comprar uma botija de gás todos os meses, pagar a conta de luz ou comprar dois quilos de arroz. As pessoas querem ter filhos para realizar sonhos ou, pior, para restaurar uma relação que não tem mais salvação. Ou, se têm, afinal de contas este texto não tem a função de julgar ninguém, não está num bebê. Os casais permanecem na ignorância, por motivos óbvios. A ignorância. Mas que tira a minha paciência, especialmente quando eles querem compartilhar problemas, discussões e motivos que deixam clara a incompatibilidade, ah, me tira.
Política. Ai, que isso é dos piores. De onde saíram as pessoas que não têm ideia do que estão dizendo por aí, mas insistem em falar sobre intervenção militar e oposição que, cá entre nós, nunca foi oposição? E os sem-noção que acreditam piamente que o assunto "corrupção" é privilégio de um governo do PT e nasceu há apenas três, quatro anos? Gente, isso cansa. E tenho certeza de que cansa a quase todo mundo por aí... não é possível que só eu não tenha paciência!
E sobre o povo que compartilha as coisas sem checar... bem, pra esses eu tava sem paciência oito anos atrás. É um bando de foto de ladrão, assassino, estuprador, gente perdida, sorteio de celular e mais uma quantidade inimaginável de assuntos... que me dão nos nervos. E se oito anos atrás eu perdi a paciência, agora, tenho vontade de massacrar. De banir de todos os meios sociais da face da terra: telefone, e-mail, internet, bate papo com vizinho, pensamento. Pra mim, eles teriam que ser banidos de qualquer tipo de convivência.
Entre os meus amigos, ultimamente, tenho pedido opinião sobre tudo o que envolve essa novidade da minha vida: a gravidez. Tudo mesmo. Alimentação, cuidados, pré-natal, médicos indicados, clínicas para exames, parto, resguardo, amamentação.... tudo mesmo. E tenho recebido com carinho as respostas, mesmo que sejam diferentes ou até contrárias ao que eu já pensei ou quis. Mas a paciência se esvai, quando certos donos-da-verdade tomam conta de um ou outro ser e eles baixam justamente na hora dos comentários. Há os que falam que as adeptas da cesárea são menos mães que as outras; há quem diz que preocupação com a alimentação do bebê é coisa de gente desocupada, há os que enaltecem as mulheres que são mães em tempo integral e outros que tornam as mães trabalhadores menos dignas.
E os que insistem em tentar me dar atestado de otária? Pode ser que os meus três leitores não tenham passado por isso na vida ainda. É, pode ser, embora eu duvide. Só que eles existem. É o cara que quer ser melhor que todo mundo, o empresário que tem certeza de que sabe de tudo o que há na face da terra, aquele que quer que a pessoa faça tudo do jeito dele. Tem até o Caloca. Quem lembra dele? Caloca, o dono da bola, cuja história figurava nossos livros da infância e adolescência. O menino rico da vizinhança que tinha a melhor bola de futebol da turma, juntava todo mundo pra jogar e, se perdesse um lance, um gol ou tomasse um tombo, pegava a bola de volta e ia embora, deixando a turma toda a ver navios. É, tem gente assim aos milhões.
E tem eu. Na boa? Eu, sem paciência nenhuma para este mundo. Cansada de tanta gente sem noção, sem ter o que fazer, sem amor à vida e ao próximo, sem o menor respeito pela opinião alheia.
Tão cansada que cuspi todas essas palavras aqui.... cansada mesmo.

terça-feira, novembro 25, 2014

Esclarecimento

Em época de fim de ano, quando pipocam confraternizações e troca de presentes por todo lado, sempre vale o velho esclarecimento...


sexta-feira, novembro 07, 2014

Quem se importa?

Pela repercussão nas conversas, nas postagens no Facebook e no Twitter e em todo o resto do mundo, há, sim, muita gente se preocupando com esse negócio de o Whatsapp "avisar" quando a pessoa leu a mensagem.
Coisa estranha.... leio um monte de mensagens por dia, entre e-mails, comentários em postagens no Facebook, aqui no brog e no Instagram e, mesmo quando estas mensagens pedem respostas, se eu não posso, não faço isso. E não me importo se a pessoa que me enviou vai ficar chateada ao saber que eu li e não respondi.
Por um motivo muito simples: quando mando mensagem pra alguém, não fico louca querendo a resposta. Aliás, quando eu quero uma resposta urgente, não mando mensagem. Ligo ou procuro pessoalmente.
E, além disso, no que a gente vai mudar, querendo resposta a alguma mensagem no aplicativo? E no que isso vai mudar a atitude da pessoa que recebeu, e apressá-la em responder?
Ontem a fanpage Flávia Sincera, carinhosamente administrada por três amigos meus, colocou um 'meme' sobre o assunto. Pra mim, a mensagem é literal. Não há pra onde fugir. Não há o que mudar:



E a querida amiga Andressa Naves, que ta lá no serrado, e recebeu a arte pelo whatsapp, interagiu! E eu torno público.




Isso mesmo. Não me importo com quem 'atrasa' a resposta e também não respondo. Claro que não faço isso o tempo todo, só em casos específicos. No caso da Andressa, por exemplo, eu não respondo, porque sempre acho que os vídeos e piadas que ela manda estão sendo mandados também pra outro monte de gente. Aí, como encaminhamentos e correntes não têm que ser respondidos, eu nunca respondo. E quando disse isso a ela, como uma justificativa, ela respondeu. Ta, eu perdoei. E ela nem é o tipo de pessoa que se preocupa com isso, assim como eu. Só usei o exemplo pra ilustrar.
E confesso que, depois da resposta dela, agora passo a interagir com tudo o que ela enviar. Prometo!
E já tem alternativas, pra quem quer fugir do marcadorzinho azul.
Hoje, diversos portais de notícias trouxeram uma informação 'super importante', pra quem está sofrendo com a novidade do aplicativo: "Modo avião pode driblar função de 'mensagem lida' do whastapp". Isso só serve pros usuários do IPhone e, com certeza, será utilizado por muita gente, que sofre com a possibilidade de ser ignorado.
Quem quiser saber como é, cá está a matéria.
Sobre mim, importante ressaltar ainda nesta oportunidade: eu respondo sempre que posso, tento não deixar meus amigos 'no vácuo'. Não sou tããão desnaturada assim. Só pra constar.
E, só pra constar também, uma revelação fundamental: quem não responde as mensagens no Whastapp vai continuar sem responder, independentemente da corzinha do marcador.
Só pra constar.

segunda-feira, setembro 22, 2014

quinta-feira, setembro 18, 2014

Essa coisa de racismo...

A primeira palavra que me vem à mente é "cansei". E é isso mesmo. Cansaço. Não tem outra pra definir... mas isso me deixa preocupada, quando me lembro que a novela é recente. Vinte anos atrás, isso não existia. O crime, sim, existia e, é claro, não era passível de pena. E essa criminalização, de fato, inibe a prática. Mas não só.
Esse negócio de transformar tudo em crime deu uma problematizada na questão. E acho que eu atraio essas confusões.... acontecem comigo pelo menos uma vez por dia.
Dia desses, uma menininha de 13 anos que eu conheço posto no facebook a seguinte frase:
"Como tem gente chata neste mundo!".
Eu, que sempre me preocupo com o que um simples comentário pode gerar, acabei falando demais (ou não).  Eu escrevi: "Ah, sim, mas neste mundo existe gente bonita, feia, gorda, magra, preta, branca e até gente engraçada".
Exatamente assim e até colocaria um print da página aqui, se não tivesse apagado, depois da "guerra" que se seguiu.
Uma mocinha, pouco mais velha que a dona do perfil me chamou de racista, preconceituosa e disse que eu tinha que ser processada, porque falei de "gente preta". Eu demorei a entender o que tinha acontecido e, querendo uma explicação, ainda questionei: "mas por que você (a mocinha que me exortou) falou de preto e não falou do branco, do gordo ou do feio? Falei tudo na mesma frase". Ao que ela respondeu: "Mas falou do preto com preconceito".
Outro dia, falei entre várias pessoas que, se eu tiver uma filha, ela vai ter cabelo crespo. Na verdade, falei que seria cabelo "ruim". É assim que eu me refiro a cabelo crespo. Como o meu era antes de inventarem a progressiva. Do mesmo jeito que acho "ruim" jiló, que amarga, e um monte de gente acha "bom". Da mesma forma que acho "ruim" ouvir funk e um monte de gente acha "bom". Da mesma forma que eu acho "bom" ler, e um monte de gente acha "ruim". Da mesma forma que eu "adoro" verão (e inverno) e um monte de gente "odeia". Da mesma forma que eu penso que casamento é "bom" e todo mundo devia experimentar e uma galera "acha péssimo" e me chama de louca quando digo isso. Do mesmo jeito que gente chata me irrita e faz um monte de gente feliz. É questão de visão pessoal. Perfumes, pratos, bairros para morar, trabalhos e profissão, cores de roupas, prestação de serviços e mais um monte de coisa. O que é "bom" ou "ruim" pra mim, pode não ser pro resto da humanidade. E é exatamente assim quando me refiro ao meu tipo de cabelo até cinco anos atrás. Ruim. Apesar de um monte de gente achar que ele era simplesmente crespo, encaracolado ou enrolado.... Isso aí. Do mesmo jeito.
E quando eu falo no "meu negão"? Tem gente que não fala mais comigo, desde que me ouviu falar assim. Eu até questionei: "Você prefere que eu chame o meu marido de louro do olho azul ou ariano?". A pessoa ficou brava e me chamou de preconceituosa.
Pronto. Bastou pra eu me cansar da ignorância de todo mundo que anda fazendo essa papagaiada absurda por aí. Apaguei o meu comentário no facebook pra evitar a fadiga e quase pulei do terceiro andar!
E isso aconteceu comigo. Não estou falando do que todo mundo vem compartilhando pelas redes sociais sobre o assunto. Não estou falando de um goleiro sem noção que se sentiu ofendido por uma branquela tê-lo chamado de Macaco e antes que os ânimos se exaltem, não não é certo, achei preconceituoso, mas também não vi necessidade de tanto estardalhaço. Até a casa da garota já foi incendiada, depois que ela forçou um choro em frente às câmeras de TV, pedindo perdão e um encontro com o negão (que, cá entre nós, é bonitão). Negão que, aliás, nem quer conhecê-la.
E to falando de coisas que acontecem comigo, não to falando de uma propaganda da Fiat, que precisou ser tirada do ar, porque usou um gato preto como sinônimo de azar. Não to falando de cotas raciais (sim, sou contra. Não acho necessário. Pra mim, o programa de cotas do governo é um desserviço, uma forma de legalizar o preconceito. Pronto, podem me processar). Não to falando do cara do alto escalão de  algum tribunal do Brasil que colocou o rótulo da Pepsi em uma criança negra e postou no Facebook.
To falando de coisas que aconteceram e acontecem comigo e me irritam profundamente. Aliás, que me cansaram.
Ta doendo em gente por aí, ouvir que sou "crente" ou "evangélica", porque um cara ignorante como o Silas Malafaia, embora pregue o que diz a Bíblia, anda falando demais? Sinto muito informar que sim, sou filha de Deus, já O reconheci como o autor e consumador da minha fé e creio em tudo o que a  Bíblia diz. Isso não significa, porém, que eu seja das que dão moral a um pastor sem noção, que anda misturando Deus com política e, pior, com uma pitada de ignorância e intolerância. Aprendi criancinha sobre Deus e não O largo, nem aos seus ensinamentos. Mas também não saio por aí criando polêmica. Pelo menos tento não fazer isso. E isso tem, sim, a ver com a homofobia (que eu NÃO vejo nos discursos do Malafaia) que todo mundo anda dizendo. Tenho amigos gays, vários, os amo e não tenho preconceito. Mas sim, sou crente.
Tem gente ficando doída porque o meu marido é preto e eu o trato por "preto", "negão"? Porque falo que a perna dele fica mais russa que a minha porque é preta? Tem gente se doendo porque afirmo todos os dias que se eu tiver um filho menino, vai viver com a cabeça raspada, pra dar menos trabalho, e que se for menina vai ter cabelo encaracolado até os 15 anos e vai decidir por si mesma se quer virar "alisada"? (Embora eu ache, sim, que ela vai ter cabelo "ruim"). Tem gente se doendo mesmo. E eu sinto muito. É assim que eu penso. E, ao contrário de traficantes, assassinos e ladrões, não acho que estou cometendo um crime.
As pessoas precisam parar de se preocupar com tanta pequenez, com tanta atitude de cabeça minúscula e parar pra pensar no momento delicado desse país, na gravidade de tudo o que anda acontecendo no mundo, nas pessoas que nos cercam, que perderam o amor ao próximo e até à própria vida...
Todo mundo precisa viver o momento, deixar essas coisinhas pra lá.
Garanto, com toda a certeza do mundo, que uma galera vai ser muito mais feliz!